martes, 13 de octubre de 2009

PORTUGAL::SOBRE OS RESULTADOS DAS ELEIÇÒES AUTÁRQUICAS COMFIRMAM CDU COMO UMA GRANDE FORÇA NACIONAL

Declaração de Jerónimo de Sousa
Sobre os resultados das eleições autárquicas


Terça, 13 Outubro 2009

1. A CDU saúda os milhares de candidatos, activistas e militantes do PCP, do PEV, da ID, da juventude CDU e todos os independentes que com a sua generosa dedicação, com a sua intervenção insubstituível contribuíram para valorizar o trabalho e afirmar o projecto, programas e candidaturas que confirmam a CDU como uma grande força nacional, a grande força de esquerda no poder local.

A CDU saúda todos aqueles que lhe confiaram o seu apoio e o seu voto reafirmando-lhe o seu mais firme compromisso de que encontrarão agora na acção dos milhares de eleitos da CDU uma presença de trabalho e dedicação à construção de uma vida melhor e ao progresso e desenvolvimento das suas freguesias e concelhos.

2. A expressiva votação alcançada – cujo resultado para as Assembleias municipais se situa na casa dos 11% e em particular a confirmação de muitas das sua posições de maioria – dá continuidade a uma sólida e sustentada afirmação da CDU que testemunha a ampla corrente de apoio e confiança de um número crescente de portugueses e portuguesas.

São de sublinhar neste quadro o reforço das suas posições em toda a península de Setúbal – que afirmam a CDU como a força maioritária na Área Metropolitana de Lisboa - e a conquista de novos municípios, designadamente Alvito, Crato e Alpiarça.

A CDU não pode deixar ainda de sublinhar os importantes resultados obtidos nas cidades de Lisboa e Porto, tão mais valorizáveis quanto construídos sobre uma imensa campanha mediática destinada a favorecer uma artificial bipolarização e a menorizar a CDU.

A perda de posições de maioria em seis municípios –num quadro em que, ao longo dos anos, em cada disputa autárquica se verificam situações de perda e ganho de maiorias – não é separável, entre outras razões, da proximidade destas eleições locais com as eleições legislativas realizadas há apenas duas semanas que não permitiu que o valor do trabalho da CDU nas autarquias e do mérito que lhe é largamente reconhecido se tivesse plenamente afirmado nestas circunstâncias.

3. A CDU sublinha entretanto que o conjunto dos resultados obtidos assumem um inegável valor tanto mais que foram obtidos no quadro de uma persistente e intensa campanha centrada na desvalorização da CDU, que tendo tido origem bem antes, conheceu novos desenvolvimentos desde há duas semanas com a realização das eleições legislativas.

Na leitura destes resultados, particularmente nas situações de maioria, não pode deixar de ser observada a concentração de votos da direita no PS que ali vê a força que melhor pode combater a influência da CDU. Uma realidade bem expressa no facto de em algumas autarquias com votações da CDU superiores a 40% não ter sido possível obter a maioria.

4. A CDU reafirma sua convicção de que cada posição agora conquistada, cada um dos mais de três mil mandatos alcançados pela CDU constituirão um elemento mais, de trabalho, intervenção e inteira entrega na defesa dos interesses das populações, na promoção das condições de vida local e na luta pela construção de uma vida melhor.

Realizadas que estão as eleições, a CDU reafirma perante os trabalhadores e o povo português a sua decidida intervenção para abrir caminho à ruptura e à mudança capaz de assegurar um país de justiça social e de progresso.

Uma intervenção que terá continuidade já amanhã na luta para fazer avançar as propostas que assegurem a melhoria dos salários e pensões, o respeito pelos direitos de quem trabalha, o reforço da protecção social a começar pelo acesso ao subsídio de desemprego.

5. Os resultados obtidos pela CDU, e sobretudo a corrente de apoio às nossas propostas e intervenção, a expressiva participação de jovens e independentes que fizeram desta coligação um espaço de convergência, são um sólido elemento de confiança para as batalhas políticas e eleitorais futuras que continuaremos a travar por uma vida melhor nos concelhos e freguesias deste país e por um Portugal mais justo, igual e soberano.

Fuente: Portavoz en Internet del Partido Comunista Portugués (P.C.P.)
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domingo, 11 de octubre de 2009

UN ASESINO MÁS PREMIADO CON EL NOBEL DE LA PAZ

Por: David Delgado, Partido Revolucionario de los Comunistas Canarios

Obama, ese abanderado del pacifismo de rostro afable que aprueba los bombardeos en aldeas y ciudades de Pakistán, Afganistán e Irak -que se cobran diariamente la vida de niños, mujeres y hombres cuyo único delito es el de ser ciudadanos de un país rico en combustibles fósiles o estar situado en un contexto geoestratégico apreciado por los imperialistas- ha sido solemnemente premiado con el Nobel de la Paz.

El comité defiende su tragicómica decisión por los “extraordinarios esfuerzos” de Obama para “fortalecer la diplomacia internacional”.

La guerra de Irak y Afganistán, el apoyo velado al golpe de Estado en Honduras y la persistencia en mantener el bloqueo criminal a Cuba, parece ser que no cuentan a la hora de valorar esos “esfuerzos” tan grandes de Obama por fortalecer la diplomacia internacional.

Nada mejor para crear un clima mundial de paz y diálogo que mantener las tropas de ocupación en las regiones invadidas antes de acomodarse plácidamente en la Casa Blanca hace unos ocho meses y medio, socavando el derecho a la soberanía de los pueblos, esquilmando sus riquezas naturales, degradando a los ocupados a la condición de “victimas colaterales” y tachando de terrorista a todo aquel que se atreva a luchar contra los invasores.

Siguiendo una política continuista con respecto a Israel, de apoyo incondicional (a pesar de que este país continúa con su política genocida de agresión sistemática contra los derechos más elementales del pueblo palestino) también trabaja por la paz mundial. Debe ser que nosotros somos incapaces de comprenderlo.

¿Tuvo en cuenta el despreciable comité el apoyo directo de la Secretaría de Estado de USA al golpe de Estado de Honduras? Porque de esto no se habla, pero el ejecutivo de Obama ha colaborado en la ejecución de un golpe de Estado contra un gobierno salido de la urnas y en el sostenimiento del gobierno de facto surgido de esta acción.

