miércoles, 13 de abril de 2011

DILMA, BRASIL:UM GOVERNO A SERVIÇO DO "CAPITAL"-PRIMEIROS MESES DO GOVERNO DILMA CONFIRMAM

UM GOVERNO A SERVIÇO DO "CAPITAL"- DILMA
PRIMEIROS MESES DO GOVERNO DILMA CONFIRMAM:


Revolltas operárias nos canteiros do PAC indicam caminho da luta

Ricardo Costa – Comitê Central do PCB

Os primeiros meses do Governo Dilma só vêm demonstrar a correção da tática proposta pelo PCB no segundo turno das eleições presidenciais de 2010: após a derrota de Serra nas urnas, será preciso organizar e mobilizar os trabalhadores brasileiros para derrotar Dilma nas ruas.

Dilma adotou o lema “País rico é país sem miséria”, projetando a erradicação da miséria como principal meta de seu governo. Claro está tratar-se de mera peça de propaganda, já que a política econômica posta em prática, mantidas as bases traçadas por Lula, é a do franco favorecimento às atividades promovidas pelo agronegócio, grandes indústrias e bancos, visando à continuidade da política de integração da economia brasileira à ordem capital-imperialista mundial. Apesar de subalterna, tal integração se dá de forma complexa e dinâmica, com o país assumindo também o papel de exportador de capitais, ao menos no cenário da América Latina e de outras regiões periféricas ao centro do capitalismo. Sem a providencial ajuda do Estado brasileiro, principalmente através do BNDES, não seria possível alavancar o capitalismo nacional, cuja burguesia estreita cada vez mais seus laços com as empresas multinacionais.

A depender do que sinaliza Dilma em suas primeiras ações, a política voltada a atender prioritariamente as vontades e necessidades do Deus Mercado seguirá seu curso. A opção por um salário mínimo de R$ 545,00 (praticamente 0% de reajuste, em termos reais) revela uma vez mais a força do capital financeiro na definição dos rumos da economia brasileira. Sob os argumentos de combate ao “retorno da inflação” e ao desequilíbrio das contas públicas, a medida, associada ao anúncio do corte de R$ 50 bilhões no orçamento (atingindo, como sempre, as despesas com investimentos na área social) e o aumento das taxas de juros, busca jogar sobre as costas dos trabalhadores todo o peso dos efeitos advindos da ação sem controle do capital nacional e internacional.

Faltou dizer, por exemplo, que a mais recente alta dos preços foi provocada centralmente pela pressão do mercado mundial de produtos alimentícios, controlado por oligopólios transnacionais. O modelo agrário brasileiro, centrado na promoção do agronegócio, faz com que o Brasil seja um dos maiores importadores de agrotóxicos do mundo e totalmente dependente do mercado externo.

Ao contrário do que alguns articulistas de esquerda apregoaram, não há uma inversão da política desenvolvida antes por Lula, como se Dilma estivesse voltando a adotar “práticas neoliberais” que teriam sido abandonadas por Lula. Nem uma coisa nem outra. Lula deu continuidade à política macroeconômica da era FHC, aplicando apenas uma política compensatória mais agressiva. Dilma segue a cartilha de Lula, com a diferença de que porá o pé no freio em relação aos gastos sociais. Mas isto não é novidade alguma: Lula fez o mesmo em 2003, desacelerando o plano de crescimento, para fazer caixa e depois abrir o cofre nos últimos anos de seu mandato.

Se a economia brasileira cresceu a uma taxa recorde de 7,5% em 2010, conforme anunciado pelo IBGE, alçando o país ao posto de sétima economia do mundo, a desigualdade social aprofundou-se, como não podia deixar de ocorrer numa nação em que as relações capitalistas tornaram-se dominantes em todos os setores da vida econômica e social. Por conta disso, o Brasil ocupa hoje a 70ª posição no ranking mundial do IDH (Índice do Desenvolvimento Humano).

É fato que novos ataques virão sobre os direitos dos trabalhadores. O ministério de Dilma é quase uma repetição do gabinete de Lula, mantidas as disputas fisiológicas entre os partidos da base aliada, com destaque para as representações do PT e do PMDB e, secundariamente, as do PCdoB, PDT, PSB e PP. Não haverá mudanças, pois, em relação à tendência de privatização dos serviços públicos, como a Saúde, a Seguridade Social e a Educação. É revelador da primazia dos interesses de mercado sobre os interesses públicos a suspensão de concursos públicos para contratação de novos servidores e o adiamento da nomeação de 40 mil servidores já selecionados. Além disso, os cortes anunciados no orçamento atingem diretamente programas nas áreas do meio ambiente e da moradia, justamente quando as fortes chuvas de verão provocaram catástrofes de grandes proporções, matando centenas de pessoas e deixando milhares de desabrigados em várias regiões do país, evidenciando a tragédia da ocupação irregular do solo, da falta de planejamento e total ausência de participação popular nas cidades.

No setor do petróleo, o eterno ministro Edison Lobão (do PMDB do Maranhão), capacho de Sarney, já anunciou a retomada dos leilões dos campos de petróleo e de áreas de exploração no pré-sal, mantendo a política de dilapidação dos recursos naturais brasileiros, no momento em o presidente Barack Obama dos Estados Unidos reafirma para o mundo a intenção de recuperar a primazia dos interesses do império estadunidense e de suas empresas no mercado global, dando provas desta intenção ao mandar bombardear a Líbia, precisamente quando estava em visita ao Brasil.

No âmbito da política externa, o governo Dilma é mais consequente que Lula na disposição em favorecer o processo de expansão do capitalismo monopolista brasileiro na América Latina, de que é sintomática a clara atitude de voltar a priorizar as relações com os EUA, em detrimento do intercâmbio privilegiado, também marcado por interesses dos grandes capitalistas brasileiros, com os governos da região mais preocupados em atender as demandas sociais internas. A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Antônio Cezar Peluso, não contestada por Dilma, da recusa em libertar Cesare Battisti após decisão de Lula pela não extradição do militante revolucionário italiano, demonstra com precisão a tendência mais conservadora deste governo. Este ainda preserva, sem nenhuma indicação de que tal política será alterada, a presença das tropas brasileiras no Haiti.

Crescem, portanto, os desafios da classe trabalhadora neste ano de 2011. O recrudescimento da crise internacional do capitalismo deverá encontrar no Brasil um governo não mais disposto a liberar crédito para aumentar o consumo (na verdade, uma política de endividamento crescente da população e de cooptação das camadas populares para a ilusória sensação de melhoria das condições de vida).

Os primeiros meses do governo Dilma foram também demonstrativos da crescente insatisfação de diversos grupos sociais. Manifestações de estudantes e de trabalhadores em protesto contra a elevação dos preços das passagens de ônibus em várias cidades do Brasil, nas quais a violência policial sempre se faz sentir, refletem a indignação da população urbana com os péssimos e cada vez mais caros serviços de transportes, controlados pelos cartéis e oligopólios dos transportes. Foruns populares em todo o país debatem a situação da saúde pública e organizam mobilizações contra o processo de privatização, iniciativas que se estendem à área da educação, envolvendo os sindicatos dos professores e as representações de alunos, pais e funcionários.

Trabalhadores da construção civil reagem às condições abjetas de superexploração e semiescravidão impostas pelas empreiteiras – empresas multinacionais, como a Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Mendes Júnior e outras – nas obras do PAC, o Plano de Aceleração do Capitalismo, um dos maiores programas de transferência de verbas públicas para as mãos do grande capital (são 21 obras com despesas previstas em mais de R$ 105,6 bilhões desde o início do programa, em 2008). Os trabalhadores vão à luta contra os salários de fome, o não pagamento de horas extras, as péssimas condições de trabalho e a repressão da parte dos seguranças e forças policiais locais, verdadeiros capangas armados a serviço dos capitalistas.

Mais de 80 mil trabalhadores já cruzaram os braços nas obras espalhadas pelo Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país: Usina de Jirau (Rondônia), onde alojamentos, 50 ônibus, veículos e escritórios da empresa foram incendiados pela massa em revolta; Hidrelétrica de Santo Antônio (também no rio Madeira, em Rondônia); Hidrelétrica São Domingos (Mato Grosso do Sul), em que trabalhadores também tocaram fogo nos alojamentos; Complexo do Suape, reunindo a Refinaria Abreu e Lima e a Petroquímica (Pernambuco), onde 30 mil operários entraram em greve; Termelétrica de Pecém (Ceará), com 6 mil trabalhadores parados; Ponte sobre o Rio Madeira (Rondônia), com 300 grevistas. Além disso, em diversas regiões, o Programa Minha Casa, Minha Vida sofre paralisações com cerca de sete mil operários da construção civil recusando-se a trabalhar nas condições impostas.

As centrais sindicais governistas foram chamadas a conter o ânimo dos trabalhadores, pois o medo do governo, tendo o Ministro da Casa Civil, Gilberto Carvalho à frente como mediador do conflito, é a explosão de revoltas espalhar-se pelo conjunto de obras do PAC, que empregam cerca de um milhão de operários. Manter aceso o rastilho de pólvora iniciado na Usina de Jirau pode significar uma crise sem precedentes para um governo que quer transformar o Brasil numa grande UPP e garantir a “paz social” necessária ao desenvolvimento pleno do capitalismo monopolista.

Para o PCB, é hora de dar um salto de qualidade na busca da unidade dos movimentos populares, das forças de esquerda e entidades representativas dos trabalhadores, no caminho da formação de um bloco proletário capaz de contrapor à hegemonia burguesa uma real alternativa de poder popular em nosso país. A criação de uma Frente Anticapitalista e Anti-imperialista, com vistas à construção de um poderoso sistema de alianças capaz de dar vez e voz aos produtores da riqueza, é um dos caminhos para a luta contra os imperativos do capital e pela edificação da sociedade socialista em nosso país.

Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br

Fuente: Página do PCB/PrensaPopularSolidaria
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martes, 12 de abril de 2011

COMUNISTAS CHILENOS EN EL CONGRESO SON UN FRENO A LAS POLÍTICAS DE DERECHA CONTRA LOS TRABAJADORES

La Organización Comunista del Sur de Chile se Apresta a Celebrar los 100 Años del Partido C0omunista con el Éxito que Corresponde


La dirigente de izquierda dijo que este año se cumplen cien años del Partido Comunista de Chile, razón por la que se realizarán diversas actividades.Dijo que la colectividad ha logrado quebrar la exclusión en el Parlamento, donde por primera vez desde la recuperación de la democracia tienen tres representantes.


De esta manera el Partido Comunista, se propone ser un freno en el congreso para que las políticas de derecha que van en desmedro de los trabajadores no prosperen.


Agregó que el Partido Comunista está disponible para buscar alianzas con sectores progresistas y así lograr mayoría en las próximas elecciones municipales.


