lunes, 8 de junio de 2009

SOBRE OS RESULTADOS ELECTORAIS PARA O PARLAMENTO EUROPEO

Fuente: CDU/Avante

07-Jun-2009

O Secretário-Geral do PCP dirigiu-se ao país para afirmar a satisfação pelo importante progresso eleitoral da CDU.

Um progresso que é um sinal de exigência de mudança e de confiança que é possível construir uma vida melhor. Jerónimo de Sousa sublinhou ainda a expressiva condenação da política do Governo traduzida na derrota eleitoral do PS.

A nossa primeira palavra é de satisfação. Satisfação pelo importante progresso eleitoral da CDU. Um progresso que é um sinal de exigência de mudança e de confiança que é possível construir uma vida melhor.A nossa segunda palavra é de preocupação com a situação do país e do povo português mas também de confiança de que é possível uma outra política e um outro caminho.

Perante a crise, o desemprego, as injustiças e a corrupção, uma realidade se impõe: dar agora ainda mais força à CDU.

1. O resultado obtido pela CDU - traduzido na confirmação da eleição dos dois deputados (no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais), no aumento da sua expressão eleitoral e número de votos, - dando expressão à corrente de apoio que a campanha testemunhou, confirmam a CDU como uma força a crescer, indispensável ao país e à solução dos problemas nacionais.

Confirmando o sentido de avanço e crescimento eleitoral da CDU dos últimos actos eleitorais, o resultado agora obtido projecta na vida política nacional e para as próximas eleições não apenas a possibilidade de derrotar a política de direita como de impor, com o reforço da CDU, uma viragem na política nacional. Um resultado com um significado e expressão tão mais valorizável quanto construído a partir de uma campanha que, baseada na empenhada intervenção de milhares de activistas dirigida à mobilização e esclarecimento dos eleitores, teve de vencer uma ostensiva linha de desvalorização da CDU.

A persistente deturpação da sua mensagem e propostas, a pressão induzida por sucessivas sondagens confirmaram ao longo da campanha a clara percepção que, quer o Governo quer os interesses económicos associados à política de direita, têm de que é na CDU que reside o voto que mais temem e mais pode pôr em causa, não apenas em palavras, mas pela acção e projecto alternativo, a política de direita e os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros.

2. A derrota eleitoral sofrida pelo PS traduzida na perda de deputados e de votos constitui uma expressiva condenação da política do Governo e uma indisfarçável erosão da sua base social de apoio. Os resultados agora obtidos pelo PS - inseparáveis da luta, protesto e indignação que uniu e juntou centenas de milhar de portugueses na defesa do direito ao trabalho, dos serviços públicos e de conquistas sociais e que encontrou no PCP e na CDU a mais determinada e firme oposição – são em si expressão de uma clara condenação da sua política e orientações e confirmam que não só é possível, como indispensável, impor em Setembro próximo uma nova e expressiva derrota a este governo e à política de direita.

3. A CDU chama a atenção para a operação que a propósito da leitura dos resultados do PSD está já em desenvolvimento para procurar estimular artificialmente uma dinâmica de bipolarização tendente a iludir a plena identidade de propostas e políticas que, como a campanha das europeias revelou, unem PS e PSD. O que o país reclama é uma clara ruptura com a política de direita que há mais de 33 anos PS e PSD promovem alternadamente, só possível com o reforço da CDU.

4. A CDU saúda os candidatos, activistas e militantes do PCP, do PEV, da ID e independentes que com a sua generosa dedicação, com a sua intervenção insubstituível contribuíram em todo o país para afirmar a distintiva intervenção da CDU no Parlamento Europeu na defesa dos interesses nacionais e para a projectar como uma força indispensável à solução dos problemas nacionais e a uma ruptura com a política de direita.

A CDU saúda os milhares de eleitores muitos dos quais confiaram pela primeira vez o seu voto a esta coligação com a inteira garantia de que aqui encontrarão o sentido e exigência de mudança na vida política nacional que abra uma janela de esperança numa vida melhor. A campanha de esclarecimento e de mobilização de vontades que semana após semana a CDU desenvolveu constitui um inestimável ganho para a afirmação de uma força identificada com os interesses dos trabalhadores e da população, profundamente ligada às suas preocupações e aspirações, partilhando a sua inabalável confiança de que é possível uma vida melhor e mais digna.

A Marcha “Protesto, confiança e luta” que a 23 de Maio inundou as avenidas do centro de Lisboa constitui – muito para além das fronteiras de uma mera iniciativa de campanha – uma marca indelével de uma força ancorada num larga corrente de homens e mulheres que não se resignam perante as dificuldades e uma marcante afirmação de combativa confiança dos que acreditam na construção de um Portugal mais desenvolvido e soberano, que perdurará pelo seu significado e dimensão nas muitas lutas que hão-de impor uma ruptura com a política de direita e construir uma política alternativa no nosso país.