No hay galardón más despreciable que el Nobel de la Paz. Algunos de los candidatos nominados a este premio en los últimos años fueron George Bush, Tony Blair, Bill Clinton o Berlusconi, con lo cual ya podemos hacernos una idea de lo putrefacta que es la organización encargada de elevar a los altares a los más siniestros personajes mundiales.

Pero peor es aún la lista de los que han sido premiados: Theodore Roosevelt, Woodrow Wilson, Henry Kissinger, Menahem Beguin, Lech Walesa y el Dalai Lama, entre otros.

Es puro marketing. Eso sí, extremadamente ofensivo para las miles de familias y los pueblos que sufren el terrorismo que promueve Obama y su imperialismo edulcorado.

El Comité Nobel Noruego del Parlamento de este país es quien decide el ganador del Premio Nobel de la Paz. Así pues, el país situado en primer lugar del mundo en cuanto a calidad de vida según la ONU, que firmó el tratado fundador de la OTAN en 1949, toma una decisión política muy significativa, que legitima los crímenes del gobierno imperialista que preside Obama.

La instalación de 7 nuevas bases militares en Colombia es otra decisión política y militar que contradice completamente la afirmación de que Obama es muy diplomático. Su estilo y su visión de la diplomacia no es muy diferente a la de sus antecesores. Las más de 5.300 bases militares de USA, de las cuales aproximadamente unas 800 están situadas en el territorio de otros países, son la clave de la diplomacia americana.

Por lo tanto, no nos queda más que decir que, aunque la propaganda burguesa publique sensacionales titulares alabando a un criminal al que se le presenta como infatigable luchador por la paz y el desarme nuclear -el de Irán y Corea del Norte entre otros, no el de USA e Israel, se entiende-, los pueblos heroicos que resisten diariamente y combaten al imperialismo son los verdaderos y justos defensores de la paz.

Pero ante una maquinaria bélica tan agresiva y destructiva como la que representa el ejército estadounidense, la victoria no se obtendrá pacíficamente. Por eso los comunistas no nos rasgamos las vestiduras al apoyar a quienes resisten y luchan con las armas en la mano contra los invasores y explotadores imperialistas.

Ya lo creo. El yanki necesita jarabe vietnamita.

Fuente: Independencia y Socialismo PRCC/ Edición de: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com/ Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

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VIOLENCES POLICIÉRES À LA RÉUNION

Par: Geoffroy Geraud, L·Humanité

Un groupe de policiers armés et cagoulés à la recherche d’un militant communiste a semé la terreur, mercredi, dans un quartier ouvrier de Saint-Louis.

Île de La Réunion, correspondance particulière. Dimanche dernier se déroulaient des élections partielles à La Réunion, à la suite d’annulations par le Conseil d’État. Dans les quatre scrutins, ce sont les forces de progrès qui l’ont emporté, confirmant les succès de mars 2008.

Un climat tendu a pesé sur la campagne qui a suivi ces annulations. Les tensions ont atteint leur paroxysme dans la commune de Saint-Louis, où s’affrontaient le maire sortant Claude Hoarau, à la tête d’une liste de rassemblement sous la houlette du Parti communiste réunionnais, et son adversaire du Nouveau Centre, Cyrille Hamilcaro.

Les troupes de ce dernier se sont signalées dès avant l’ouverture de la campagne par une série de provocations et d’injures envers les communistes et les membres d’autres partis de gauche. Cette stratégie visait tant à intimider les électeurs, qu’à provoquer les militants progressistes. Dans le but, sans doute, de justifier un recours aux forces de police contre leurs adversaires.

Perdant jour après jour du terrain, le candidat du Nouveau Centre est allé jusqu’à faire venir le maire (Nouveau Centre) de Drancy, Jean-Christophe Lagarde. Ayant parcouru plus de 10 000 kilomètres pour apporter son soutien à son « ami », l’élu drancéen a considérablement jeté de l’huile sur le feu, injuriant à plusieurs reprises le candidat communiste et les Réunionnais, comparant le pays à la « Colombie » et au « Nicaragua ».

Bavures et brutalités

C’est dans cette ambiance très tendue que s’est déroulé le scrutin municipal de Saint-Louis, qui a confirmé la victoire de la liste du rassemblement conduite par Claude Hoarau, vainqueur avec 53 % des voix.

Pourtant, Saint-Louis n’a pas retrouvé le calme. Trois jours seulement après la défaite du candidat du Nouveau Centre, un groupe de policiers armés et cagoulés a fait irruption dans un quartier ouvrier de Saint-Louis, afin de procéder à l’arrestation d’un militant communiste…

Sans que l’intéressé ait été le moins du monde convoqué, sans qu’il ait reçu la moindre information de la part de la justice. C’est par une bavure qu’a débuté cette arrestation musclée : avant le lever du soleil, au cours d’une véritable opération militaire, les agents des forces spéciales ont investi le logis où vivent Isabella Françoise, sa fille et son bébé de trois ans.

Après trois tirs de fusil à pompe dans la porte de la maison, les hommes en armes ont saccagé le petit appartement, fracturant les portes, retournant les meubles à la recherche de « preuves ». Braquant leurs armes chargées sur les occupantes de la maison, dont la plus jeune terrorisée, a tenté de s’enfuir par la fenêtre, haute de plusieurs mètres.

Prenant enfin conscience de leur erreur, les policiers ont alors investi le logis voisin, répétant le même scénario de violence. Alors que trois d’entre eux s’emparaient sans aucune explication du militant communiste Roger Derfla, les autres braquaient leurs armes sur sa femme et ses enfants, terrorisés.

Au même moment d’autres arrestations avaient lieu dans la ville de Saint-Louis, ciblant toutes des militants du Parti communiste réunionnais. Faut-il voir dans ces manœuvres une tentative d’enrayer la construction de l’alternative à la crise portée notamment par le PCR, à laquelle adhèrent de plus en plus de Réunionnais ?

Si tel est le cas, qui a donc intérêt à maintenir un statu quo fait d’injustices et de « profitations » en réactivant un passé de violence ?