En otro plano, señaló que el PC brinda todo su apoyo a la Asamblea Ciudadana de Magallanes, y agregó que siempre han pensado que el discurso de que el gas se agota en Magallanes es una falacia, porque de otra forma no existiría tanto interés por parte de los privados.


Finalmente no descartó, en lo personal, repetir su postulación como candidata a alcaldesa de Punta Arenas.


Fuente: Radiopolar/PrensaPopularSolidaria


OLLANTA HUMALA EN SEGUNDA VUELTA..GRAN BATALLA POR LA TRANSFORMACIÓN SOCIAL DEL PERÚ A FAVOR DEL PUEBLO


Ollanta Humala a segunda vuelta


Por Teófilo Bellido


Concluido el proceso electoral de este domingo 10 de abril, la ventaja lograda por Ollanta Humala ha sido contundente. Se consolida así su liderazgo político a nivel nacional concentrando el descontento social de una gran parte del país contra un modelo económico que los aparta del desarrollo y contra un Estado que no da más. Es el repudio a la pobreza existente, al entreguismo, la corrupción, a la contaminación ambiental y a la ausencia de empleo digno, entre otros males que vienen royendo los pilares de la sociedad peruana.


El pueblo ha derrotado el carnicero operativo del miedo desplegado desde la derecha y diversos medios de comunicación contra la candidatura de Ollanta Humala, sus propuestas y plan de gobierno.


Nos sumamos al merecido reconocimiento a todos los organismos de base, militantes y amigos de Gana Perú y la izquierda que lo acompaña, por el esfuerzo desplegado, instándolos a continuar con el mismo ímpetu personal y colectivo hasta lograr ser gobierno y empezar el fin de este nefasto modelo imperante hace 20 años.


Al parecer, a estas alturas el segundo lugar ya está definido. Sería Keiko Fujimori de Fuerza 2011 quien enfrente a Ollanta Humala en la segunda vuelta del 5 de junio. Una expresión nítida de la opción por el cambio contra el continuismo y la corrupción.


En casi todas las regiones el apoyo a la opción del cambio con Gana Perú ha sido terminante: Puno, Cusco, Ayacucho, Tacna, Arequipa, La Libertad, Junín, Ica, Huancavelica, Ancash, Moquegua, Piura han votado abrumadoramente por Ollanta Humala, en varios casos con un porcentaje que sobrepasa el 50 por ciento. Incluso el favoritismo en Lima, plaza fuerte de la derecha, ha sido una sorpresa al lograr un buen porcentaje.


Un triunfo que supera el 30.62 por ciento de los votos válidos que el mismo candidato logró en la primera vuelta el 2006, año en que surgió a la palestra electoral la figura de Ollanta Humala, con la gran diferencia que esta vez ha enfrentado el proceso en un acuerdo político con diversas fuerzas de izquierda que en ese entonces marcharon dispersas sin que nadie lograra ni el uno por ciento. Como sabemos, esta vez quedó fuera el MNI, la única fuerza de izquierda que logró su inscripción electoral y que hasta último momento insistió una alianza con Fuerza Social, agrupación que hace pocas semanas retiró su candidato presidencial.


Si bien es cierto se ha avanzado gran parte del camino para ser gobierno e iniciar un proceso de cambios exigidos por el pueblo peruano, es también cierto que falta la parte más difícil. Recordemos lo ocurrido en las elecciones anteriores del 2006, donde Ollanta Humala, siendo el triunfador de la primera vuelta, para la segunda la derecha recurrió a las más increíbles artimañas para demolerlo e impedir su triunfo, al extremo de hacer un llamado a votar por Alan García tapándose la nariz (por lo fétido), ahora pueden hacer lo mismo, esta vez para apoyar al fujimorismo.


Ya lo vienen señalando algunos representantes de PPK, “hay que defender la (esta) democracia”, “hay que continuar el modelo económico de crecimiento”, “mantener el orden establecido” “cuidado con la gobernabilidad”, “no tocar la Constitución Política”, mejor dicho que todo siga igual. Lo más rancio de la derecha ya se frota las manos Entonces corresponde desplegar grandes esfuerzos desde la candidatura presidencial, desde la dirección, las bases, personales y las organizaciones sociales que no bajan la guardia en la lucha por la transformación del país.


Fuente: Partido Comunista Peruano/PrensaPopularSolidaria


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DERECHA CAVERNARIA PERUANA APOYARÁ A FUJIMORI


"La derecha cavernaria apoyará a Keiko" Por Carlos Noriega ,Publicado en Página 12


El cómputo oficial confirmó que la hija de Fujimori será la rival del candidato nacionalista.


Durante el día se especuló con que Humala tendiera puentes con Toledo. Los expertos señalan que él tiene que correrse más al centro.


Ollanta Humala y Keiko Fujimori, que disputarán la segunda vuelta el 5 de junio, pasaron el día reunidos con sus equipos políticos y de campaña. El candidato de la izquierda y la hija del ex dictador Alberto Fujimori (1990-2000) cerraron la noche del domingo festejando con sus partidarios y comenzaron el lunes planificando con sus asesores la campaña para la segunda vuelta. Serán dos largos meses de campaña. Ayer Humala habló brevemente con la prensa y ratificó el llamado “a la unidad nacional” que había realizado en la noche electoral una vez conocida su victoria.


El ganador de los comicios reveló que no había recibido el saludo de sus adversarios. Quien sí lo llamó para felicitarlo fue el presidente de Bolivia, Evo Morales. Durante el día se especuló que Humala le ofrecería la jefatura del gabinete ministerial a Beatriz Merino, ex primera ministra en el gobierno de Toledo y defensora del pueblo hasta hace unas semanas, como una señal de apertura hacia el centro y el empresariado, sector en el que Merino es muy respetada. El humalismo no confirmó ni negó la versión, pero su candidata a la vicepresidencia, Marisol Espinoza, dijo que esa posibilidad le “encantaría”.


Los resultados oficiales confirmaron ayer que Keiko Fujimori será la rival de Ollanta Humala en el ballottage, algo que las proyecciones extraoficiales habían adelantado la noche del domingo. Los resultados entregados ayer por la Oficina Nacional de Procesos Electorales (ONPE) al 88,5 por ciento le dieron a Humala el 31,2 por ciento y ratificaron el segundo puesto de Keiko Fujimori con 23,2 por ciento y el tercer lugar de Kuczynski, que lo deja fuera de carrera, con 19,3 por ciento.


El ex presidente Alejandro Toledo queda con 15,2 por ciento y el ex alcalde de Lima Luis Castañeda con 10,2 por ciento. Humala perdió en la capital, pero ganó ampliamente en el interior del país. Nadie tendrá mayoría parlamentaria. Según proyecciones no oficiales, la coalición progresista Gana Perú, de Ollanta Humala, obtendría 46 curules en el Congreso unicameral de 130 bancas. Keiko Fujimori tendría 38 congresistas. El gran derrotado fue el gobernante Partido Aprista, que tendría solamente cuatro parlamentarios.


Consultado por Página/12, Carlos Monge, antropólogo, historiador e investigador del Centro de Estudios y Promoción del Desarrollo-Desco, atribuye el voto mayoritario por Ollanta y Keiko Fujimori al descontento con la situación del país. “Humala, como en 2006, ha encarnado el descontento con una democracia mediocre, que no funciona y un modelo económico que crece pero no redistribuye y en el cual la gente se siente excluida. Con Keiko Fujimori gana el modelo neoliberal pero con ropaje claramente autoritario y de políticas populistas y clientelistas de derecha.


En el voto por ella hay un descontento principalmente con la clase política y la democracia, pero también es un descontento económico, pero que no se traduce en exigir un cambio de modelo, sino en pedir una solución clientelar y populista”, precisa Monge.


Sobre el escenario de segunda vuelta, el historiador Nelson Manrique estima que “la derecha más ruda, más cavernaria, se jugaría la carta de Keiko Fujimori, lo cual sería reconocer que no les interesa la democracia y de lo que se trata es de asegurar sus intereses económicos”. Monge considera que la segunda vuelta “será una prueba ácida” de las convicciones democráticas del empresariado y la derecha y señala que su voto por la heredera del ex dictador Fujimori dejaría “muy claro que sus convicciones democráticas son muy débiles o inexistentes”.


En cuanto a las posibles negociaciones para sumar apoyos para el ballottage, Fernando Tuesta, director del Instituto de Opinión Pública de la Universidad Católica, precisa que en Perú el endose de votos no funciona. “Ningún candidato tiene posibilidad de endosar sus votos”, asegura. “Es probable –señala– que en Lima la mayoría del electorado de clase media alta y alta que votó por Kuczynski se incline por Keiko. Humala puede captar el voto popular de los candidatos que han quedado fuera y el voto del interior del país que tuvieron esos candidatos.” No cree que los electores vean la próxima elección como una disputa entre la izquierda que representa Humala y la derecha que encarna Keiko Fujimori.


“En Perú, para la mayoría de votantes las elecciones no tienen que ver con derecha o izquierda. Las adhesiones son más personales que políticas o ideológicas.” “Humala –señala Carlos Monge– ya ha moderado su discurso y en junio debe correrse más al centro e incluso hacer una apertura al centroderecha. Keiko tiene que hacer menos concesiones y eso le da ventaja. Los sectores empresariales y de la clase media alta y alta apoyaron en su momento el gobierno de su padre tal como era y ahora votarían por ella.


El voto de Kuczynski iría en gran parte para Keiko. El voto popular, de los sectores pobres, a favor de Castañeda, es sociológicamente igual al de Keiko, es un voto clientelista, populista, y va a ir para ella. El voto popular y de la clase media que fue a Toledo, y que tiene un nivel de preocupación por los derechos humanos y la democracia, podría ir a Humala si éste les da la señal de que el suyo sería un gobierno cercano a Lula y no a un estatismo chavista.”


En opinión de Tuesta, el ballottage entre Ollanta Humala y Keiko Fujimori es “de pronóstico reservado”.


Fuente: Página 12/Partido Comunista Peruano/PrensaPopularSolidaria


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lunes, 11 de abril de 2011

LLAMADO A UNIDAD LANZA OLLANTA HUMALA EN PERÚ


Llamado a unidad lanza Ollanta Humala en Perú

Escrito por Manuel Robles Sosa
Prensa Latina

El ganador de la primera vuelta de la elección presidencial, Ollanta Humala, ratificó hoy su llamado a la unidad de todas las fuerzas sociales, laborales, y políticas para la
transformación de Perú.
*

Cifras oficiales confirman dilema Humala-Fujimori


Al mismo tiempo, la principal central obrera saludó hoy la victoria como un logro de los trabajadores y el pueblo y llamó al movimiento sindical a vencer en la segunda vuelta, el 5 de junio próximo.

El líder del bloque progresista Gana Perú dijo que esta organización dialogará con humildad con los sectores convocados para cerrar filas en la segunda vuelta, y establecer una visión en conjunto a fin de consolidar el crecimiento económico y que llegue a los más pobres.