Os resultados obtidos pela CDU, e sobretudo a corrente de apoio às nossas propostas e intervenção, são um sólido elemento de confiança para as batalhas políticas e eleitorais que num futuro próximo podem decidir de uma mudança na vida política nacional

sábado, 6 de junio de 2009

LAS COMUNAS Y LA NUEVA GEOPOLÍTICA NACIONAL

Por: Marina Romero /Redacción: Avance Popular Comunistas Santa Teresa_Tuy

Para quienes hemos creido y continuamos creyendo que un mundo mejor es posible, el concepto de transferencia de Poder al Pueblo no puede ocasionar disgusto, por tal razón nos enamoramos del preámbulo de la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela, de su articulado.

De la idea de crear Consejos Locales y parroquiales de Planificación Pública, nos fuimos a la calle a difundir la idea:: "La casa hay que construirla desde las bases y no desde el techo" , el pueblo debe organizarse, pero no atado a las instituciones del todavía estado capitalista y burgués.

Luego avanzamos a crear Consejos Comunales y ha sido una experiencia fascinante, pero de igual manera atada en principio a la solución de los problemas inmediatos: (infraestructura), y en menor grado, como verdadera forma de organización del pueblo militante y activista, comprometido con el proceso revolucionario y la construcción del socialismo, que se oponga al sistema capitalista y su barbarie.

Ahora como pueblo nos toca asumir otra tarea, sin concluir la primera, avanzar hacia las comunas. Para lo que necesitamos ir haciendo de manera simultánea varias acciones:: fortalecer los consejos comunales, formarnos (con la lectura, el debate, la escritura y socialización de nuestras ideas, soñando), organizandonos cada día más.

Reconociendo a nuestros enemigos históricos: El Capitalismo, manifestado en el libre comercio y sus defensores a nivel mundial, bien sea en gobiernos foraneos, en empresas de capital trasnacional o nacional o aún enquistados en las instituciones de nuestro gobierno.

Contra ellos es la lucha frontal y decisiva pues sólo derrotandolos será posible la máxima "Todo el Poder para El Pueblo".

Fuente: Avance Popular Comunistas Sta. Teresa

http://pcvstateresa-avancepopular.blogspot.com/

CRISIS PERIODÍSTICA

Por: Jerónimo Carrera

A mis camaradas de “Tribuna Popular"

Desde hace ya algún tiempo vienen llegando noticias sobre la grave crisis que afecta ahora a los grandes periódicos del capitalismo, en particular a diarios tan representativos de intereses imperialistas como, por ejemplo, el afamado “The New York Times”. Es algo que mucho tiene que ver con la presente gran crisis del capitalismo, en general, pero también con una notable disminución desde hace varios años del número de lectores de periódicos diarios.

También hay que tomar muy en cuenta la creciente popularidad que ha venido tomando en todo el mundo la televisión como medio informativo, pese a sus limitaciones y evidentes desviaciones de tipo político. Lo que es todavía peor, su utilización como instrumento ideológico.

Asimismo, factores tales como el aceleramiento y extraordinaria agitación que ha tomado la vida urbana contemporánea, que en verdad no deja suficiente tiempo para la lectura de los diarios, con grandes dificultades de transporte igualmente, contribuyen en el mismo sentido.

Todos esos factores combinados, como lo podemos constatar acá en nuestro país con echar una mirada en los kioscos de venta de prensa, que ahora se han transformado más bien en quincallas para vender cualquier otra cosa, favorecen el desarrollo de la difusión de publicaciones de otro tipo, sean semanarios o quincenarios, como también revistas.

Pero hay otro factor que no se puede dejar de citar, y es que aquí los grandes diarios han perdido objetividad y se han convertido en órganos de mera propaganda de los dos grandes bandos políticos que tenemos, o sea que unos son oficialistas y otros reaccionarios. De allí la importancia cada día mayor que tienen otras publicaciones, que con mucha seriedad y profundidad pueden discutir los problemas nacionales e informar sobre lo que realmente ocurre acá y en el resto del mundo.

En esto también los clásicos del marxismo nos dejaron lecciones, pues estamos en una situación venezolana muy favorable, en la cual la prensa sinceramente revolucionaria puede incrementar mucho su influencia, sin caer por razones financieras en oportunismos personalistas ni silencios cómplices.

Copiaremos aquí algunas citas de Lenin, tomadas de un artículo suyo titulado “El carácter de nuestros periódicos”, aparecido en la histórica “Pravda” el día 20 de septiembre de 1918, con los bolcheviques ya en el poder.

“Se dedica demasiado espacio a la agitación política sobre temas viejos, al estrépito político. Se dedica poquísimo espacio a la multitud de hechos que dan testimonio de la edificación de la nueva vida.”

“¿Por qué no hablar en 10 ó 20 líneas, y no en 200 ó 400, de cosas tan simples, conocidas de todo el mundo, claras y asimiladas ya en medida considerable por las masas…?”

“La prensa burguesa de los “buenos tiempos viejos de la burguesía” no tocaba el sanctasanctórum: el estado interior de cosas en las fábricas y empresas privadas. Esta costumbre iba en provecho de la burguesía. Nosotros tenemos que perderla radicalmente. Aún no lo hemos hecho. El tipo de nuestros periódicos no cambia todavía tanto como debería…” (V.I. Lenin, Obras escogidas, en doce tomos, Tomo VIII, págs. 349-351, Editorial Progreso, Moscú 1977).