Fuente: L·Humanité/ Edición de : PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com/ Correo: pcevmirandasrp@gmail.com

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QUE NADIE ME TOQUE MI FERRARI

Por: Sergio Delgado

Me encantan los Ferrari, creo ser único en este gusto capitalista, ahora con este socialismo extraño, enigmático, paranoico, de doble cara, se siente uno rechazado, como un paria.

Lo cierto que me encantan todos los elementos capitalistas: los viajes al exterior, pasear por Venecia, caminar por la Quinta Avenida de New York, comprarme todos los trajes que pueda, meterlos en vestiers tamaño industrial, me importa muy poco lo que diga la humanidad, sobre todo los chavistas.

Los veo cuando hablan en secreto, señalándome con el dedo, “Compró un Ferrari.”, dicen y sonríen maliciosos.

Me siento más protegido ahora, con un Ministro revolucionario y amante del placer capitalista como yo, él no lo niega: le encantan los Ferrari, es posible que quiera comprar varios por comodidad, excentricidad, grandeza, diría yo.

Manejar un Ferrari es mejor que tener un Mercedes Benz, tiene sus contratiempos, lo se, más que eso, sus amarguras y desvelos

El Ministro Giordani no podría correr su Ferrari de turno en Caracas, por los “huecos de Barreto-Bernal-Jorge Rodríguez”; tampoco podría hacerlo en la Autopista del Centro, por los huecos de Diosdado Cabello-Rafael Isea, etc.

En mi caso particular, en la provincia no se escapa uno del mismo mal, mi Ferrari ha caído en multitud de huecos, dejados por la alcaldía, los trabajos de activación del gas, trabajos del gobernador, todos los días rompen las calles, creo que es una política humanista del Estado.

A los trabajadores que realizan esa labor se les ve en la cara la satisfacción de la obra realizada y cumplida, “la rompimos”, parecen decir, realizan esa actividad perfectamente pero se olvidan de un detalle, insignificante de por si: cerrar el hueco nuevamente.

Mi Ferrari está ahora en reparación, pero me he comprado otro mientras me arreglan el primero, estoy disfrutando de las mieles del capitalismo extremo, en medio de un gobierno socialista del siglo XXI.

Que nadie me toque mi Ferrari, si lo hicieran por lo menos tienen que quitárselo primero a Giordani, a los de la plana mayor de PDVSA, estos chicos simpáticos, excéntricos, que tienen el mismo amor que yo, por la grandeza, el lujo, pasión por el Ferrari.

Fuente: Bellaciao.Org/ Edición de: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

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CONGRESO DEL PCE-PCA SEVILLA: RESULTADOS DEL DEBATE CONGRESUAL

Sevilla con un amplísimo respaldo a su Dirección Provincial
Por: Portavoz en Internet del PCE_PCA Sevilla

En el marco de la fase provincial del XVIII Congreso del PCE, el PCA de Sevilla ha reunido hoy al 87,5% de los 250 delegados y delegadas elegidas para debatir los documentos del Partido y para elegir la representación que corresponde a la provincia de Sevilla de cara a los procesos andaluz y federal de este citado XVIII Congreso a celebrar en Madrid los días 6, 7 y 8 de noviembre del presente año.

Tras el discurso de apertura pronunciado por Juan de Dios Villanueva, Secretario Provincial del PCA de Sevilla, se debatieron las enmiendas a los documentos.

87 Enmiendas al documento de las tesis políticas, que arrojaron un resultado de apoyo del 98,82% de delegadas y delegados presentes. El PCA lleva una enmienda en la que plantea que la denominación del proyecto estratégico del PCE siga siendo “Izquierda Unida”.

1 Enmienda al documento de Organización que se saldó con un apoyo del 97,67% de los delegados y 24 enmiendas al documento de Estatutos que obtuvo idéntico resultado.

Tras el debate y la votación de las enmiendas se procedió a la votación de las candidaturas. Sólo hubo una lista para el Congreso de Andalucía (PCA) que cosechó un apoyo del 93,70% de los presentes y que nombraba a 34 delegados y delegadas para estar en Málaga el próximo día 18 de octubre. Esta candidatura la encabezaba el Coordinador Local de IU de Sevilla ciudad, José Manuel García.

Para el Congreso Federal se eligieron 26 delegados y delegadas que encabezaba el Secretario Político de Sevilla ciudad, Carlos Vázquez, y cuyos apoyos fueron del 95,80% de los presentes.

Tras las votaciones se debatieron y votaron las resoluciones presentadas por los delegados. Fueron las siguientes:

Sobre la financiación local, transferencias del Estado a los Ayuntamientos y Deuda Histórica. Fue votada por Unidanimidad.

Sobre el conflicto de Cerámicas Bellavista y Roca. Unanimidad.

Sobre la destrucción de instalaciones públicas deportivas en el municipio de Espartinas. Unanimidad.

Solidaridad y petición de puesta en libertad para los 5 Héroes cubanos. Unanimidad.

En apoyo al pueblo de El Viso del Alcor sobre transcurso por el término municipal del trazado del AVE a Málaga. Unanimidad.

Otra más sobre reformas legislativas a favor de los Ayuntamientos. Unanimidad.

Y por último otra resolución que plantea la integración de los comunistas sobre la base de la unidad. Unanimidad.

Tras ello el representante del PCC (Partido Comunista de Colombia) dirigió unas palabras del Congreso saludando y felicitando el avance del PCA de Sevilla, preguntándose porqué había molestado tanto al periódico de la grapa que se abriese una sede en el Polígono Sur, a favor de la organicidad del Partido y de IU.

Recordó que en su país ya han dinamitado 7 sedes, entre ellas las del Comité Central del partido, así como el diario Voz, expresión del Partido Comunista de Colombia.

Para la clausura intervino Felipe Alcaraz quien vino a establecer más PC y más Izquierda Unida, así como se pronunció a favor de que IU no se convierta en un Partido Político. Destacó los esfuerzos y la normalización que lleva a cabo Cayo Lara, así como apoyó una IU anticapitalista, federal y republicana.
Defendió un PCE sin complejos que salga a la calle ante el panorama agostado y árido que nos va a dejar el PSOE.

Criticó que se censurase la postura de la Delegada de Participación Ciudadana al denegar un espacio público para conmemorar el 50 aniversario de un franquista y cuyo libro “Madrid de costa a checa” tanto rememoran ahora los articulistas más nostálgicos.