"En esa convocatoria queremos sentarnos a conversar como uno más, con toda humildad; es importante para la democracia reunirnos con todos y dialogar", expresó.Declinó precisar si ha recibido saludos internacionales por el primer lugar obtenido ayer, que lo llevó a la segunda vuelta, en al que cotejará con Keiko, hija del expresidente Alberto Fujimori.

Humala dijo haber recibido un llamado de felicitación del presidente de la Conferencia Episcopal católica, monseñor Miguel Cabrejos. Sobre la posibilidad de reunirse con candidatos derrotados, como el expresidente Alejandro Toledo y el peruano-norteamericano Pedro Kuczynski, señaló que en eso consiste la democracia.

Entretanto, la Confederación General de Trabajadores (CGTP) saludó el triunfo de Humala y dijo que este venció a los cuatro candidatos que planteaban el continuismo neoliberal, es decir Fujimori, Toledo, Kuczynski y el exalcalde de Lima Luis Castañeda.

La más importante central sindical del país destacó que un tercio del electorado votó por Humala, quien derrotó además a la campaña del miedo al cambio, promovida por sectores de poder y por el presidente Alan García. Este triunfo de Gana Perú compromete a las fuerzas políticas que integran el bloque a desplegar con mayor intensidad la difusión de su programa para ampliar el respaldo de la población.

La CGTP llamó además a enfrentar las estrategias de los grupos de poder económico que, como en el 2006, intentarán imponer a su candidata en la segunda vuelta utilizando todos medios legales e ilegales.

Aludió así a la feroz campaña mediática conservadora contra Humala que en 2006 hizo posible que García le gane a Humala.La central obrera hizo también una invocación a dejar de lado las diferencias y dogmas políticos que pudieran existir con la finalidad de atender la demanda de cambio de la población, que se ha consolidado en los comicios de ayer.

Fuente: Prensa Latina/PrensaPopularSolidaria http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com/ Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

PARTIDO COMUNISTA PERUANO SALUDA TRIUNFO DE OLLANTA HUMALA Y GANA PERÚ

PCP SALUDA TRIUNFO DE GANA PERU

El Partido Comunista Peruano – PCP- saluda el triunfo electoral obtenido por Ollanta Humala y en su condición de integrante de la confluencia GANA PERU comparte el éxito obtenido en esta primera etapa; en consecuencia ratificamos nuestro compromiso para obtener la victoria definitiva en la segunda vuelta de las elecciones presidenciales.


El PCP estará en primera línea, forjando el amplio frente anticorrupción, por la soberanía nacional, que propicie las transformaciones que el Perú necesita para su desarrollo sostenible.


Comisión Política PCP


DR. BERNARDO MILLONES , Sub Secretario General


Fuente: Página del PCP/PrensaPopularSolidaria


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TRIUNFO DE OLLANTA HUMALA EN PRIMERA VUELTA DE ELECCIONES DEL PERÚ YA ESTÁ SEGURO



Por: Aníbal Pantoja

Ollanta Humala, el candidato de la Coalición GANA PERÚ, triunfa con un 28% hasta ahora, en los cómputos de casi las tres cuartas partes de los votos del conteo oficial. Sin embargo, las proyecciones del conteo rápido le dan un puntaje cercano al 32/33%, que se revelará a medida que el conteo oficial de la ONPE injcluya toda la votación, donde hay promedios en Provincias del Perú con más del 50% de votos a favor de Humala.


De los otros candidatos, la proporción de crecimiento según aumenta el conteo favorece a Keiko Fujimore para el segundo lugar, y el yanqui PPK para el tercero. El candidato en cuarto lugar, Alejandro Toledo admitió su derrota, y dijo que: “Perú, hoy día, ha expresado su enojo y el descontento por tener un crecimiento económico sin distribuir los beneficios, y añadió que " la elección es un llamado de atención al país, porque el modelo económico de crecimiento no está llegando a la mayoría de los peruanos y ellos han expresado su descontento en las urnas”.


Keiko Fujimori en declaración ante sus partidarios se limitó realmente a decir que estaba segura de ir a la segunda vuelta, y a repetir sus alabanzas al gobierno de su padre.


Ollanta Humala expresó la Seguridad del triunfo de Gana Perú y de él en la Segunda Vuelta


Ollanta Humala expresó su seguridad del triunfo en la segunda vuelta por el apoyo popular creciente del pueblo peruano. Agradeció a los habitantes de los distintos sectores del Perú--uno a uno-- su respaldo, y al hecho de que ha sido más grande de lo esperado.


Señaló que ..."estamos de fiesta porque hay un pronunciamiento grande, el pueblo quiere una gran transformación y nuestro compromiso es con el pueblo peruano. Nuestro compromiso es con las mayorías nacionales, con la gente más humilde, con la gente más desamparada. Igualmente exhortó a sus partidarios, al pueblo peruano, a seguir en la lucha de inmediato, en la organización de la victoria definitiva en la segunda vuelta electoral.


Gana Perú Primera Fuerza en el Congreso


Por otra parte, a pesar de los vaticinios de la prensa, radio y TV peruanas, una Falsimedia de las peores y más reaccionaria y proimperialistas de América, la nota importante para el movimiento popular, es el hecho de que Gana Perú, la Formación Política y Social que respalda a Humala, haya sido la que sacó la mayor cantidad de parlamentarios al Congreso Peruano, a pesar de que a lo largo de la Campaña siempre se le colocó en un segundo plano por los "pronosticadores" y los medios.


El Partido Comunista Peruano emitió una Nota de respaldo a Humala por su triunfo y de llamado a la preparación y a la lucha para la segunda vuelta. PrensaPopularSolidaria la publica por separado.


Fuente: Partido Comunista Peruano/PrensaPopularSolidaria


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PERÚ.. ¡ A CONFIRMAR LA VICTORIA ¡

Por: Gustavo Espinoza M

La jornada electoral de ayer domingo culminó, como se había previsto, con la victoria del candidato del movimiento popular “Gana Perú”, Ollanta Humala Tasso, quien obtuvo algo más del 31% de las adhesiones formalmente reconocidas.

Este resultado constituye el reflejo del rechazo ciudadano a un “modelo” que hace agua por todas partes y que la derecha más reaccionaria considera “intocable” porque es el que le ha permitido acumular, en los últimos veinte años, incalculables beneficios.

Las cifras confirman el triunfo de Humala en gran parte del país. Virtualmente todo el sur peruano, el Trapecio Andino y la región central, han confirmado la victoria del único candidato que enfrentó la corrupción, la dependencia y el desgobierno en el que está insumida nuestra patria como consecuencia del manejo soberbio de una clase envilecida y en derrota.

Incluso una buena parte del norte y del oriente peruano ha registrado la victoria del candidato nacionalista, por lo que la representación parlamentaria del mismo lo ha convertido ya en la primera fuerza congresal.

Sin tener mayoría absoluta -ocupará 44 de los 130 escaños- y con una bancada mucho más cohesionada y sólida, podrá erguirse como la nueva fuerza dominante procurando una elemental política de alianzas.

Para alcanzar mayoría absoluta en el legislativo, requerirá de 22 votos adicionales, que podría alcanzar sin mucha dificultad sumando a sus tareas a sectores medios y partidos menores.

¿Qué significado han tenido, en el contexto concreto las elecciones peruanas celebradas el 10 de abril?

En primer lugar, han mostrado la existencia de una fuerza uniforme y cohesionada -Gana Perú- que se ha convertido en la primera expresión de la política peruana afirmando la esperanza y venciendo largamente al miedo.

En segundo lugar, ha permitido asegurar la victoria de los sectores más deprimidos de la sociedad. Los pobres han impuesto largamente su voluntad derrotado a las expresiones políticas de la clase dominante.

Las clases “acomodadas”, integrantes de los denominados segmentos “A” y “B”, han sufrido una categórica derrota producto de su quiebra política, pero también de su dispersión y desesperanza.

Las candidaturas de Pedro Pablo Kuzcynski y Luis Castañeda representaban más claramente los puntos de vista de estos sectores que hoy han quedado en minoría, porque incluso Alejandro Toledo buscó -aunque sin éxito- expresar más bien el punto de vista de los más golpeados por la crisis.

También segmentos pobres fueron los que ubicaron a Keiko Fujimori en el segundo lugar de la votación asegurando su presencia en la segunda ronda electoral que se celebrará el 5 de junio.

El tercer rasgo distintivo de los comicios recientes fue la catastrófica derrota del gobierno de Alan García y el desgarramiento dramático de su Partido, el APRA.

Cuando en 1990 García concluyó su primer mandato con resultados catastróficos, su Partido logró alcanzar, sin embargo, algo más del 20% de los votos y una fracción parlamentaria no desdeñable.

Hoy -no obstante los pregonados “éxitos” de su gestión gubernativa- apenas ha logrado superar el 5% de la valla minima requerida para salvar su legalidad y obtener representación congresal que, por primera vez en su historia, será más bien simbólica.

A la quiebra del APRA se ha sumado la confirmación de la crisis generalizada de los Partidos Políticos en el Perú de hoy. Los pocos que alcanzarán representación congresal: Acción Popular, el Partido Popular Cristiano y aún el Partido Aprista tendrán representaciones muy reducidas por lo que verán severamente mermadas sus posibilidades de gestión.

La Izquierda oficial, no correrá distinta suerte. Sus voceros formales tampoco alcanzaron el favor del electorado

Pero como no todo es victoria, Humala deberá enfrentar en la segunda ronda a Keiko Fujimori, que pudo captar alrededor del 22% de los votos desplazando a Kuczynski, el hombre de las transnacionales.

Tras las siglas del Partido de los Fujimori -“Fuerza 2011”- se cobijó una votación proveniente -en su mayoría- de los segmentos “D” y “E”, es decir, sectores muy golpeados por la crisis, que mostraron su “gratitud” por algunos “servicios” que les fueran adjudicados en su momento por la dictadura depuesta a inicios de este siglo.

Alberto Fujimori Fujimori –condenado hoy a 25 años de prisión por crímenes, robos, y otros delitos- se dio maña, en su gobierno, por mantener “asistida” a diversos núcleos de la población como una manera de dar “sustento social” a su política que fue la que le abrió las puertas al “modelo” neo liberal ahora en quiebra.

La Fujimori, contrariando realmente el sentido de su votación, representa sin embargo los intereses de la Mafia más corrupta y envilecida que aflorara en la vida nacional.

Su equipo de gobierno y su representación parlamentaria lo acreditan de manera fehaciente. Y lo confirma el hecho que, tanto en el debate del domingo 3 de abril como la noche de ayer en su manifestación pública, su vocera haya ratificado su identificación con las acciones de su padre.

La probabilidad negada de su eventual triunfo en la consulta del 5, sería el hecho más funesto y denigrante de la historia peruana en lo que va del presente siglo.