Quienes se han dejado deslumbrar por baratijas como las del llamado “socialismo del siglo XXI”, negadoras del papel fundamental de la clase obrera, deberían reflexionar sobre temas como éste y lo dicho al respecto por Lenin hace casi todo un siglo. En fin, ya lo dice muy claro nuestro pueblo, “cada palo que aguante su vela…”

Fuente: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda

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viernes, 5 de junio de 2009

NOVENTA Y SIETE (97) ANIVERSARIO DEL PARTIDO COMUNISTA DE CHILE PCCH

Discurso de Guillermo Teillier, Presidente del PCCH
Santiago, 05 jun. 2009. Tribuna Popular TP.-

Junto al monumento del Presidente Mártir, Salvador Allende, en la Plaza de la Constitución de esta capital, el Partido Comunista de Chile PCCH, celebró sus 97 años de vida.

Guillermo Teillier, presidente del partido fue el orador principal y recordó que el PCCH nació junto al nacimiento del Movimiento Obrero chileno.

A continuación Tribuna Popular publica en forma íntegra la intervención, en la plaza de la constitución, del presidente del Partido Comunista de Chile y candidato a diputado, Guillermo Teillier, como un saludo y homenaje del PCV y nuestros trabajadores.

Leer completo en el enlace ubicado a continuación:

http://www.pcv-venezuela.org/index.php?option=com_content&task=view&id=5000&Itemid=1

CORDILLERA TIANSHAN UNA DE LAS MÁS IMPORTANTES DEL PLANETA PERDIÓ CUARTA PARTE DE SUS GLACIARES POR CAMBIO CLIMÁTICO

Bishkek (Kirguizistán), 5 de junio, RIA Novosti. Una de las cordilleras más importantes del planeta, Tianshan, perdió un 25% de sus glaciares a causa del cambio climático, comunicó hoy Aitkul Burjánov, subdirector de la Agencia kirguís para protección medioambiental.
Burjánov constató que Kirguizistán se vio afectado por "un fuerte recorte de reservas del agua dulce debido al calentamiento global del clima". "De los 8.200 glaciares de Tianshan, más de 2.000 ya se derritieron", dijo. Estos glaciares, agregó, retroceden a una velocidad media de ocho metros al año.
El funcionario resaltó la necesidad de "medidas urgentes" en materia de protección medioambiental, asignatura en la que se gasta actualmente apenas un 0,3% del presupuesto de Kirguizistán.
Las montañas ocupan un 80% del territorio de esta nación centroasiática. La cordillera Tianshan se encuentra en la zona fronteriza entre Kirguizistán, Kazajstán y la Región Autónoma Uigur de Xinjiang en el oeste de China
Fuente: Ria Novosti/ Edición: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda

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jueves, 4 de junio de 2009

GROENLANDIA AVANZA HACIA LA INDEPENDENCIA

El Partido de carácter socialista y también independentista Inuit Ataqatigiit (IA) ganó las elecciones autonómicas de Groenlandia y coloca a la gigantesca isla--casi un continente-- a un paso de su independencia.

Por: REDECCOMI/ PrensaPopularSolidaria/Agencias

El Inuit Ataqatigiit confirmó en las elecciones celebradas ayer donde logró un gran un triunfo con el 43,7 por ciento de los votos y 14 de los 31 escaños del Inatsisartut (Parlamento) su posibilidad de dirigir el gobierno, con aliados de Partidos menores también independentistas.

Fué una gran victoria del independentismo groenlandés, porque el Partido Demokraatit, único que defiende seguir como Colonia en "unión" con Dinamarca tuvo una pérdida muy importante.

Anteriormente en un referendo los groenlandeses habían aprobado un Estatuto Autonómico que dejaba parte de la orientación constitucional y de la orientación y conducción gubernamental en manos de Dinamarca, pero avanzaron en componentes de su autonomía y gobierno

La nueva correlación de fuerzas, con la disminución de quienes aún defienden mantener lazo colonial con Dinamarca, abre nuevas y más grandes perspectivas al avance hacia la independencia total.

Aunque de poca población, sobre todo en relación con su gigantesca extensión de territorio, Groenlandia posee importancia por su ubicación para pesca en mares fríos, y porque tiene grandes recursos en el subsuelo.

Igualmente sus habitantes se han caracterizado por mantener una defensa del medio ambiente, y entre otras cosas impidieron que los Estados Unidos montara en la isla una base militar atómica.

Fuente: PrensapopularSolidaria_ComunistasMiranda

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LOS MARXISTAS-LENINISTAS ANTE LA CUESTIÓN DEL VOTO

Nunca vamos a subordinar la lucha de clases a una cita electoral en la que la burguesía se redistribuye el poder.

La cuestión del voto útil tiene, al menos, dos perspectivas.

--Una, la nuestra, la marxista-leninista.

--Otra, la habitual cada día, desde la perspectiva burguesa.Es, naturalmente, esta la más habitual.