Dada la condición de profesor de literatura de Felipe Alcaraz, se atribuyó la categoría intelectual suficiente como para denostar la obra literaria de Agustín de Foxá, dada la hiperactividad franquista de este diplomático y explicó la leído en sus libros.

Por último se refirió a la democracia: o es republicana o no es democracia no pudiendo elegir al Jefe del Estado, así como se refirió a la crisis como un problema generado por el capitalismo y no un fenómeno meteorológico frente al que no se pueda hacer nada.

Tras la clausura se procedió al cántico de Himno La Internacional, muy sentido por la totalidad de los asistentes.

Fuente: Portavoz Digital del PCE-PCA Sevilla/ Edición de: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda
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BROTES ROJOS EN EUROPA CON EL AVANCE DE LA IZQUIERDA Y AVANCE DE LA IZQUIERDA EN AMÉRICA LATINA

Por: Portavoz en Internet del PCE_PCA Sevilla

BROTES ROJOS EN EUROPA CON EL AVANCE DE LA IZQUIERDA Y AVANCE DE LA IZQUIERDA EN AMÉRICA LATINA, SEÑALAN EN CONGRESO REGIONAL DEL PARTIDO COMUNISTA DE ESPAÑA-ANDALUCÍA, REGIONAL SEVILLA

“Brotes Rojos” El mundo, no obstante, está demostrando que no estamos ante el fin de la historia. Empiezan a aparecer brotes rojos en Europa, con el avance de los partidos de izquierda en Alemania, en Grecia o en Portugal, pero de manera especial en América Latina.

Además de Cuba, referencia de primer orden para las conquistas sociales a pesar del insoportable bloqueo promovido por los Estados Unidos, Venezuela que ha proclamado el carácter socialista de su revolución, Bolivia, Ecuador, Brasil, Nicaragua o El Salvador, dejan en minoría a los gobiernos reaccionarios como el de Uribe, amigo de Aznar, al que más temprano que tarde deberíamos ver en la cárcel como impulsor de crímenes contra la humanidad.

En nuestro Partido también ha crecido un brote rojo con el éxito económico que ha tenido, después de 32 años de déficit, la Fiesta del PCE celebrada hace pocas semanas en la ciudad de Córdoba.

Con respecto al XVIII Congreso, Juan de Dios Villanueva se ha referido a la reconstrucción del Partido. Política, ideológica, social y cultural que tendrá su correlato en nuestra apuesta estratégica que se llama Izquierda Unida. Para la refundación de Izquierda Unida es absolutamente necesario un Partido Comunista más fuerte, con su Coordinador General, Cayo Lara, que está ilusionando a la militancia para recuperar el necesario papel que le toca ante la fuerza reaccionaria del Partido Popular y la identidad propia frente al PSOE.

Es necesario preparar las elecciones municipales. Con aquellos que piensan en la República, en la enseñanza laica, los que están contra el capitalismo, contra los alcaldes caciques, así como abrirnos a la gente, aunque no sean de Izquierda Unida e incluso que aparezcan en las listas al estar conectados a un mismo proyecto programático.

En cuanto al Congreso, ha proclamado la valentía del actual Secretario General del PCA, José Luis Centella, al avanzar su candidatura a la Secretaría General del PCE, avanzando que muestra su apoyo a la misma.

Ha mostrado igualmente su apoyo a las resoluciones que se presentarán, (pasaremos nota tras el congreso), y específicamente al Grupo Municipal de IU de La Algaba que trabaja para recuperar con la gente la Alcaldía robada por el PSOE con un pacto con el PP, así como ha felicitado y apoyado al Grupo Municipal de IU del Ayuntamiento de Sevilla y a su portavoz, Antonio Rodrigo Torrijos y al Coordinador Local, José Manuel García, por haber administrado con inteligencia y rapidez la marcha de una persona que ya no tiene cabida en este proyecto al haberse situado claramente fuera de él, en referencia a la dimisión del anterior Delegado de Economía y Empleo.

De la misma manera ha felicitado el acierto de la Delegada de Participación Ciudadana del Ayuntamiento de Sevilla por no permitir que en un centro cívico que administra nuestra fuerza política se lleve a cabo un homenaje a un franquista como es Agustín de Foxá.

A los 30 años de la muerte de Blas de Otero que nos dejó su palabra, a los 20 años de la muerte de Dolores Ibarruri que nos dejó el mejor legado que tiene cualquier Partido Comunista del mundo, a los 10 años de la muerte de Javier Egea o Rafael Alberti que se amarraron al palo mayor para no dejarse arrastrar por los cantos de sirena del capitalismo dominante y escribieron desde su rebeldía, los recordamos no para llorarles sino para tomarlos como ejemplos de su lucha.

Se refirió al homenaje que el próximo 15 de octubre se le rendirá a Marcos Ana en este mismo Centro Cívico de Bellavista tras el acto de ponerle una calle en este barrio del Sur de Sevilla para lo que hizo un llamamiento a la participación en el mismo.

Juan de Dios terminó agradeciendo la presencia de los invitados, el Partido Comunista Colombiano, el Consul General de Cuba, el Coordinador Provincial de IU, o el representante de la CUT así como la presencia de varios colectivos de trabajadores en lucha, que a lo largo del Congreso irían tomando la palabra para saludar a las delegadas y los delegados.

Terminó su intervención deseando un buen trabajo y dando vivas al Partido Comunista de España.

Fuente: Portavoz Digital del PCE_PCA Sevilla( Edición de PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda
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"QUE LA IZQUIERDA IMPONGA OTRA MANERA DE SALIR DE LA CRISIS CAPITALISTA" PLANTEA CONGRESO DEL PCE-PCA REGIONAL SEVILLA, ESPAÑA

En el discurso de apertura del Congreso del PCA de Sevilla para el XVIII Congreso del PCE, Juan de Dios Villanueva, Secretario Provincial ha pronunciado una brillante intervención en la que ha caracterizado la situación coyuntural con respecto al Partido y a la sociedad en la que nos movemos.

Juan de Dios Villanueva se ha dirigido a los 219 delegados y delegadas acreditados a comienzos del congreso y ha proclamado la necesidad de fortalecer al Partido en esta situación de crisis capitalista, a la que se ha referido como responsables del sistema en los problemas que sufren los trabajadores y las clases populares.