El hecho que a la segunda ronda electoral pasen entonces Ollanta Humala y Keiko Fujimori crea entonces una situación ciertamente complicada. Pero, sobre todo, coloca al candidato de Gana Perú ante un imperativo inexcusable: tiene que ganar, cueste lo que cueste.

Podrá hacerlo, sin duda, porque la mayoría de los peruanos rechaza la violencia, la violación sistemática de los derechos humanos, el saqueo de la hacienda pública, el pillaje en la administración del Estado y el crimen organizado. Pero deberá procurar convencer que estos rasgos son los que predominan en las canteras del fujimorismo.

Mientras en el escenario formal el debate se plantea entre estas dos candidaturas, en la vida cotidiana los peruanos mantienen muy en alto la esperanza. Y su voluntad de lucha, alimentada por expresiones de heroísmo tan definido como lo ocurrido recientemente en Islay, en la región Arequipa; se mantiene enhiesta.

La disyuntiva electoral el 5 de junio -sin embargo- puede servir también de pretexto para que fuerzas “golpistas” busquen anular estos comicios y pretendan convocar otros nuevos, asegurando, para este efecto, la unidad electoral de la derecha que esta vez compitió dividida en tres segmentos.

Aunque difícil alternativa en la actual coyuntura continental, e incompatible, además con el escenario peruano de nuestro tiempo, una acción de este tipo –desesperada en extremo- podría ser tentada.

Para el movimiento popular, la única salida es ganar otra vez. El pueblo, no tiene más camino, sino confirmar su victoria.

Por GUSTAVO ESPINOZA M, del Colectivo de Dirección de Nuestra Bandera

Fuente: Nuestra Bandera/Redglobe/PrensaPopularSolidaria
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LA GUERRA FASCISTA DE LA OTAN

Por: Fidel Castro Ruz


No había que ser adivino para saber lo que preví con rigurosa precisión en tres Reflexiones que publiqué en el sitio Web CubaDebate, entre el 21 de febrero y el 3 de marzo: “El plan de la OTAN es ocupar Libia”, “Danza macabra de cinismo”, y “La Guerra inevitable de la OTAN”.

Ni siquiera los líderes fascistas de Alemania e Italia fueron tan sumamente descarados a raíz de la Guerra Civil Española desatada en 1936, un episodio que muchos tal vez hayan recordado en estos días.

Han transcurrido desde entonces casi exactamente 75 años; pero nada que pueda parecerse a los cambios que han tenido lugar en 75 siglos, o si lo desean, en 75 milenios de la vida humana en nuestro planeta.

A veces parece que, quienes serenamente opinamos sobre estos temas, somos exagerados. Me atrevería a decir que más bien somos ingenuos cuando suponemos que todos debiéramos estar conscientes del engaño o la colosal ignorancia a que ha sido arrastrada la humanidad.

Existía en 1936 un intenso enfrentamiento entre dos sistemas y dos ideologías aproximadamente equiparadas en su poder militar.

Las armas entonces parecían de juguete comparadas con las actuales. La humanidad tenía garantizada la supervivencia, a pesar del poder destructivo y localmente mortífero de las mismas. Ciudades enteras, e incluso naciones, podían ser virtualmente arrasadas. Pero jamás los seres humanos, en su totalidad, podían ser varias veces exterminados por el estúpido y suicida poder desarrollado por las ciencias y las tecnologías actuales.

Partiendo de estas realidades, son bochornosas las noticias que se transmiten continuamente sobre el empleo de potentes cohetes dirigidos por láser, de total precisión; cazabombarderos que duplican la velocidad del sonido; potentes explosivos que hacen estallar metales endurecidos con uranio, cuyo efecto sobre los pobladores y sus descendientes perdura por tiempo indefinido.

Cuba expuso en la reunión de Ginebra su posición respecto al problema interno de Libia. Defendió sin vacilar la idea de una solución política al conflicto en ese país, y se opuso categóricamente a cualquier intervención militar extranjera.

En un mundo donde la alianza de Estados Unidos y las potencias capitalistas desarrolladas de Europa, se adueña cada vez más de los recursos y el fruto del trabajo de los pueblos, cualquier ciudadano honesto, sea cual fuere su posición ante el gobierno, se opondría a la intervención militar extranjera en su Patria.

Lo más absurdo de la situación actual es que antes de iniciarse la brutal guerra en el Norte de África, en otra región del mundo a casi 10 000 kilómetros de distancia, se había producido un accidente nuclear en uno de los puntos más densamente poblados del planeta tras un tsunami provocado por un terremoto de magnitud 9 que a un país laborioso como Japón ha costado ya casi 30 mil víctimas fatales. Tal accidente no habría podido producirse 75 años antes.

En Haití, un país pobre y subdesarrollado, un terremoto de apenas 7 grados en la escala de Richter ocasionó más de 300 mil muertos, incontables heridos y cientos de miles de lesionados.

Sin embargo, lo terriblemente trágico en Japón fue el accidente en la planta electronuclear de Fukushima, cuyas consecuencias están todavía por determinarse.

Citaré solo algunos titulares de las agencias noticiosas:

“ANSA.- La central nuclear de Fukushima 1 está difundiendo “radiaciones extremadamente fuertes, potencialmente letales”, dijo Gregory Jaczko, jefe de la Nuclear Regulatory Commission (NRC), el ente nuclear estadounidense.”

“EFE.- La amenaza nuclear por la crítica situación de una central en Japón tras el sismo, ha disparado las revisiones de la seguridad de las plantas atómicas en el mundo y ha llevado a algunos países a paralizar sus planes.”

“Reuters.- El devastador terremoto de Japón y la profundización de la crisis nuclear podría generar pérdidas de hasta 200.000 millones de dólares en su economía, pero el impacto global es difícil de evaluar por el momento.”

“EFE.- El deterioro de un reactor tras otro en la central de Fukushima siguió alimentando hoy el temor a un desastre nuclear en Japón, sin que los desesperados intentos para controlar una fuga radiactiva abrieran un resquicio a la esperanza.”

“AFP.- Emperador Akihito expresa preocupación por el carácter imprevisible de la crisis nuclear que golpea a Japón tras el sismo y el tsunami que mataron a miles de personas y dejaron a 500.000 sin hogar. Reportan nuevo terremoto en la región de Tokio.”

Hay despachos que hablan de temas más preocupantes todavía. Algunos mencionan la presencia de yodo radiactivo tóxico en el agua de Tokio, que duplica la cantidad tolerable que pueden consumir los niños más pequeños en la capital japonesa. Uno de los despachos habla que las reservas de agua embotellada se están agotando en Tokio, ciudad ubicada en una prefectura a más de 200 kilómetros de Fukushima.

Este conjunto de circunstancias determinan una situación dramática para nuestro mundo.

Puedo expresar mis puntos de vista sobre la guerra en Libia con entera libertad.

No comparto con el líder de ese país concepciones políticas o de carácter religioso. Soy marxista-leninista y martiano, como ya he expresado.

Veo a Libia como un miembro del Movimiento de Países No Alineados y un Estado soberano de los casi 200 de la Organización de Naciones Unidas.

Jamás un país grande o pequeño, en este caso de apenas 5 millones de habitantes, fue víctima de un ataque tan brutal por la fuerza aérea de una organización belicista que cuenta con miles de cazabombarderos, más de 100 submarinos, portaaviones nucleares, y suficiente arsenal para destruir numerosas veces el planeta. Tal situación jamás la conoció nuestra especie y no existía nada parecido hace 75 años cuando los bombarderos nazis atacaron objetivos en España.

Ahora, sin embargo, la desprestigiada y criminal OTAN escribirá una “bella” historieta sobre su “humanitario” bombardeo.

Si Gaddafi hace honor a las tradiciones de su pueblo y decide combatir, como ha prometido, hasta el último aliento junto a los libios que están enfrentando los peores bombardeos que jamás sufrió un país, hundirá en el fango de la ignominia a la OTAN y sus criminales proyectos.

Los pueblos respetan y creen en los hombres que saben cumplir el deber.

Hace más de 50 años, cuando Estados Unidos asesinó a más de cien cubanos con la explosión del mercante “La Coubre”, nuestro pueblo proclamó “Patria o Muerte”. Ha cumplido, y ha estado siempre dispuesto a cumplir su palabra. “Quien intente apoderarse de Cuba -exclamó el más glorioso combatiente de nuestra historia- solo recogerá el polvo de su suelo anegado en sangre”.

Ruego se me excuse la franqueza con que abordo el tema.

Fuente: Bellaciao.Org/PrensaPopularSolidaria
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PERÚ: HUMALA, GANA PERÚ Y PUEBLO PERUANO EN RUMBO A LA BATALLA ELECTORAL DECISIVA


Elecciones en el Perú: Rumbo a la batalla decisiva

La candidatura presidencial de Ollanta Humala ha conseguido una importante victoria electoral, ahora hay que prepararnos para dar la batalla decisiva para terminar con 20 años de hegemonía neoliberal y abrir una nueva etapa en la historia de nuestra patria. De confirmarse las tendencias electorales que las encuestas a boca de urna señalan, la segunda vuelta será entre Ollanta Humala y Keiko Fujimori. Es decir, entre la propuesta del cambio expresada por Ollanta Humala y el continuismo neoliberal representada por la heredera del corrupto ex-presidente Fujimori.

Este escenario electoral plantea nuevos retos para la segunda vuelta electoral. La primera es saber cuál va a ser la actitud que asumirán los grupos de poder económico, si mantendrán una actitud imparcial en la segunda vuelta electoral o participarán activamente en la campaña contra Humala. La segunda es saber que decisión adoptarán Kuczynski, Toledo y Castañeda frente a la segunda vuelta, y hasta que punto los electores que apoyaron esas candidaturas acatarán disciplinadamente las directivas tomadas por las dirigencias partidarias.

Visto en blanco y negro, existen mayores afinidades programáticas entre Kuczynski, Toledo, Castañeda con Fujimori que con Ollanta. Entonces lo más probable es que los candidatos derrotados en la primera vuelta busquen un nivel de acercamiento con Fujimori, y como ya nos tienen acostumbrados, llamen a votar con la nariz tapada por Keiko Fujimori, repitiendo lo sucedido en las elecciones del 2006 en donde García ganó en segunda vuelta con el apoyo de la derecha.

Sin embargo, hay que tener en cuenta que el fujimorismo sigue siendo la piedra en el zapato para un importante sector de la derecha liberal y democrática. Además que el comportamiento de los electores peruanos no está determinado por lealtades políticas. Esto significa que la segunda vuelta electoral está totalmente abierta. Las posibilidades de ganar hay que construirlas con una estrategia integral que analice de manera realista el panorama político luego del 10 de abril.

El Perú sigue siendo un país en disputa en donde no existe todavía una fuerza política mayoritaria capaz de imponer su programa, ello implica seguir desarrollando una campaña de divulgación del programa de Gana Perú para construir una nueva mayoría política y social que sea el sustento del cambio que la patria necesita.

Pero mientras tanto, hoy día tenemos derecho a festejar el triunfo obtenido en primera vuelta.