Por: Diego Ferpón

El voto útil normalmente se reclama y se justifica desde la sumisión a la ideología burguesa. Voto útil para reforzar el bipartidismo. Voto útil, que es voto a quien puede ganar: voto a los de siempre, a quienes no cambiaron nada, a quienes no cambiarán nada. El voto útil en la sociedad burguesa sólo puede ser uno: el voto que refuerza esa misma sociedad burguesa, el voto que supone continuismo. Aplicando términos marxistas: el voto útil, como concepción ideológica y por tanto elemento perteneciente a la superestructura, está determinado por la estructura y sirve, por ello, para reforzar a la misma.

Por supuesto, desde postulados que pudieran parecer revolucionarios también se puede pedir el voto útil, desde las posturas izquierdistas a las socialdemócratas. Su esencia, sin embargo, no deja de ser la misma que ya hemos explicado: la sumisión a la ideología dominante. Es la creencia de la transformación desde las instituciones, creyendo en el poder político de forma romántica y sin saber o sin querer saber los múltiples poderes que actúan sobre este. Es la promesa del cambio que no llegará, porque los cambios son obra del pueblo y puede que se reflejen en las instituciones, pero no serán estas las que cambien y produzcan un efecto en el pueblo, pues el poder institucional no puede obviar el nivel de conciencia de la clase trabajadora, y sólo elevando este será posible su emancipación.

Entre la postura socialdemócrata o izquierdista y la puramente burguesa naturalmente hay matices: mientras la postura burguesa perpetúa incondicionalmente el poder establecido, la concepción izquierdista, de alguna forma, intenta oponerse a él. No decimos que sean lo mismo: decimos que ambos se enmarcan dentro de la lógica del sistema.

Cuál es, entonces, la postura de los marxistas-leninistas: el voto como proceso de acumulación de fuerzas. Nosotros nunca vamos a dejar de hacer un acto antirracista, con inmigrantes, aunque estos ni siquiera tengan derecho al voto, por trabajar una cita electoral durante esos días.

Tampoco vamos a dejar de estar junto al estudiantado en sus luchas: en su organización, en sus manifestaciones, en sus justas reivindicaciones, aunque estos no tengan la edad exigida para votar, aun cuando esto suponga no hacer campaña electoral. Ni vamos, por supuesto, a dejar de estar en un piquete, en un encierro, por echar una papeleta. Nunca vamos a subordinar la lucha de clases a una cita electoral en la que la burguesía se redistribuye el poder.

Nosotros aprovecharemos las elecciones para transmitir nuestro programa, para llevarlo entre los sectores populares y la juventud. Pero no será para pedirles el voto: será para enseñarles nuestras reivindicaciones y propuestas, para decirles que si están de acuerdo con ellas militen en el Partido el día después de las elecciones.

Por supuesto, aunque no seamos electoralistas participamos de las elecciones, para luchar en este campo también contra la burguesía y para, especialmente en estos tiempos de crisis, enfrentar al fascismo, denunciar sus propuestas y combatirlo para que no avance, igual que lo combatimos cada día en cada rincón.

Naturalmente, las elecciones nos importan: muestran un apoyo concreto en un momento determinado, y es algo que se debe valorar, pues hemos de conocer nuestro alcance social ya que no todos aquellos que nos apoyan van a militar en nuestra organización. Además, sirve para situar nuevos retos: si en un pueblo hubo ciertos votos habrá que ir allá a organizar el Partido. De todas formas las elecciones no dejan de ser, casi casi, anecdóticas, pues los planteamientos revolucionarios no van a modificar la táctica por un puñado mayor o menor de votos.

Este es el único voto útil para los marxistas-leninistas, el voto que representa el compromiso de las clases populares y el mayor nivel de conciencia de la clase trabajadora y la juventud, el voto que ve la representación institucional como un instrumento y no como un fin a alcanzar de cualquier manera y a cualquier precio.

Fuente: Comunistes a Baleares/ Edición de: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda

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¡BASTA DE RODEOS !....HAY QUE SALIR DEL CAPITALISMO EN CRISIS !

"Para que Europa avance, es preciso que el capital retroceda"

Título Original del Artículo, en Francés:
"Pour que l' Europe avance, il faut que le capital recule"

Translated jeudi 4 juin 2009, par J.A. Pina

"¡Basta de rodeos !, hay que torear de cerca, "de verdad", para salir del capitalismo en crisis"

Por Jean Ortiz, candidato en las listas del Front de Gauche

Hace mucho tiempo que esperaba que a la izquierda del Partido Socialista, se iniciase un proceso de unidad de fuerzas anticapitalistas, para recuperar a toda la izquierda y liberar un futuro secuestrado por el partido único “social-liberal”.

La desaparición organizada del porvenir, desde hace más de veinte años, era totalitaria, desesperante. Enamorado de la tauromaquia, he decidido descender a la arena y “jugármela”.

¡Basta de rodeos ! Hay que torear de cerca, “de verdad”, para salir del capitalismo en crisis y asumir nuestro papel de revolucionarios del siglo XXI.

Hijo de la clase obrera del Tarn y del Aveyron, he visto desaparecer el textil, la minería, la siderurgia, la metalurgia… ya en nombre de la competencia libre y … no falseada, ya en nombre del Mercado común, luego de una Europa filibustera : corsé para los asalariados y fuente de riquezas para los financieros.