Para luchar contra el capitalismo se hace necesario un Partido Comunista fuerte, organizado, que esté en la calle con la gente, con la aportación de sus ideas y sus propuestas.

Ha llamado a no confundirse. A más Partido, más Izquierda Unida. Con más militantes comunistas habrá más adscritos a Izquierda Unida. Con más ideología comunista, más fuerza programática y de propuesta tendrá Izquierda Unida.

“Ante la crisis, el capitalismo es el problema” porque además son los capitalistas los que quieren que los trabajadores paguen las consecuencias por lo que ha anunciado que “hay una salida por la izquierda”.

Ambos conceptos serán los ejes centrales para la llamada a la movilización que tendrá lugar el 21 de noviembre convocada por Izquierda Unida Los Verdes Convocatoria por Andalucía en la que todo el Partido se va a volcar para conseguir mejorar el alto listón que se situó el 1 de febrero.

La crisis capitalista es otra fase de la lucha de clases en la que los ideólogos del sistema se proponen arremeter contra los derechos sociales y las conquistas obreras a lo largo de la segunda mitad del siglo XX.

Juan de Dios Villanueva ha explicado que se busca salir de la crisis con las recetas convencionales del capitalismo, rebajando los salarios de los trabajadores, reduciendo los costes sociales y atacando al corazón de la Seguridad Social y poniendo en peligro las pensiones y el sistema sanitario público, promoviendo una reforma laboral como quieren las patronales abaratando el despido y los derechos.

O por el contrario, existe una salida por la izquierda, defendiendo el sector público, garantizando los derechos de los trabajadores frente a la gran banca que ha provocado la crisis financiera, subiendo los impuestos a los ricos y fortaleciendo el papel del estado frente a la economía privada.

En cualquier caso, para promover y alcanzar esta salida por la izquierda no cabe otro recurso que la movilización. Para ello, ese día 21 de noviembre tiene que ser una referencia que mantenga la voz de las clases populares frente al capitalismo y conseguir que la izquierda imponga otra manera de salir de la crisis capitalista.

Fuente: Portavoz en Internet del PCE_PCA Sevilla/ Edición de PrensaPopular_ComunistasMiranda
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EN HONDURAS.."ANTE LA BUROCRACIA INTERNACIONAL LA INTERVENCIÓN DE LOS PUEBLOS ES UNA OBLIGACIÓN"

Por: Ricardo Arturo Salgado

Anoche frente a la embajada de Brasil Ante la burocracia internacional la intervención de los pueblos es una obligación Los excesos que se permiten los fascistas contra la embajada de Brasil, y contra la población en general, nos hacen preguntarnos si la burocracia internacional tiene alguna razón de ser. La OEA parece ser un foro para reconocer que la derecha posee influencia suficiente para poner en la misma mesa a los victimarios con los representantes de las victimas.

Ha dado la impresión de que este organismo tiene suficiente paciencia, y carece de la dignidad necesaria, para reaccionar con firmeza ante los insultos de los golpistas. Los crímenes de lesa humanidad, la constante represión de los derechos humanos, el cierre de medios alternativos, el asedio militar a la embajada brasileña no afectan el sueño de cuantas misiones lleguen a ver al sujeto que hoy dice gobernarnos.

La ONU es un enorme monstruo donde el imperio y sus asociados hacen lo que quieren. El consejo de seguridad gobierna la organización, y su asamblea general es incapaz de ir mas allá de las condenas, que únicamente les sirven de papel sanitario a los golpistas. Las sanciones económicas y comerciales hacia el gobierno de facto no llegan, y seguramente llegarán muy tarde, cuando muchos hondureños hayan pasado a formar parte de las estadísticas que a estos burócratas les gustan tanto.

Hay que aclarar que esto no sorprende mucho, baste ver las lamentables intervenciones de estos organismos en conflictos internos o regionales en otras partes del mundo. A partir del momento en que permitieron al imperio destruir civilizaciones enteras como respuesta a actos terroristas, la comunidad internacional se hizo cómplice de actos de lesa humanidad.

Las invasiones en Afganistán e Irak, desconociendo plenamente el derecho internacional; los bombardeos criminales contra Paquistán; la impunidad de los sionistas en todo el mundo, pero especialmente contra el pueblo palestino; las actuaciones frente a los conflictos en África, que ellos mismos provocaron; la actuación en Haití, e incontables ejemplos que no citamos por falta de espacio, demuestran que los países imperiales usan la ONU como trampolín de sus intereses.

La desvergüenza y la doble moral son cosa común y rutinaria en estos adefesios que se guían por la opinión de los grandes medios para darle seguimiento a los eventos que acontecen en cada unos de sus países miembro. Quizá la salvedad haya sido la tendencia a la unanimidad en cuanto al rechazo del bloqueo contra el heroico pueblo cubano.

Aún así, países que votan contra el bloqueo se muestran tímidos ante las muestras de irrespeto del imperio gringo frente a la opinión pública internacional ante un acto de guerra inhumano y permanente contra un pueblo que sigue defendiendo su libertad con la frente en alto.

Todavía sufre Cuba de muchas limitaciones causadas por el bloqueo. Cierto que el pueblo cubano ha sabido sortear estas dificultades con irreductible dignidad; pero el bloqueo a la compra de alimentos, equipos médicos, e incluso a intercambios culturales, demuestran que lo que la ONU dice es todavía retorica barata que no responde a las necesidades de la población mundial.

Es también incomprensible como la ONU hasta la fecha no se ha pronunciado sobre el caso de los cinco héroes cubanos presos en cárceles gringas por su compromiso con la seguridad de su pueblo. Aquí al menos una resolución es valida, sin perjuicio de la responsabilidad criminal de los jueces y magistrados que han dictado tan vergonzosas condenas y que el mundo debería juzgar como atentados contra la humanidad misma.

En el caso de honduras donde se han violado los elementos básicos que, al menos en teoría, le dan vida a la integración política mundial, las acciones se limitan en esperar que Obama finalmente se acuerda de que el maneja la política exterior yankee y que debe poner alto a los Shannon, Anselem, y todos los remanentes de la administración Bush.