Fuente: Partido Comunista Peruano/PrensaPopularSolidaria
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domingo, 10 de abril de 2011

¿VEMOS UN GOLPE DE ESTADO DE SANTOS CONTRA CHÁVEZ CON PORFIRIO LOBOS PRESENTE?

Por: Dick Emanuelsson

Telesur acaba de transmitir en directo desde Cartagena de las Indias en la costa caribeña colombiana, diciendo que Juan Manuel Santos quiere ser mediador entre Porfirio Lobo y Hugo Chávez, sin que nadie se lo haya pedido. Informa que Lobo esta por aterrizar en este momento en Cartagena.

Pero no es de extrañar, ya que Santos era ministro de defensa el 28 de junio de 2009 cuando se ejecutó el golpe de estado militar en Honduras.

La primera delegación del régimen cívico-militar que salió a Costa Rica para negociar con el derrocado presidente Zelaya, no regresó a la capital hondureña después de las conversaciones fracasadas. Siguió a Panamá, donde fue recibido por Ricardo Martinelli, presidente y empresario de la extrema derecha. Continuó el viaje al sur y llegó a Bogota donde fue recibida por el entonces presidente Álvaro Uribe.

Según la delegación golpista hondureña, Uribe los recibió en la casa presidencial Nariño “y expresó su simpatía personal” por el golpe de estado en Honduras, dijeron los integrantes de la delegación del dictador Roberto Micheletti en su regreso a Tegucigalpa, declaraciones no tan convenientes para Uribe que quiso tener un perfil públicamente bajo, ya que el régimen del terrorismo de estado de Bogotá, había votado en la OEA y en UNASUR condenando el golpe de estado, pero por el otro lado halaba los hilos y apoyo al régimen golpista en Honduras.

Santos era parte de ese régimen uribista que entonces jugaba doble y que ahora también sigue el mismo rumbo, fiel de los órdenes de Hillary Clinton y el Pentágono.

Chávez, que quiere mejoras las relaciones con Colombia, esta en un dilema. ¿Reunirse en Colombia durante una reunión bilateral con Porfirio Lobo que en Honduras es considerado por la Resistencia Popular como “la extensión y la continuación del golpe de estado el 28 de junio de 2009” y que ha replegado, según la misma resistencia y sobre todo el magisterio unido, una represión mucho peor que el mismo régimen de facto de Micheletti (28 de junio 2009-27 de enero 2010) ejecutaba?

Durante el reciente mes el magisterio ha estado en las calles, defendiendo la educación pública y enfrentando una represión nunca antes visto en Honduras por parte del ejército, policía y los Comandos Cobras. Una maestra muerta y centenares de maestros y “resistentes” heridos o terriblemente afectados por el infierno de gases lanzados por parte de los uniformados, es el saldo que ha dado el señor Lobo, en su intento de quebrar la columna vertebral de la Resistencia hondureña, el magisterio con sus 60.000 maestros organizados.

Chávez perdería muchísima simpatía que tiene con la Resistencia y en el pueblo hondureño en general si aceptaría sentarse en la misma mesa con Lobo. Honduras esta quebrado económicamente y hasta el presidente de los industriales afiliados en ANDI, Adolfo Facussé, sindicado como uno de los instigadores del golpe de estado y que ha hecho declaraciones humillantes contra el mandatario venezolano más que una vez, pidió a principio de esta semana al señor Lobo de solicitar una audiencia con Chávez para que Honduras vuelva al seno de Petrocaribe ya que los precios del combustible prácticamente han sido duplicados desde el 28 de junio de 2009 y afecta ahora a todos.

Chávez tiene que mostrar una posición más coherente. Recordamos los cambios bruscos de la política venezolana en relación con su homologo Uribe. Un día es un “hermano, amigo” para al otro día ser traicionado, como es la personalidad, por Uribe, enviando diez divisiones de tanques a la frontera con Colombia. Los chavistas de base se han quedado más que una vez sorprendidos y decepcionados por esos cambios bruscos.

Y si ahora Chávez cae en la trampa del “arreglo gringo”, que esta armando Juan Manuel Santos en la reunión bilateral en Cartagena, Colombia, pues creará una tremenda decepción en Honduras, dice fuentes de la Resistencia.

Y si Chávez no ha sido informado sobre la llegada de Lobo a Cartagena, y que es tan sorprendido como los televidentes de Telesur, pues no se puede caracterizar ese suceso más que un otro “Falso Positivo” de Santos contra Chávez. Recordamos que Santos es el Padre del invento de los “Falsos Positivos”.

Porfirio Lobo nunca protestó contra el golpe de estado militar, “porque hubiera perdido las elecciones” el 29 de noviembre de 2009, como dijera en confianza al derrocado presidente Manuel Zelaya cuando este era un rehén en la embajada de Brasil (septiembre 2009-27 de enero 2010).

Y ahora quiere ser reconocido por el “demonio”, como es pintado Chávez en la prensa ligada al golpismo hondureño.

¿Y eso porque?

Los golpistas desde el 28 de junio de 2009 no solamente se han sostenido con las donaciones y prestamos de Venezuela, ALBA y Petrocaribe, sino también el régimen de Lobo que hace un mes informaba que unos 48 millones de dólares que eran partes de Petrocaribe, serian utilizados por el gobierno.

Cinco tractores donados por Venezuela están al servicio de las Fuerzas Armadas hondureña, tractores que serian parte del desarrollo del campo hondureño y al servicio al campesinado organizado. La misma suerte ha corrido 30.000 computadores donados por los países del ALBA.

¿Qué explicación daría señor Lobo en una eventual reunión con Chávez sobre esto?

Fuente: SCBCI/PrensaPopularSolidaria
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LOS BOCA DE URNAS REALES DAN A HUMALA GANADOR ABSOLUTO

Hasta ahora hemos venido dando los resultados a boca de urna de los sectores de Lima y cercanías. Sin embargo, hay ya los de sectores del interior del Perú, que colocan a Ollanta en una muy buena y ascendente posición en sus resultados.

Así, del periódico del Partido Comunista del Perú tomamos sus actuales boca de urna en el interior.

OLLANTA HUMALA:

CUSCO 56%, TACNA 57%, HUANCAVELICA 54%, AYACUCHO 54%, PUNO 52%, APURÍMAC 49%, HUÁNUCO 49%.

Fuente: Partido Comunista del Perú/PrensaPopularSolidaria
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OLLANTA HUMALA PUNTEA DESPRENDIDO Y CON GRAN VENTAJA ELECCIONES EN PERÚ CON TENDENCIA IRREVERSIBLE




Los primeros "boca de urna" en Lima colocan a Ollanta Humala desprendido de todos los demás candidatos, los cuales no alcanzan ni siquiera al 20% de los votos, salvo Keiko Fujimori, que alcanza el 20% en promedio.

Ollanta Humala en tendencia ya ireversible tiene un boca de urna de organizaciones populares un cuarenta por ciento (40%), mientras que las encuestadoras oficiales conocidas le dan a Humala un triunfo indiscutible, con cantidades de entre un treinta y tres (33%)por ciento y un treinta y seis por ciento, en tendencias para ellos ya irreversibles, que reflejan los sectores de ciudades y comunidades grandes.

Esto refleja una consolidación de la tendencia que habíamos comentado anteriormente, de que Humala había alcanzado subir de manera importante en las ciudades y especialmente en Lima. Para el segundo lugar, bastante lejos se encuentran peleado, cercanos al veinte por ciento, Keiko Fujimori y el norteamericano-peruano Pedro Kutzinski. Mientras que Toledo el Nefasto se quedará pegado de su botella y bastante lejos.

Las boca de urna, igualmente, le dan una importante participación para el Congreso a los candidatos de Gana Perú.

Los correos que nos llegan desde Europa--Italia, Francia, España-- indican igualmente un triunfo holgado de Ollanta Humala, en casos sobre el 40% de la votación.

Fuente: Envíos a nuestro Correo/PrensaPopularSolidaria
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PERÚ DECIDE SU DESTINO: HUMALA IRÁ A LA PRESIDENCIA Y GANA PERÚ TENDRÁ UNA FUERTE REPRESENTACIÓN EN EL CONGRESO

Por: FARRBAU


En el día de las elecciones en el Perú, las esperanzas populares, del pueblo peruano, estarán puestas en la Candidatura Presidencial de Ollanta Humala, quien de acuerdo a las últimas encuestas, otros datos, la prolongación de una tendencia de apoyo a Gana Perú y Humala que se extiernde por todo el país, deja abierta la posibilidad de su ganancia, de Humala . en la primera vuelta.


El sentimiento popular sobre la política en Perú


A pesar de todas las campañas de prensa, radio, televisión, del uso de las encuestas como parte de la campaña electoral y enfocados todos contra Humala y Gana Perú, la verdad está saliendo a flote progresivamente y a tiempo, para que no se le pudiera ocultar al pueblo peruano la verdad:


a) que el rechazo a las políticas neoliberales y de entrega al imperialismo y la oligarquía peruana es prácticamente total. Más de un noventa por ciento de los peruanos rechazan total y absolutamente las políticas usadas hasta ahora desde el gobierno--un 60%, sesenta por ciento--

mientras que más de 30%, treinta por ciento, rechazan en su gran mayoría las ejecutorias de tales políticas, y sólo un poco más del 05% , cinco por ciento, dan su aprobación a la aplicación a tales políticas. Es decir, la inmensa mayoría de los peruanos ansía un cambio, el cambio que representan Humala y Gana Perú.


b) El movimiento organizado de los habitantes del Perú: la clase obrera y la CGTP, Central de los trabajadores del Perú, las organizaciones del campesinado, cultivadores de la Hoija de Coca de consumo legal tradicional, mujeres, jóvenes, estudiantes. educadores, empleados, artesanos, pequeños y medianos empresarios, prácticamente toda la estructura de organización reivindicativa y representativa peruana, está orgánicamente ubicada en el apoyo a Humala y Gana Perú.


c) Que el avance torrencial en las encuestas de Gana Perú y Ollanta Humala están reflejando la coherencia del pensamiento electoral con el rechazo a las políticas actuales y la lucha y el ansia de los peruanos por lograr el cambio. El pueblo está tendiendo a votar de manera coherente según está pensando, y apartando las formas de campañas de ocultamiento características de las campañas electorales de los representantes de la oligarquía, la entrega al imperialismo, los capitales exteriores y el remachamiento de las políticas actuales que van en desmedro del pueblo y los sectores populares peruanos.capitales


d) Que los candidatos de la Oligarquía y el imperialismo bajan y bajan y siguen bajando en las intencioines de votos, de una manera tal que ya no se puede ocultar, y desesperados se caen a cuchilladas entre ellos, en una demostración de que lo que se está cayendo no es la candidatura de cada uno de ellos/as, sino en su totalidad la concepción política neoliberal hasta ahora aplicada en el Perú, y lo que está emergiendo y aumentando crecientemente es el sentimiento de lograr un cambio, que representan Humala y Gana Perú.