Hijo de rojo español, acogido en Francia en 1939 por un gobierno de centro izquierda en los campos llamados de “concentración” rodeados de alambradas, me sublevo ante los “centros de retención” para los sin-papeles. Son las mismas políticas, son vidas que se destrozan. Sin-papeles, “indeseables”, mi padre extranjero tomó las armas en Francia para continuar el combate antifascista contra Hitler, Franco y la burguesía francesa. El aire que se respira hoy tiene los hedores del petenismo, de la revancha de los poderosos.

Universitario en Pau, llevo más de veinte años en la lucha de clases en el movimiento sindical, social, asociativo y cultural, la mayoría de las veces entre la espada y la pared. Incorrecto, grito airado y rebelde : “¡No !, ¡tarjeta roja !, ¡basta !”. Pero reconozco los límites, es preciso iniciar sin tardanza, y so pena de desaparecer, la obra inventiva, de gestación, de un socialismo de hoy.

Para que Europa avance, es preciso que el capital retroceda.

¿Cómo defender el servicio público de la enseñanza superior y de la investigación sin detener el proceso y las estrategias “social-neoliberales” llamadas de Bolonia y de Lisboa ; sin derogar la LRU, las leyes Darcos-Pécresse ?

Militante desde hace mucho tiempo en la solidaridad con los pueblos de América Latina, sé que un compromiso real necesita un internacionalismo renovado. ¿Cómo hablar de una “Europa solidaria” mientras la Unión Europea quiere establecer, con los EE.UU., bajo el paraguas de la OTAN, una iniciativa de recolonización bautizada como “Zona librecambio transatlántica” ?

¡Mentirosos ! España habla incluso de englobar la América Latina en un “nuevo Occidente”. El 12 de mayo, el periódico filo-socialista El País e histéricamente antichavista, titulaba : “España propone el modelo de la Unión Europea para la integración latino-americana. Una repetición del viejo sueño que Bush debió desechar en la cumbre de Mar del Plata, en noviembre de 2005, ante la oposición de los países de América Latina.

Este “nuevo eje estratégico” que propone Zapatero, con ocasión del bicentenario de las Independencias americanas, está destinado en realidad a oponerse al ALBA, establecido por Cuba, Venezuela, Bolivia, Nicaragua etc. La primera zona regional de cooperación justa y de integración, dotada de objetivos sociales y medioambientales ; la primera área de comercio justo fuera de los precios del mercado, de las reglas de la OMC, de los dictados del FMI. Un ejemplo concreto de voluntad política frente al neoliberalismo, ¡Sí, es posible ! Se pueden crear espacios de intercambio solidarios, no mercantilistas ; comenzar a “desmercantilizar”.

En cambio, los acuerdos de “libre cambio” que propone la Unión Europea a América del Sur, son el matrimonio del tiburón y la sardina. Son acuerdos neocoloniales puros y duros que arruinan a los pequeños campesinos, la agricultura de base, destruyen la tierra, el agua, la selva… El Tratado de Lisboa lleva en sí mismo lógicas nefastas. ¡No, no, y no !

Fuente: l´Humanité en Español/ Edición de: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda

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miércoles, 3 de junio de 2009

AUMENTO DE CANTIDAD DE PARAMILITARES EN LAS GUERRAS GENOCIDAS DE IRAK Y AFGANISTÁN

Por: Faustino Rodríguez Bauza

En varios artículos anteriores nos hemos referido a como el actual Presidente Obama desde su propia Campaña Electoral manifestó que tenía previsto "retirar las tropas" de Irak. Nunca dijo que EEUU se retiraría de Irak. Todos sabemos que los EEUU--y en esto están de acuerdo perfecta y totalmente los demócratas, que ahora gobiernan, y los republicanos que gobernaron antes--lo que tienen previsto es apoderarse totalmente de Irak, permanecer allí una eternidad.

Para justificar eso el actual Presidente Obama acude siempre al eufemismo de decir que se mantendrán en Irak: hasta que se acabe la violencia, que no haya atentados contra las fuerzas de los Estados Unidos, ni contra las "legítimas" autoridades del gobierno actual de Irak--es decir, sus cipayos impuestos como gobierno en Irak--, y por supuesto que se les acepten también sus imposiciones alrededor del manejo del petróleo iraquí. O sea, está poniendo como condición un imposible.

Porque las fuerzas nacionalistas, patrióticas, las organizaciones populares en Irak no aceptarán esas condiciones, y como ha venido ocurriendo en los últimos días, los ataques de los ejércitos patrióticos iraquíes serán más frecuentes, pero a la vez más selectivos y certeros, donde las bajas pasan a ser cada vez más los integrante del ejército de los Estados Unidos. Es así como los ocupantes acuden al expediente de llevar más paramilitares --o contratados--a Irak, y también a Afganistán. Hasta solapadamente reconvierten unos--soldados--a otros--paramilitares, para mantenerlos en Irak en otra categoría, y pregonar retiros de soldados.