Es increíble que a esta altura no se haya adoptado una posición firme sobre el asunto hondureño. Hasta ahora tenemos una resolución del 30 de junio, desde entonces mas de cien personas han muerto, miles han sido reprimidas, violadas, torturadas. Vivimos bajo estado de sitio permanente y muchas fechorías mas se han perpetrado. Sin embargo, todavía discuten que hacer.

En contraste la derecha brasileña, por ejemplo, ha tenido la habilidad de resaltar la presencia del presidente Zelaya es su embajada en Tegucigalpa, ignorando deliberadamente el hecho de que el gobierno de facto hace actos de guerra contra la soberanía de ese gran país.

Hoy día ya hemos visto un desfile de altos personeros de la OEA, la comunidad europea, por la embajada de Brasil; testigos de la brutalidad que se vive en ese lugar no faltan; testigos de la revisión de los alimentos por perros amaestrados para buscar drogas y armas; de la instalación de equipos sofisticados de guerra sicológica; de la prohibición de llevar medicamentos a los enfermos; del hostigamiento militar permanente a los ocupantes de la sede diplomática.

La OEA se fue y dijo haber dejado abierto el dialogo; la ONU supongo que está esperando los resultados del dialogo. No se les habrá ocurrido que el régimen de facto ha mentido como norma, no como excepción, y juega a ganar tiempo para llevar a cabo unas elecciones donde participaran solamente candidatos que son cómplices directos y activos del golpe de estado.

Estas elecciones no solo no representan el interés del pueblo hondureño, sino que son la expresión mas clara del funesto precedente de los golpes de estado como medio para frenar procesos transformadores en cualquier parte del mundo. Precedente que solo le conviene a la derecha mas rancia del mundo; a los consorcios farmacéuticos, petroleros, armamentistas. ¿Acaso es lógico que el planeta funcione como una enorme sociedad anónima?

A esta altura debemos considerar seriamente la sustitución de estas instancias por otras en las que los pueblos semanas determinantes. En honduras esta solidaridad de los pueblos ha sido extraordinaria, pero en el campo ha tenido todavía un efecto limitado. Las limitaciones en logística, y capacidad de comunicaciones han sido un problema para la resistencia hondureña.

Varias veces he mencionado la necesidad que tenemos de apoyo tecnológico, en forma de asesoría para superar el cerco mediático. Hace unos días recibí unas instrucciones de un compañero en Australia; instrucciones para la utilización de micro transmisores para la radio comunitaria. Sin embargo la misma es incompleta y no podemos implementarla. Radio Globo transmite en Internet, pero, es muy probable que pronto tenga que pasar a la clandestinidad o al silencio, esta será una decisión de su propietario. Radio Gualcho transmite en AM, pero su potencia es limitada. Valdría la pena apoyar a estas estaciones a seguir en el aire.

El periódico Resistencia, órgano oficial del Frente pasa por múltiples problemas para mantener un tiraje regular, falta papel, falta tinta, etc. Bastará contactar a las personas encargadas de todos estos y otros asuntos en el frente nacional de resistencia para descubrir la dimensión de las carencias que padecemos. ¿Si la derecha no tiene inconvenientes en enviar la tecnología de la muerte mas moderna y sofisticada, por que no habríamos de contar nosotros con la solidaridad de los pueblos de nuestra América?

Fijémonos que aquí contamos con una represión primer mundistas, mientras la resistencia cuenta con los recursos de una sociedad pobre. Debo aclarar que este pedido no es un desconocimiento al monumental esfuerzo que ya llevan adelante muchos patriotas hondureños y comités de solidaridad en el mundo. Es solo que falta intensificar estas acciones.

No podemos cansarnos de recordar que esta lucha será larga; y representa los intereses de los pueblos del continente. Si los golpistas se imponen aquí, el imperio nos impondrá un siglo de violencia e intranquilidad en lugar de la paz y el progreso que anhelamos. Esto no debemos ignorarlo.

La derecha lo entiende y apoya sin tapujos al régimen fascista; quizá eso es algo que deberíamos imitarles; no vacilemos en apoyar la causa del pueblo hondureño. Al final, esta es una confrontación entre el pasado y el futuro. Y para ganarla debemos entenderla e integrarnos en el lado que nos corresponde históricamente.

Hoy exigimos justicia; si la ONU y la OEA no son suficientes entonces necesitamos el juicio histórico de los pueblos contra los criminales golpistas!!
Ni perdón ni olvido!!
Hasta la victoriasiempre!!

Fuente: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

¡Fortalezcamos al Partido Comunista de Venezuela, Partido Revolucionario de la Clase Obrera! Organización y Luchas en Marcha hacia el XIV Congreso del PCV!

viernes, 9 de octubre de 2009

OTRA CARA DEL RACISMO

Por: Jerónimo Carrera

Al llegar la celebración de este 12 de Octubre, llámesele como se le quiera llamar, no puedo evitar que me vengan a la memoria aquellos clásicos versos que comienzan diciendo: Yo me hundí hasta los hombros en el mar de Colón…

No puedo evitarlo, sinceramente, pese a que el nombre de ese muy genial navegante genovés es ahora casi una mala palabra. Así como el del autor de tal poema, el extraordinario poeta venezolano, y mi paisano de Cumaná, Andrés Eloy Blanco (1897-1955), seguramente el mayor de los poetas venezolanos del siglo pasado, ha sido poco a poco relegado a un semi olvido… Quizás por el pecado de haber él prestado su nombre al entonces naciente partido, y hoy felizmente al borde del sepulcro, bautizado como de “acción democrática”.

Pecado cometido también por nuestro mayor novelista, Rómulo Gallegos, que no ha podido ser condenado al ostracismo, al parecer. Y con mucha mejor suerte por el maestro Luis Beltrán Prieto, quien durante muy largos años figuró como el tercer bate del equipo de los adecos, y fue descartado en 1968 por el manager Rómulo Betancourt, según lo que me han dicho ex adecos de entonces, simplemente por ser negro y ateo, lo que creía ese manager lo hacía inaceptable para Washington y el Vaticano… Así era la Venezuela de aquella época, aunque esto parezca algo increíble para nuestros muchachos de los tiempos actuales.

Pues bien, soplan nuevos vientos y todo indica que tenemos otra variedad de racismo, la que yo he llamado como racismo al revés. Así son las cosas en esta vida, y luce ahora que aquí pronto ser blanco será visto como un defecto personal, como un grave pecado, algo inaceptable en lo político, igual a como antes lo fuera ser negro o indio. Incluso ser mestizo puede resultar un handicap, y espero que los lectores me perdonen este anglicismo.