e) El ocultamiento de los números reales en las encuestas , el uso de las encuestas como arma electoral, al igual que el uso de la Falsimedia escrita, oral y de imágen, se les cayó a los candidatos del sistema, y la decisión se trasladó a las calles, donde las marchas, caravanas, manifestaciones, concentraciones y mítines del candidato Humala y de Gana Perú son multitudinarias, gigantescas mientras las de los candidatos de las cuchilladas entre ellos se hacen cada vez más magras, delgaditas y de escasa concurencia.


f) El respaldo a la candidatura Humala y Gana Perú es orgánico, de estructuras organizadas de lucha popular y política, y ha logrado una importantísima cobertura superior al 85% (ochenta y cinco por ciento) de representación en los organismos electorales, en los centros de votación, y avanzando hacia la totalidad, lo cual hace más difícil el fraude, característico de los gobiernos y sectores dominantes en Perú, y es una garantía para la movilización y cuido del voto popular.


g) La autoridad e importancia del mensaje de Gana Perú se ha reforzado, al constituír esta coalición una representación de los Partidos y fuerzas nacionalistas, defensores de la cultura, los valores nacionales y contra la desnacionalización, del combate anticorrupción, de defensa de las riquezas y el medio ambiente en el Perú, de los revolucionarios, donde participan los comunistas, socialistas, radicales, dirigentes sindicales, campesinos y sociales, estructura que tiene un objetivo estratégico en la transformación del Perú a favor del pueblo, y cuyo objetivo táctico actual del logro de la Presidencia del Perú y un Congreso progresista está en sintonía con lo que piensa el pueblo peruano.


Hay otras muchas razones que hacen que la candidatura de Ollanta Humala y las de Gana Perú al Congreso gozarán del favor del voto del pueblo peruano en las próximas elecciones de mañana, para ganar la Presidencia en la Primera Vuelta, y un nutrido conjunto de representantes al Congreso, de congresantes que no van a caer en la tradicional negociación y cambio de posición al llegar al Congreso que ha caracterizado a los últimos Congresos peruanos.


Los pueblos de América Latina están en espera de un importante avance en Perú, que garantice el fortalecimiento del movimiento popular latinoamericano y del mundo, en la lucha contra el imperialismo y la guerra, por la paz, la defensa del ambiente y de la soberanía nacional


Fuente: PrensaPopularSolidaria


DE LO QUE SE SALVÓ PERÚ....

Por: Tobías

Toledo fue durante su presidencia de Perú un instrumento a la orden del imperialismo para atacar a Venezuela. Entre otras ejecutorias, Toledo el Nefasto, como se le conoce comunmente por reunir tantas malas costumbres y cualidades como instrumento del imperialismo,cada vez que había una reunión de la OEA él presentaba una poetición para sancionar a Venezuela, instalado como motivo en cualquiera de las provocaciones o inventos del imperialismo contra nuestro País.

En la prensa peruana son frecuentes los comentarios, donde se ponen de bulto las "cualidades" de muchos de estos personajes al servicio del imperialismo. En relación a los resultados electorales, en un comentario en una página en Internet del Perú, se puede leer lo siguiente:

"TOLEDO, YA FUE YA ESO LE PASA POR SOBERBIO , COMO CREERSE EL SALVADOR , ESOS ASESORES IMBÉCILES QUE QUERÍAN AGARRAR DE ¿CHOLITOS A LA GENTE?, LA GENTE YA NO ES COJUDA HAY MÁS INFORMACIÓN AHORA, HAY INTERNET EL PUEBLO PERUANO NO SE OLVIDA DE LO QUE EL BORRACHO HIZO EN SU GOBIERNO , MANDONEADO POR SU MUJER QUE DESPILFARRO LA PLATA Y QUE SE BURLO DEL PERÚ ,EL NEPOTISMO (LA PREFERENCIA QUE TUVO PARA SUS FAMILIARES PARA DARLE TRABAJO SIN TOMAR EN CUENTA LA COMPETENCIA QUE ESTABA MEJOR PREPARADA).

EL AVIÓN PARRANDERO, SUS FAMILIARES DELINCUENTES QUE AHORA SALEN ABSUELTOS, LAS FIRMAS FALSAS , EL CARNET DE LA CHACANA QUE LES SIRVIA PARA OCUPAR UN PUESTO DE TRABAJO EN EL ESTADO CUANDO ESTOS VAGOS NI SIQUIERA TRABAJABAN. LO DE SU ESCOLTA LADY BARDALES, NEGO A SU HIJA, AHORA Y ,LO ÚLTIMO SE HACE EL EXAMEN TOXICOLÓGICO EN PRIVADO,Y AHORA EL PERDEDOR YA SE DIÓ CUENTA QUE ESTA EN NADA Y PIDE QUE RENUNCIE PPK Y CASTAÑEDA PARA UNIRSE JAJAJAJA.....

OYE BORRACHO TANTO LE ATACASTE A HUMALA Y AHORA HUMALA TE VA A GANAR EN LA PRIMERA VUELTA Y TÚ NO PASAS PARA LA SEGUNDA... ...SI TÚ Y VARGAS LLOSA DIJERON QUE HUMALA Y KEIKO ES COMO ELEGIR EL CÁNCER Y EL SIDA, SE OLVIDARÓN QUE VOTAR POR TI ES ELEGIR LA CIRROSIS HEPÁTICA AGUDA , UDS. TIENEN LA CULPA QUE HUMALA ESTE PRIMERO YA FUISTES BORRACHO SIGUE CHUPANDO NOMAS PARA AFLIGIR LAS PENAS Y DOLORES

Y por si fuera poco, en su último mitin demostró que ni se sabe el Himno Nacional, dejando de cantarlo, y encima se puso a llorar.

Bien, el Perú se sal´vó de este instrumento del imperialismo, cuya única "virtud" es hacer todo lo que le dictan desde Washington.

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FAVORABLES A HUMALA PARA GANAR EN PRIMERA VUELTA LOS BOCA DE URNA EN BARCELONA DE ESPAÑA

Los primeros "boca de urna", llegados a nuestro correo desde Barcelona, España, indican una tendencia favorable a la ganancia de Ollanta Humala en la primera vuelta.

Según un correo, en esa ciudad de España votan alrededor de 35.000 peruanos, y por la diferencia horaria votaron antes que en el Perú.

Con varias tomas en tres horarios, Humala presentó un 47%, 54% y 52%, que en promedio darían una votación superior al 50% necesario para ganar en la primera vuelta.

Esperamos nuevos correos de amigos, desde España y otros países europeos.

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sábado, 9 de abril de 2011

LAS PROTESTAS EN MAGALLANES Y EL PASADO HISTÓRICO REVOLUCIONARIO




Por: Mario. R. Fernández

Recuerdo que en las tardes, en el hotel Montecarlo se encontraban muchos hombres maduros y jóvenes de izquierda, porque el tema de la política era el centro de la vida social, y junto al vino blanco con rodajas de limón, se discutía muchas veces sobre las contradicciones que tenía la Unidad Popular en la región, tema que levantan particularmente los jóvenes. Muchas personas importantes del frente político del gobierno de Allende eran gente jerárquicas y adineradas, porque aunque la sociedad magallallánica tenía apariencia de más democrática era conocimiento común que los ricos de Magallanes eran muy corruptos y que muchos de ellos se habían enriquecido con el contrabando y otras actividades ilegales.


Además, era visible que gran parte de las clases medias estaban más dedicadas al consumismo y al arribismo que al proceso que vivía el pais. Sin duda el sostén del proceso era el pueblo trabajador magallánico, muy sacrificado y honesto, gente con palabra y honor. Quizás todo esto quedó guardado por muchos años como en un baúl, como se guardan las cosas del pasado, y la protesta de Magallanes en enero de este año es un signo de que ha llegado el momento de revisar el pasado, demostrarndo que esa historia de luchas no fueron en vano.


En años de la Unidad Popular, como seguramente sigue siendo ahora, la economía de Magallanes dependía mucho del Estado chileno. Durante la dictadura y los gobiernos de la Concertación el proyecto regional fue destruído, al destruirse la CORMAG. La Administración Pública, las Fuerzas Armadas y la Enap eran el sostén de la zona. La ideología imperante en todo Chile ha revindicado el papel de los “pioneros”, pero estos han sido verdaderos nuevos conquistadores que levantaron fortunas importates a principios del siglo 20 en base a la usurpación de tierras fiscales, el genocidio contra los aborígenes de la región, monopolios y explotación al pueblo magallánico.


Con la vuelta a los “pioneros” se quiere imponer la idea de que el capitalista privado es, y ha sido, fundamental para el desarrollo de la zona, pero la verdad es que sin que el Estado juegue ese papel fundamental como proveedor e inversionista, toda la región sería muy poco desarrollada y muy poco habitada. Sin duda, Magallanes, como tantas otras regiones del mundo, y los magallánicos tendrán que enfrentar grandes desafios en un futuro no muy lejano. Su principal motor económico, que fué por muchas décadas Enap-Magallanes está en vias de extinción, el colapso del gas natural se ve muy cercano, y los recursos del mar también se están terminando. Estos tiempos difíciles convocarán nuevamente al pueblo magallánico al protagonismo, tendrán que definir su destino.


Un día, por las circunstancias y mi propia voluntad, dejé Magallanes. Quizás no vuelva nunca más a residir en esas tierras de la Patagonia chilena, pero disfruto siempre con la amena lectura de las páginas escritas por sus talentosos narradores, poetas y ensayistas -Ramón Diaz Eterovic, Pavel Oyarzún, Rolando Cárdenas entre muchos otros. Gracias a ellos vuelvo a caminar por sus calles, su pampa de coirones o sus bosques de árboles torcidos por el viento, en los muchos días grises y fríos que viven quienes habitan esas lejanías.


Y desde donde estoy, lugar ventoso también en el otro extremo del continente americano, bañado por las aguas del Atlántico, rindo honor a todos aquellos que con su honor, consciente y hasta inconscientemente, han luchado y luchan por defender los derechos básicos y muestran un ejemplo valeroso al resto del país con sus acciones dignas.


Fuente: Bellaciao.Org/PrensaPopularSolidaria


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PORTUGAL. EN MARCHA BÚSQUEDA DE LA UNIDAD DE LA IZQUIERDA CONTRA EL NEOLIBERALISMO



Portugal : una esperanza en medio de la tempestad neoliberal


Traducción
: Por J.A.Pina

Este viernes, las direcciones del Partido Comunista Portugués y del Bloque de Izquierda mantendrán una reunión inédita en la Asamblea de la República

El encuentro tiene lugar en un momento especialmente grave para los ciudadanos portugueses : el primer ministro dimisionario, el socialdemócrata José Sócrates, acaba autoritariamente de vender a su país al FMI de Strauss Kahn, al Banco Central de Trichet y a la Comisión Europea de Barroso.