Recientemente han admitido el aumento de los paramilitares o "contratados". Así lo señala en información la Página Progresista y Veraz "Democracy Now" en su información de hoy con el título de:

""Número de contratistas armados aumenta en Irak y Afganistán""

Dice Democracy Now que:

""Estadísticas del Pentágono publicadas recientemente indican que el número de contratistas armados en Irak y Afganistán está aumentando rápidamente. El número de contratistas militares en Afganistán se incrementó un 29% en el segundo trimestre de este año, mientras que en Irak aumentó un 23%.

El periodista independiente Jeremy Scahill informa que actualmente hay más de 240.000 contratistas privados trabajando en Irak y Afganistán"".

Hasta allí, lo de DemocracyNow. En fuentes árabes recientemente se indicó una cifra mayor, donde para Irak ya se constata una cantidad muy, muy cercana a los 200.000 paramilitares, el resto en Afganistán, y una cifra real arañando los 300.00 contratados en total. O sea, la privatización de las guerras de invasión genocidas, y a la vez la creación de un mecanismo perverso para evitar la responsabilización por crímenes de guerra, por no ser esas tropas, --que es lo que verdaderamnente constituyen esos contingentes-- ""verdaderos soldados y oficiales" , es decir, que no estarán sometidos a las leyes militares y de la guerra, entre ellas la responsabilidad por crímenes de guerra.

Los planes de los demócratas están claramente al descubierto:

--mantenerse en Irak, con "retiro" de soldados, pero sustituyéndolos con los "contratados"

--aumentar la guerra genocida en Afganistán, aumentando tropas--ya lo hicieron, llevándolas, como matachines ya entrenados desde Irak, y por supuesto aumentando allí también a "los contratados"

--seguir con la presión e incorporación a la "guerra en Pakistán" como la llamó Obama en su Campaña electoral

--seguir provocando en Corea, con el expediente de azuzar a los coreanos del sur

-- ¿Haciéndose los locos en intentos de magnicidio?

En relación con esto últino, ya Evo denunció la participación de los EEUU en el de Bolivia , contra él mismo--Evo--Presidente de Bolivia..

Y vale la pregunta ¿A qué tanto silencio en los EEUU en relación al atentado a Chávez, cuando entre otros nombres surgen el del apoyado Posada Carriles, "asilado" o mejor protegido en los EEUU?

Parece que la política exterior de los EEUU, en este nuevo gobierno, no se distancia mucho de la del gobierno anterior:: luchar por tratar de mantener todavía un mundo unipolar, bajo el dominio de ellos, a costa de lo que sea, lo cual indica que las fuerzas revolucionarias y populares deberemos fortalecer nuestras luchas y apoyar todas las luchas de liberación nacional en el mundo. Fortalecer nuestros combates por mantener, reafirmar y profundizar la ruptura del unipolarismo y avanzar en la estabilización del mundo multipolar, y que el imperialismo no logre devolver lo que se ha logrado.-

Y como un componente fundamental de la política revolucionaria actual, en el campo de la diplomacia, de las relaciones exteriores, del internacionalismo proletario, de la solidaridad entre los pueblos, se hace obligatorio el desarrollar una gran Campaña Mundial por la Paz, que a la vez implica la solidaridad con los pueblos y naciones invadidos por los imperialistas y sus aliados.

Que en este mundo del capitalismo actual, donde se amplía la crisis del sistema capitalista y sus consecuencias, cuando las clases dominantes tratan de echar las consecuencias de la crisis sobre los hombros de los explotados, implica estar claros de los objetivos actuales para la clase obrera , para los explotados:

1.- el precio de la crisis es el capitalismo, el avance hacia el socialismo y el comunismo en la mira;

2.-la lucha por la Paz: la Paz es una condición inherente al ser humano y a la humanidad, y que además servirá--la Paz-- para quitarles a los capitalistas la opción de usar la guerra como solución y salida a la crisis y como apoyo para el mantenimiento de su mundo unipolar y de explotación;

3.-y garantizar la definitiva liberación para las colonias que aún subsisten.

Fuente: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda

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martes, 2 de junio de 2009

BARROSO REITERA SUS ACUSACIONES AL BORBON Y ADVIERTE QUE EL PUEBLO ESPAÑOL SABRÁ TODA LA VERDAD DE LA MONARQUÍA

Alcalde Barroso habla después de la salida del Juicio
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Javier Parra Secretaría de Comunicación /
03 jun 09

Cientos de personas acudían a las diez de la mañana del martes para mostrar su apoyo al alcalde de Puerto Real, José Antonio Barroso, que iba a ser juzgado poco después por las opiniones vertidas sobre el Borbón durante un acto republicano celebrado el año pasado. Decenas de banderas republicanas y una gran pancarta del Comité Provincial del PCA de Sevilla, que había desplazado a más de 30 personas hasta la Audiencia Nacional para mostrar su apoyo al alcalde republicano. También desde otras partes de Andalucía, Asturias, Valencia o Cataluña, entre otros lugares, acudieron militantes y dirigentes comunistas a arroparle.

Entre los asistentes, los principales dirigentes del PCE, como Felipe Alcaraz o Paco Frutos, junto al Coordinador General de Izquierda Unida, Cayo Lara. También acudió a la cita Antonio Romero, Coordinador de la Red de Municipios por la Tercera República, junto a los alcaldes de los municipios republicanos de Humilladero y Casariche.