Lo curioso es que por estas tierras americanas todos tenemos un idioma único, el de Cervantes, que nos permite entendernos a todo lo largo desde México hasta la Argentina y Chile, con unas muy pocas excepciones. Esa es nuestra mayor riqueza, el castellano, uno de los cuatro o cinco idiomas más importantes del mundo.

Sin ese idioma, que nos lo trajo la primera invasión europea de hace cinco siglos, acá tendríamos nadie sabe cuántos lenguajes diversos. Como siempre sucede, los invasores europeos trajeron cosas malas y cosas buenas. A su vez, los invadidos americanos les enviamos para allá, igualmente, nada menos que el tabaco para que se mueran de cáncer, y la maravilla de la papa para que no mueran de hambre.

Hay que bien entenderlo, como lo apuntan con su habitual sagacidad los jóvenes Karl Marx y Friedrich Engels en su genial Manifiesto del Partido Comunista, de 1848, que la humanidad toda viene viviendo un largo proceso de unificación, de creación de un mercado único, a lo que contribuyó poderosamente ese viaje de Cristóbal Colón.

Cosa muy distinta ha sido la segunda invasión europea, a raíz de la II Guerra Mundial, propiciada por un aparato llamado UNRRA, con el apoyo de Estados Unidos más que nada, y con el cual trajeron a Venezuela y algunos otros países americanos una masa de los llamados refugiados, mayoritariamente fascistas y anticomunistas, derrotados en esa guerra. Y lo peor fue que no eran hombres o mujeres en estado de soltería, para que se casaran aquí, sino familias enteras, que nos sembraron sus prejuicios racistas.

Si queremos ser realmente bolivarianos, no olvidemos nunca aquello que escribió en 1815 Simón Bolívar, en su célebre Carta de Jamaica, explicando que: “Nosotros somos un pequeño género humano.”

Fuente: PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

¡Fortalezcamos al Partido Comunista de Venezuela, Partido Revolucionario de la Clase Obrera!

UN TRAIDOR Y CRIMINAL PALESTINO LLAMADO MAHMUD ABBAS

Por: Susana Khalil

El presidente de la Autoridad Nacional Palestina, Mahmud Abbas es un traidor, es un criminal que atenta contra la construcción de la post-historia universal humanística.

Mahmud Abbas es un criminal que retarda la materialización de la historia universal de construir la justicia humana sin violencia.

El informe Goldstone de la ONU en la que evidencia al Estado colonial de Israel de cometer Crímenes de Guerra, es el punto de partida, es el inicio de esa metamorfosis o tan esperada historia universal en la que la justicia pueda ser llevada a cabo mediante la acción real del amparo que brinda el derecho internacional.

Somos millones en el mundo que creemos y luchamos por una solución justa del amargo conflicto palestino, sionista-colonial, pero no sólo es que luchamos y creemos en la solución justa sino que además creemos y en compromiso con el ejercicio de una nueva historia universal y en compromiso con la historia de la humanidad misma, creemos que la solución de la tragedia del pueblo palestino debe pasar por la acción del marco pacifico mediante el poder y fuerza que detiene la implantación del orden legal internacional.

El informe Goldstone de la ONU que muestra los Crímenes de Guerra del Estado colonial de Israel sirve dentro del mundo globalizado de hoy a la movilización de fuerzas desde nuestros respectivos países y exigiendo a nuestros gobernantes hacer cumplir nuestras propias leyes constitucionales , ejemplo, es que en muchas constituciones nacionales establece que sí en su suelo nacional se encuentra un sospecho o un acusado de Crímenes de Guerra las autoridades de esta nación tiene el deber de aprehenderlo.

Ahora, frente a esta histórica oportunidad que nos brinda el informe Goldstone en pro de la justicia y sin violencia por el pueblo palestino y para combatir al más poderoso e inhumano régimen del mundo: el Estado colonial de Israel, vemos dolorosamente la clara actitud traidora, vendida de la Autoridad Palestina y a la cabeza el criminal, Mahmud Abbas, retardando la entrega de este histórico informe con el fin de ocultar dicho documento para así proteger a los genocidas sionistas, proteger a los genocidas de su propio pueblo.

Es mentira no hay presiones, lo que hay es fructuosos negocios corporativos detrás de esta traición.

La dolorosa traición de la Autoridad Palestina al servicio del más brutal régimen del mundo actual, representa una amenaza para el pueblo palestino.

Retardar el histórico informe Goldstone con claros fines de proteger a los genocidas es una traición a la lucha y liberación del pueblo palestino. Esto es una traición sin misericordia y sin piedad que realizan los traidores de la Autoridad Palestina.

La dolorosa y maldita traición de la Autoridad Palestina y su Jefe, Mahmud Abbas al servicio del horror sionista es una amenaza a la paz. El informe Goldstone pertenece a la humanidad es el paso a la justicia para enjuiciar a esos genocidas supremacistas sionistas.

La actitud traidora y corrupta de la Autoridad Palestina es la que genera el surgimiento de alternativas violentas, extremistas religiosos y fanáticos. Genera violencia, ultraja y desgarra.

El informe Goldstone es la oportunidad para nuestro primer Nuremberg y la criminal, traidora Autoridad Palestina solicita su retardo para proteger a los genocidas.

La perversa traición de la Autoridad Palestina al retardar el informe Goldstone se convierte en una burla, es una humillación a la humanidad, ya que con ese informe se puede apelar a un juicio internacional contra esos genocidas y así empezar el camino hacia la nueva historia, donde nuestra corteza humana en su quehacer justiciero sea bajo la luz de toda racionalidad jurídica no violenta y real.

Es vivificante ver hombres íntegros como el presidente Chávez que ponen en perfecto peligro su propia vida y sacrifica todo por el hermoso sueño de un mundo mejor y rompe con el más grande tabú mundial, que es condenar la barbarie sionista y clama por la justicia del pueblo palestino.

Pero por otro lado cuan triste es ver que es la misma Autoridad Palestina que traiciona a su propio pueblo y se vende al servicio del más grande enemigo de la humanidad: el sionismo.