Es tanto como decir que la perspectiva de ver nacer un Front de Gauche a la portuguesa es una formidable esperanza. Unidos, el Partido Comunista Portugués (con la Coalición Democrática Unitaria) y el Bloque de Izquierda podrían llegar a ser la alternativa política que Portugal necesita.

Esta izquierda unida podría ser la salida política de los 3 millones de trabajadoras y trabajadores (el 75% de la fuerza de trabajo del país) que salieron a la calles de Portugal el 24 de noviembre de 2010, de los 400.000 precarios que se manifestaron el 19 de marzo pasado, del conjunto del pueblo portugués que rechaza pagar la crisis de sus élites financieras.

El Parti de Gauche sigue mostrando todo su apoyo al acercamiento del PCP y del Bloco de Esquerda y expresa su esperanza de que “ahora ya nadie cierre las puertas que abril abrió” (“agora nimguem mais cerra as portas que abril abriu” Ary Dos Santo) en la otra izquierda portuguesa.

Fuente: L"Humanité en Español/PrensaPopularSolidaria http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com

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PERÚ VA POR EL CAMBIO CON HUMALA PRESIDENTE Y GANA PERÚ EN EL CONGRESO




Por: Aníbal Pantoja


Humala ganando la Presidencia en la Primera Vuelta electorasl y Gana Perú con un aumento considerable también es lo que refleja el panorama electoral en la última y final etapa de las elecciones peruanas.

Las encuestadoras oficiales y la Falsimedia, ya no les quedó más remedio que atender a la realidad, y aún tratando de ocultarla, presentan en las últimas encuestas un aumento imbatible de Humala, quien es el único candidato que aumenta y todos los demás se desploman.

Numéricamente, ya hubo encuestas que colocaron a Humala muy por encima, e incluso, le dan ventajas por encima de los diez puntos. y la intención de votos por encima del treinta por ciento, cuando, por cierto, las mediciones populares indican mucho más del cuarenta por ciento y aún subiendo en un porcentaje creciente hacia la mayoría absoluta.

Las últimas movilizaciones de Gana Perú y Humala han sido impresionantes, tales como la de Lima-Callao, que fue la mas grande de todos los candidatos, y donde las encuestas ya lo dan claro ganador, con un avance en porcentaje impresionante.

La caravana y movilización del Sur, en Arequipa, donde cerró Humala, fué también gigantesca, y el crecimiento en las encuestas en el interior es también muy importante y sólido, como para esperar que en la Primera vuelta se resuelva la Presidencia a favor de Humala, el cual ya es inalcanzable por ningún otro candidato.

Fuente: PrensaPopularSolidaria http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com/

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viernes, 8 de abril de 2011

LA CIA SE LUCRABA CON LA DROGA



Desclasificado: La CIA se lucraba de la droga Artículo perteneciente a la sección "Desmonta los medios"


Miguel Ruiz - Tercera Información


Este es el tipo de noticias que, en cuanto la lees, corres a contárselo a tu gente. ¿Oye, te has enterado de que la CIA se financiaba con dinero de la droga? A pesar de que la noticia es totalmente cierta, los grandes medios (por lo menos los españoles) no han dicho nada. Estos grandes medios esperan que si no publican la noticia no nos enteraremos. Para ellos, esta noticia no existe.


Paramilitarismo: la CIA, a través del dinero de la droga, conseguía fondos para financiar el paramilitarismo en América Latina. La CIA, de esta manera desestabilizaba gobiernos y revoluciones o posibles revoluciones durante los 70s, 80s y 90s.


Activistas estadounidenses: la CIA también usó el dinero de la droga para atacar a los líderes y agitadores que se manifestaban a favor de los derechos civiles en EEUU (como la lucha contra el racismo).


Ronald Reagan y George Bush I: promovieron, cara a la galería, la lucha contra las drogas. Curiosamente, mientras decían eso a la masa social, el tráfico de drogas aumentó más y más.


Cuesta creer que México y Colombia vendan la droga a EEUU (principal consumidor) mientras que EEUU mueve tropas militares a sus anchas en Colombia para luchar contra la droga Todo esto ahora ya está comprobado al haberse desclasificado más de 8000 documentos.


Fuente: Tercera Información/PrensaPopularSolidaria


OLLANTA HUMALA SE PERFILA GANADOR EN LA PRIMERA VUELTA DE LA PRESIDENCIA DEL PERÚ Y GANA PERÚ PRIMEROS EN VOTOS AL CONGRESO




Por: Aníbal Pantoja



La expectativa general que se presenta ante la elección en el Perú no es ya de como quedará la primera vuelta y de quienes pasarán a la segunda. Para la población del propio Perú, para la América del Sur y Latinoamérica en general, y el mundo, la espera es por la posibilidad abierta de que Ollanta Humale gane directamente en la primera vuelta.

Bases para el triunfo directo de Ollanta Humala en la primera vuelta.

A lo largo de la Campaña Electoral la acción de Gana Perú, al plantear la necesidad de un cambio de las políticas de neoliberalismo salvaje por una política basada en los reclamos populares por el cambio, se basó en el pedido generalizado de una gran mayoría de la población sometida a la progresiva depauperación, la privatización de los servicios, la baja continua del nivel de vida, independientemente de que los "números grandes" de la economía aparezcan como "favorables", pero de una economía entregada a los capitales extranjeros y a la oligarquía, mientras el pueblo cada vez se encuentra en peor situación.

La aspiración popular de un cambio

La opinión del pueblo acerca de la situación en el Perú se puede medir por la posición ampliamente mayoritaria acerca de la manera como se distribuye la riqueza en el Perú. En las encuestas populares, los planteamientos desde los sindicatos y de las organizaciones populares, que se han hecho público a través de las luchas continuas, en manifestaciones de los trabajadores, del campesinado, de los barrios, y la recogida de opinión de las organizaciones populares, han registrado siempre que un setenta por ciento de la población está por un cambio de las políticas actuales del gobierno peruano, y por el cambio total de la orientación de estas políticas.


A través de las medidas de las organizaciones recolectoras de opinión, en las encuestas de las encuestadoras oficiales, esto siempre se ocultó. Sin embargo, ya en las últimas encuestas de opinión no les ha quedado más remedio que reflejar la voluntad de cambio que tiene la población del Perú. Y las últimas mediciones recientemente hechas públicas reconocen que un sesenta por ciento (60%) de los peruanos está por un cambio total, radical, de las políticas actuales, más de un treinta por ciento (30%) por cambios importantes de las políticas neoliberales, y apenas un poco más del cinco por ciento manifiesta estar de acuerdo totalmente con las políticas actuales.

Gana Perú, Ollanta Humala y los Cambios en el Perú

Precisamente, el Programa de Gana Perú, de Ollanta Humala, está basado en esa voluntad de cambio del pueblo peruano. En garantizar al pueblo peruano el cambio que se requiere para que se produzca una justa distribución de la riqueza, una eliminación de la corrupción, la defensa de las riquezas nacionales, como el caso del gas, para que no vayan a parar las ganancias a los bolsillos de los capitales extranjeros.


El pueblo peruano ha dado ya la clarinada, en su lucha por el mejoramiento de las condiciones de trabajo y de vida, cuando a lo largo de la campaña mantuvo su opinión favorable a la candidatura de Ollanta Humala, y a la formación política de Gana Perú.


Así como antes ocultaron los números verdaderos de opinión favorable a Humala, trataron también de ocultar los avances propios de Gana Perú en las elecciones para el Congreso. Sinembargo, el crecimiento es tal , que en las últimas encuestas no les ha quedado más remedio que reconocer el poder de la Alianza Gana Perú, representante actual de los intereses del pueblo peruano, y admitir que está al frente y desprendiéndose, junto a Humala, en la voluntad del voto popular.

De manera que, ya en los últimos días, en el momento de la reflexóin hacia el voto, lo que está sobre el tapete en Perú es la gran posibilidad de que Ollanta Humala gane directamente la Presidencia en la primera vuelta electoral, y que al mismo tiempo la alianza Gana Perú se desprenda en las elecciones al Congreso.

Fuente: PrensaPopularSolidaria
http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com
Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

jueves, 7 de abril de 2011

SALVADOR ALLENDE Y FIDEL CASTRO EN MAGALLANES....EL MAGALLANES REBELDE QUE YO TAMBIÉN CONOCÍ


Por: Mario R. Fernández

Entonces, recuerdo justamente frente a la Plaza de Armas, en el balcón de la Intendencia, un dia de primavera, el 21 de noviembre de 1971, que tuve la oportunidad de estar cerca de dos líderes de grandes proyectos de cambios de América Latina, Salvador Allende y Fidel Castro.

Ellos recorrieron juntos las principales calles de la ciudad para venir a ocupar ese balcón de la Intendencia. Fueron momentos de gran emoción para pobladores y trabajadores magallánicos el escuchar los discursos llenos de pasión de ambos líderes y para mí también.

La gente naturalmente quería acercase a ellos, darles la mano, pero muchos de los guardias-militantes, recuerdo, mostraban su enojo con la población a la que trataban de detener, en su celo por proteger a ambos líderes pero también un poco como que estos líderes de alguna forma les pertenecían solamente a ellos. Hoy, no quisiera saber que será de aquellos tan celosos militantes de izquierda. De entre ellos seguramente algunos, cansados y más viejos, recordarán hoy con ojos brillosos aquellos años de protagonismo, años de sueños.

Y otros, lamentablemente, han de estar hoy defendiendo con ese mismo celo a los ricos del país, imagino incluso que atacando con una justificación cualquiera al pueblo mismo de Chile y a sus más oprimidos. Quizás algunos hasta sientan verguenza de ese pasado y de su participación en aquellos tiempos de cambios en Chile y hasta hablen de Fidel como de un dictador. Recuerdo también, que en los primeros tiempos de vivir en la zona sentía que los habitantes nacidos en Magallanes, muchos de ellos desendientes de inmigrantes de Chiloé y de Croacia, tenian una actitud un tanto hóstil con quienes veníamos del norte.

Con el tiemo aprendí a conocerlos un poco más y en sus costumbres, que en muchos aspectos son diferentes a las costumbre del centro de Chile. Y conociendo la historia de Magallanes, que tiene su propia historia, se desarrolló en mi una actitud de más respeto, porque tratar de conocer es tratar de respetar a cualquier tierra. Y hablando de historia de protestas, como justamente describe Díaz Eterovic en su artículo de cuando Puerto Natales vivió su propia Comuna de Paris en enero de 1919, Comuna que duró una semana porque las autoridades enviaron batallones de soldados desde Punta Arenas, a reprimir a la gente y a recuperar la propiedad de los ricos.