Los dirigentes comunistas Marga Sanz, Felicitas Velázquez, José Luis Centella, Rocio Val, Albert Escofet, Fernando Sánchez, Juan de Dios Villanueva o Carlos Vázquez, entre otros, también estaban allí para arropar a Barroso, quien llegaba poco antes de las 11, llegaba a las puertas de la Audiencia, donde era recibido con cánticos y gritos de apoyo, por la República y contra la Monarquía.Poco después de las once en punto daba comienzo el juicio, y tomaba la palabra el abogado de la defensa, Enrique Santiago, quien alegaba el artículo 14 de la Constitución y el derecho a la libertad de expresión, y recordaba que otras personas han hecho declaraciones en el sentido de las realizadas por Barroso y no se habían emprendido acciones judiciales con ellos.

Después tomaba la palabra el juez, quien rechazaba los argumentos del abogado, las pruebas, así como testigos de la defensa, y el fiscal comenzaba las preguntas para el acusado, Juan Antonio Barroso, quien reiteró de nuevo las afirmaciones hechas el año pasado sobre el Borbón, y afirmaba conocer el significado de todas las expresiones que había utilizado. Barroso aseguró que no tenía constancia de presencia de la prensa en el acto donde formuló sus opiniones sobre el ciudadano Juan Carlos, y denunció que gran parte de los medios de comunicación son de naturaleza cortesana y su objetivo es ensalzar al ciudadano Juan Carlos Borbón. "No sabía que mis declaraciones tendrían tanta repercusión, porque normalmente los actos republicanos no son cubiertos por los medios".

Tras las preguntas de la fiscalía y la defensa, se reprodujo el audio de un fragmento de la intervención de José Antonio Barroso durante el polémico acto organizado por el Ateneo Republicano de Campo de Gibraltar, lo que despertó algunas sonrisas y muestras de apoyo entre los asistentes.Después, el fiscal comenzó a enumerar sus conclusiones, en las que señalaba que Barroso sabía perfectamente que sus declaraciones no pasarían desapercibidas, y aseguró que lo que se estaba juzgando no era la legitimidad de la República o la Monarquía.

"Estamos aquí porque Barroso hizo unas manifestaciones que pueden considerarse como injuriosas". "Barroso no es un ciudadano más, sino un cargo público", aseguraba el fiscal, para quien la libertad de expresión no es un derecho absoluto. "¿Es necesario para defender la legitimidad de la República insultar al ciudadano Juan Carlos de Borbón?", preguntaba el Fiscal, quien llegó a afirmar que "hay muchas razones para defender la legitimidad de la República", pero reiteró su solicitud de una sentencia condenatoria, "porque estamos ante una persona que por su condición política sabe hasta dónde puede llegar".

La defensa, Enrique Santiago y Amanda Meyer, defendió el derecho a la libertad de expresión sobre lo que pudiera parecer el derecho al honor, y aseguró que no hay ningún delito en las expresiones de José Antonio Barroso, quien se refirió en todo momento a los antepasados del Borbón, y señaló que llamar "corrupto" no es constitutivo de delito. La defensa recordó además que el titular que dedicó la prensa al acto en el que Barroso hizo sus declaraciones, en ningún momento se refería a las cuestiones por las que fue imputado posteriormente, sino que destacaba la "emotividad de un acto republicano".

La defensa aseguró tambien que la crítica a la Monarquía como institución no puede ser motivo de delito, y señaló que toda referencia al Borbón se hizo en cuanto a una dinastía que ostenta la jefatura del Estado por voluntad propia y no está sometida a las urnas. Para la defensa, el acusado está legitimado para denunciar el caracter corrupta de una institución, que pasará a manos de otra persona de la misma famila a la muerte del actual Borbón.

Antes antes de que el juez emitiese su sentencia, dió la palabra a Barroso quien proclamó: "No soy ni un lerdo, ni un lacayo, ni un cortesano", y aseguró que "más pronto que tarde el pueblo español conocerá toda la verdad sobre la Monarquía, la realidad y la juzgará".

Finalmente el juez aseguró que Barroso se había excedido en sus declaraciones y en su función política, "atentando contra la Constitución y contra la Corona", ante lo cual, condenó a Barroso a 18 euros de multa diaria durante 12 meses, es decir, a 6840 euros, además de tener que sufragar las costas del juicio. "Es una multa personal que deberá pagar de su patrimonio", finalizó el juez.

Tras esto, Barroso y quienes le habían acompañado a la vista salieron a las puertas de la Audiencia, donde los cientos de personas continuaron los gritos a favor del alcalde republicano y a favor de la República, y donde los medios de comunicación aguardaban las palabras de éste, quien volvió a reiterar sus afirmaciones sobre el rey, incluso elevando el nivel de éstas. "Este ha sido el primer acto del fin de la Monarquía", aseguró.
Fuente: Partido Comunista de España_PCA_Sevilla/ Edición de PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

lunes, 1 de junio de 2009

PARTIDO COMUNISTA DE VENEZUELA_MIRANDA CENTRO PLANTEA LA LUCHA CONTRA EL PROCESO DE FASCISTIZACIÒN EN LOS MUNICIPIOS DE DOMINIO DERECHISTA FASCISTA

Presencia y combate del Partido Comunista de Venezuela en los Municipios manejados por el oposicionismo fascista en el Estado Miranda.

La Organización Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela ha venido denunciando como en el sector de los cinco Municipios dominados por el Oposicionismo--Carrizal, Los Salias, Baruta, Chacao, El Hatillo-- se acentúan los signos del proceso de fascistización que conducen las fuerzas dominantes en estos Municipios, las que:

- ignoran totalmente las necesideades de la población, de los barrios que en ellos existen, de las capas medias..en gran parte de las llamadas capas medias "medias y bajas",

- toman medidas para entregar la vida económica a la oligarquía, con políticas de encarecimiento de la tierra, de apoyo a al encarecimiento de alquileres, de apoyo a los desalojos

-permiten las maniobras de conversión del sector en paraíso de instalación de sitios de juegos, casinos, maquinitas,y otros instrumentos mafiosos de lavado de dineros provenientes de operaciones dudosas, del narcotráfico,

-al mismo tiempo que toleran y promueven el desabastecimiento y el encarecimiento de productos.

Plantea el PCV:: Reforzar las Luchas y la Organización Popular en cada Municipio

Son elementos que debemos combatir, y en este sentido la Organización Comunista de Miranda Centro ha venido planteando y llamando a la población afectada, a los sectores progresistas a reforzar las luchas en cada Municipio, y a crear un gran Movimiento de Unidad por el Rescate de cada uno de estos Municipios del dominio fascista y ponerlos en el campo Progresista, y que sobre la marcha se oponga de manera decisiva a todas las medidas de fascistización en marcha en estos Municipios.

La Organización Miranda Centro llama de manera especial a los factores interesados en la integración de la Alianza Patriótica para actuar juntos en la promoción de Jornadas de Análisis y organizativas del pueblo, para :

1) Oponerse y actuar organizados contra las medidas y políticas fascistizadoras,

2)Avanzar en el nuclemiento y organización del Conjunto de fuerzas políticas, sociales, y de la población interesados en el Rescate de estos Municipios de las manos del fascismo, para ubicarlos en el campo progresista.-

Las presiones para eliminar el Mercado Popular de Chacao

La Organización Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela, rechaza también en esta oportunidad las maniobras y presiones que viene desarrollando el Alcalde Graterón y sus fuerzas policiales y de choque, para atacar y presionar a los Concesionarios del Mercado de Chacao, para definitivamente liquidar esta institución y convertirla en un Sambilito, que a la vez en su construcción y manejo les deje pingües ganancias a los familiares y relacionados de Leopoldo Lópes y su grupo, que han sido los "escogidos" para el negociado, con el cual pisotean la voluntad de la población del Municipio Chacao en cuanto a defender el carácter del Mercado, y su tradición histórica.

La Marcha Fascista de Chacao hasta Baruta

Usando las mismas características de las marchas fascistas italianas de Mussolini--provistas sus escuadras de antorchas, que a la vez encubren instrumentos contundentes de choques de calle--se cumplió con una muy escasa concurrencia la "Marcha de las Antorchas". Por su escasa concurrencia no cumplió los objetivos, aunque si les sirvió de una manera de "marcar terreno" al realizarlas en "su" territorio, de los Municipios Chacao y Baruta.

Esta situación nos lleva a plantear una vez más a las fuerzas revolucionarias y progresistas la necesidad de avanzar en estos Municipios en la coordinación político-organizativa para el avance en la lucha contra el poder fascistizante.

Nuestra Solidaridad para Yahya Mohamed El Hafez en estado de Coma y encadenado de pies y manos en un Hospital de Marruecos

La Organización Comunista de Miranda Centro manifiesta su más amplia solidaridad al luchador saharauí por los derechos humanos Yahya Mohamed El Hafez, a quien el gobierno dictatorial-fascista de Marruecos lo mantiene encadenado en un hospital de Agadir, aún cuando está en estado de coma, y protesta contra el gobierno marroquí por ese tratamiento fascista, antihumano, contrario a los derechos humnanos.

Llamamos a nuestras Organizaciones, a los lectores de nuestros Portavoces, y a las organizaciones comunistas y de derechos humanos a manifestar solidaridad con Yahya Mohamed El Hafez y la protesta contra el Gobierno Marroquí.

30 de Mayo de 2.009

Organización del Partido Comunista de Venezuela_Miranda Centro

Fuente: Rescate Popular Comunistas Miranda Centro

http://pcvmirandacentro-rescatepopular.blogspot.com/

LECTURAS

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ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO

ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO
La Organización Intermunicipal Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela invita a nuestra militancia, afiliados, amigos y simpatizantes a los Actos de Celebración del 80 Aniversario de nuestro Glorioso Partido Comunista de Venezuela, a realizarse según datos ubicados en la Gráfica. Los esperamos para nuestra celebración, con espíritu y combatividad comunista, revolucionario y patriótico!!! Asiste!!

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