Pero, como dice el escritor, el tiempo pasa, “Caerá el olvido sobre estos hechos. Y el silencio dibujará una sombra en las tumbas de las víctimas obreras que yacen en el cementerio de Puerto Natales.” Son palabras hermosas con las que Dias Eterovic describe estos eventos que se repitieron en muchas partes de Chile y sobre los que hoy se trata de imponer o se impone el olvido. Conocí gran parte de Magallanes continental como también la isla Tierra del Fuego durante mi corto tiempo con la Empresa Nacional del Petróleo (Enap). Muchos de estos parajes son inhóspitos, de pampa abierta, con un viento que a veces mueve hasta las piedrecitas del suelo y cuyo silbido aisla de otros ruidos, por lo que ayuda a concentrarse y a refexionar.

En aquellos años se hablaba de la gran riqueza de hidrocarburos que guardaba el Estrecho de Magallanes y que el gas natural duraría cien años. Hoy vemos que nada de eso fue verdad, queda muy poco petróleo en la zona y el gas tiene los días contados como en muchas partes del mundo. Quizás en el futuro muchos hogares magallánicos tengan que volver al carbón de piedra, algo que fui testigo usaban muchos pobladores en los años 70.


Fuente: Bellaciao.Org/PrensaPopularSolidaria


lunes, 4 de abril de 2011

OLLANTA HUMALA PUEDE GANAR LA PRESIDENCIA DIRECTAMENTE EN LA PRIMERA VUELTA POR UN AUMENTO CONSIDERABLE DE TENDENCIA A SU FAVOR PARA ELECCIÓN PERUANA



Por: Aníbal Pantoja


Las elecciones en Perú están llegando a los días finales, con un avance espectacular de Ollanta Humala, que aparece en las encuestas y en la prensa, después que a través de toda la Campaña, tanto las encuestas como los periódicos, emisoras de radio, televisoras, y "expertos" analistas políticos y electorales en el Perú mantuvieron ocultos los números reales del candidato de Gana Perú.

Tal silencio de la realidad es una forma de campaña a favor de los candidatos derechistas, que entre otras "cualidades" todos ellos son conocidos por la ambición de ponerle la mano al poder para aplicar, además del programa de derecha, sus operaciones de manoscogientes de las riquezas del país junto a la oligarquía, tal como ha sido la costumbre de todos los últimos Presidentes del Perú.

Esa es la situación actual de la derecha donde las últimas encuestas reflejan la baja de todos ellos., del conjunto de candidatos que representan al neoliberalismo y a la tradición de los últimos gobiernos del Perú, donde, por ejemplo, en el caso del APRA, ni siquiera en esta oportunidad han podido asentar un Candidasto, dadas las características del gobierno de represión, corrupción, y entrega al imperialismo del Presidente Alan García.

Sinceración y Avance de la Candidatura de Humala

En realidad, los números de Humala no son todos "nuevos". Después de la Campaña anterior, cuando perdió con Alan García por un margen escaso, y aglutinó un 47% de los votos en la segunda ronda, el movimiento nacionalista y los sectores populares se han venido fortaleciendo en Perú.


Era así imposible que los números de Humala en las encuestas se encontraran por debajo del veinte por ciento, entreverado con la multiforme maraña de candidatos/as de todas las calañas que presenta la derecha.


Y esto lo revelaban continuamente las encuestas de los movimientos populares alternativos , donde siempre Humala aparecía arriba, reflejando su fuerza real y la del movimiento popular, resultados de opinión ocultados por la corrupta falsimedia peruana.


A última hora no les queda más remedio que reconocer la realidad, y hablan entonces de un "sorpresivo" avance de Humala, con la finalidad de pasar a otra forma de ataques a su candidatura, hablando de saltos al vacío, de relación con los países progresistas y antiimperialistas de la América Latina y contra el ALBA, y todos los ataques que le han endilgado los otros innombrables cuatro candidatos, cada uno de ellos portador de una forma característica y particular de corrupción y antiperuanismo.

La Posibilidad de Humala en la Primera Vuelta

Lo que está en juego ahora no es si Humala gana la primera vuelta, que ya está seguro, sino si gana de una vez en la primera vuelta la Presidencia del Perú. Es sintomático que la prensa y los mismos que antes ocultaban los números reales, que ahora los revelan incompletos, menos de lo que en realidad son, tengan planteado el ritornello de que Ollanta Humala ganará la primera vuelta, pero no con el porcentaje suficiente para ser presidente de Perú.


En realidad, Humala, no es Humala como candidato, solamente. Es ahora un Partido Nacionalista implantado y organizado a lo largo de todo el Perú, que en la elección anterior era una Parttido en inicio y todavía no constituído.Son las Organizaciones sociales representativas del Perú, como la CGTP, que agrupa a la Clase Obrera, las organizaciones campesinas, los cultivadores legales de la Hoja de Coca.

Son las Organizaciones femeninas, de la juventud y los estudiantes, de los empledos, técnicos, profesionales progresistas, de la clase media, artesanos, pequeños y medianos empresarios nacionalistas y defensores de la economía y los recursos naturales del Perú, los defensores del medio ambiente, intelectuales jóvenes, Partidos revolucionarios, entre ellos los comunistas, la izquierdas peruana, todos agrupados en la conjunción de Gana Perú.

Humala, a diferencia de las otras candidaturas, no es un candidato de la Falsimedia, de las campañas de radio, televisión y prensa, como son los otros cuatro candidatos que están con vida en sala de terapia intensiva política, con los respaldos del imperialismo desde la prensa extranjera y las redes de internet de la prensa mundial proimperialista, de la propia falsimedia del Perú, de las estructuras actuales de poder nacional peruano con las intervenciones de Alan García contra Humala, y de los agentes declarados al estilo Vargas LLosa.

Por eso, ya en los últimos días, a la hora de la reflexzión, el sentimiento del pueblo peruano se ha consolidado en su sólido respaldo a Ollanta Humala, y el rechazo a la "bandas de los cuatro", los otros candidatos que todavía figuran en las encuestas, cada uno representante de una forma de entrega al imperialismo, de corrupción y de burla al pueblo peruano, todos ellos con una tarea común actual: la de atacar a Ollanta Humala, junto a Vargas Llosa, el actual presidente García y la Falsimedia.

Desde la Keiko Fujimori, cuyo asesor real de Campaña, y de seguro de gobierno, es el hoy preso Fujimori, ella misma acusada de corrupción; Castañeda, representante directo de los intereses de la oligarquía peruana, y baluarte del neoliberalismo más rancio.

El PPK, Pedro Pablo Kuscinski, de doble nacionalidad, estadounidense y "peruano", donde de las dos la que merece las comillas es la de peruano, porque su sentimiento y posición es la de un agente imperialista claro, es más gringo que peruano; y el nefasto Toledo, conocido por sus aficiones a levantar el codo y que salió del gobierno encausado junto a su familia por corrupción.

Ante tal panorama, nada tiene de extraño, que se termine de consolidar el gran deslizamiento en marcha creciente de la votación peruana hacia el candidato del pueblo peruano Ollanta Humala,y que éste gane directamente la Presidencia en Primera Vuelta, sobre todo porque, lejos de disminuír su intención de votos donde antes ganaba, ésta se ha fortalecido, y al mismo tiermpo tiene un aumento significativo en donde antes, en elecciones anteriores había perdido, donde está comenzando a ser el favorito actual, con gran avance, caso del sector Lima-Callao

Fuente: PrensaPopularSolidaria

http://prensapopulkar-comunistasmiranda.blogspot.com/


Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

TOLEDO YA SE HUNDIÓ Y OLLANTA EN GRAN AVANCE PODRÍA GANAR EN PRIMERA VUELTA


Por: Aníbal Pantoja


Toledo el Nefasto, el cuestionado exPresidente que está de candidato a la Presidencia de la República del Perú en la Campaña Electoral actual, al enfrentarse a la realidad presente en las encuestas, de que él es el candidato que más baja en la intención de votos, y que va a quedar en los huesos, en la reciente rueda de candidatos en la Televisión peruana, más que debate entre candidatos, se lanzó a atacar a Venezuela, Cuba y Nicaragua.


Es decir, a cumplir con el guión que le fijaron en los Estados Unidos, cuando, a la caída de Fujimori lo empaquetaron en Miami y lo mandaron a Perú, para a través de él, establecer el gobierno corrupto dirigido desde Estados Unidos, cuya misión diplomática fue la de presentar en cada reunión de la OEA o de organismos internacionales, quejas contra Venezuela, basadas en falsedades, de las que ninguna le resultó en sus pedidos de sanciones.


Ahora, no tuvo más argumento que decir, que había el peligro de un salto al vacío con el voto hacia Ollanta Humala, hacia un modelo como el de Venezuela, Cuba, Nicaragua.


Lo cierto es que salto al vacío es lo que debe haber sentido él, Toledo el Nefasto, sus familiares y adictos que le acompañaban, cuando en el último viaje de su presidencia al exterior, en España, como remate, convirtió al avión presidencial en tasca, y se mandaron una borrachera fenomenal, que apareció publicada en toda la Falsimedia peruana. Que junto al hecho de que toda su familia más directa, al entregar la presidencia, se encontraban encausados por causas de corrupción. Muestra de la calaña del candidato que a mayor velocidad y en mayor cantidad de votos está bajando en las encuestas en Perú.


El salto al vacío, al que hizo referencia, no es otra cosa que una traición del subconsciente, al ver que lo que si ha constituído un salto al vacío es su desinflada candidatura, hoy bajando en picada absoluta y donde ya no le queda ni siquiera el consuelo de ir a una segunda vuelta.


Y esto, por dos razones: una, por que los votos lo botan--a Toledo el Nefasto-- fuera de la opción del segundo lugar, y porque, en segundo lugar, de acuerdo a los últimos datos de encuestas populares y confiables, ni siquiera habrá segunda vuelta, porque es tan rápido, sólido, y grande el aumento en la intención de votos hacia Ollanta Humala, que éste va a ganar directamente el 10 de Abril, la Presidencia de la República del Perú.


El intento de meter a Cuba, Venezuela, Nicaragua, en la Campaña electoral del Perú, no les va a dar ninguna ganancia a Toledo el Nefasto, ni a los otros candidatos que acudan a ese expediente, porque el pueblo peruano está perfectamente claro de por quien va a ser su voto, para salvar al Perú de las garras de la oligarquía y de la entrega a los intereses imperialstas transnacionales. Intención de voto que se maniffiesta en el ascenso, creciente, indetenible, y poderoso, de la candidatura de Ollanta Humala.


En resumen, en las elecciones peruanas, Toledo ya se hundió, y Ollanta, en poderoso avance podría hasta ganar en la primera vuelta.


Fuente: PrensaPopularSolidaria



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ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO

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La Organización Intermunicipal Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela invita a nuestra militancia, afiliados, amigos y simpatizantes a los Actos de Celebración del 80 Aniversario de nuestro Glorioso Partido Comunista de Venezuela, a realizarse según datos ubicados en la Gráfica. Los esperamos para nuestra celebración, con espíritu y combatividad comunista, revolucionario y patriótico!!! Asiste!!

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