El mundo vio como se masacraba al pueblo palestino pero lo peor será ver como la elite de la Autoridad Palestina es la que va a proteger a los genocidas de su propio pueblo retardando informe Goldstone, por un manojo de dólares.

Maldita Autoridad Palestina, vándalos de empresarios muertos de hambre que subastan Palestina, como el criminal de Abu Ala, quien le vende el cemento al Estado colonial de Israel para construir el Muro de la Vergüenza que estrangula al pueblo Palestino, el hijo del Presidente Mahmud Abbas con grandes negocios con la USAID o simplemente Mohamed Dahlan la pieza de inteligencia palestina al servicio del Mossad.

Mahmud Abbas, serás el más grande traidor y criminal de toda la milenaria historia del mundo Árabe.Ayer negaste el Holocausto Nazi y hoy ocultas el informe Goldstone, eres una conciencia prostituta, ajena al humanismo.

La Autoridad Palestina debe ser depuesta ante su criminal traición contra la lucha y liberación de nuestro pueblo Palestino.

La lucha sigue y es verdad lo que dice eterno canto, - la lucha es dura –

Fuente: Tribuna Popular/ Edición de PrensaPopularSolidaria_ComunistasMiranda http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com/ Correo: pcvmirandasrp@gmail.com

PCV, KLASSENKAMPF, MARXISMUS-LENINISMUS UND REVOLUTIONÄRE ORGANISATION

PCV, Klassenkampf, Marxismus-Leninismus und revolutionäre Organisation

Verfasst von Faustino Rodríguez Bauza,
25.07.2007
übersetzt: Jens-Torsten Bohlke, Brüssel

In einigen Versammlungen, an denen ich teilgenommen habe, wird das Thema diskutiert, warum die KP Venezuelas sich nicht mit einem Mal der PSUV angliedert, zu deren Bildung der Präsident der Bolivarianischen Republik Venezuela Hugo Chávez Frías aufgerufen hatte. Dabei sagte sogar jemand, dass es keinen Sinn hätte, wenn die KP Venezuelas sich anders verhielte, denn sie würde im Prozess beseitigt und auf ein Nichts reduziert werden, denn der Kampf für den Sozialismus „würde in den Händen der PSUV verbleiben“.-

Dies scheint ein offenbar logisches Argument zu sein, aber nach meiner Betrachtungsweise ist es das nicht. Weil die KP Venezuelas weiterhin für den Sozialismus kämpfen wird, unabhängig von der Position der PSUV oder jeder anderen Kraft, die die Umwandlung oder Beseitigung des Kapitalismus vorschlägt. Und es ist ja so, dass für die Kommunisten der Sozialismus eine Übergangsetappe hin zu einer nach unserer Ansicht viel gerechteren Gesellschaft bildet, den Kommunismus. Daher sind wir Kommunisten die härtesten und entschlossensten Kämpfer für den Sozialismus. Der Aufbau des Sozialismus nähert sich unserem Ziel an, welches darin besteht, eine noch weiter vorangeschrittene Gesellschaft aufzubauen, über die sozialistische Organisation hinaus, welche der Kommunismus ist, die kommunistische Organisation der Gesellschaft.
Bildlich ausgedrückt: Unser Kampf für den Kommunismus erfordert eine Voretappe, die der Sozialismus ist. Im Sozialismus als produktive Organisation und gesellschaftliche Distribution des Produzierten wird sich die Grundsatzformel erfüllen: „Von jedem (der für die Gesellschaft produziert) nach seiner Fähigkeit, für jeden nach seinen Bedürfnissen“. Dies impliziert eine sehr hohe Entwicklung der Gesellschaft, der Produktivität, denn es muss ermöglicht werden, die Bedürfnisse des Kollektivs zu befriedigen.

Voranzuschreiten zum ersten Stadium, dem Sozialismus, erfordert eine Prämisse: Abschaffen des Privateigentums an den Produktionsmitteln. Im Kapitalismus hat man Privateigentum an den Produktionsmitteln. Die Werktätigen verkaufen ihre Arbeitskraft, daher bezahlen ihnen die Eigentümer der Produktionsmittel einen Teil dessen, was produziert worden ist, als Lohn. Der Rest verbleibt als Mehrwert, den sich der Eigentümer der Produktionsmittel aneignet, und der die Grundlage für das Wachstum seines Reichtums bildet.

So ist die kapitalistische Gesellschaft verfasst. Diejenigen, die die Produktionsmittel haben, schließen sich unter sich zusammen, um diese Gesellschaftsordnung zu verteidigen, die ihnen ermöglicht, sich immer mehr zu bereichern. Und diejenigen, welche ausgebeutet werden, schliessen sich unter sich zusammen, um sich gegen diese Ausbeutung zu verteidigen und für eine andere Gesellschaftsordnung zu kämpfen, in der sie nicht ausgebeutet werden. Diese Einheit zwischen den Ausbeutern kenn man als bürgerliche gesellschaftliche Klasse, die Bourgeoisie, die ihre Interessen verteidigt und will, dass die Dinge so bleiben. Und diejenigen, die arbeiten und ausgebeutet sind, bilden die Arbeiterklasse, das Proletariat, die ihre Interessen vertreten und wollen, dass die Gesellschaft sich ändert, wegkommt vom Privateigentum, der Ausbeutung und dem Kapitalismus. Die Interessen beider Klassen sind unüberbrückbar. Darum bekämpfen sie sich, grundsätzlich geht es dabei um die Regierungsmacht der Gesellschaft insgesamt. Und dies nennt sich Klassenkampf. Wir Marxisten-Leninisten betrachten ihn konkret als den Motor der Geschichte. Denn der Marxismus-Leninismus ist nicht der Motor der Geschichte, sondern der Klassenkampf ist dies.

Der Marxismus-Leninismus, seine theoretischen Formulierungen, sind nur ein Instrument zum Verständnis der in Veränderung befindlichen Realitäten. Ein Instrument des Verständnisses und der Orientierung im Kampf, beim Erlernen des Klassenkampfes in bestimmten historischen Momenten. Und somit ersetzt der Marxismus-Leninismus nicht den Klassenkampf als Motor der Geschichte. Und genau dies ist es: Der Marxismus-Leninismus ist ein im Laufe der Geschichte tiefgreifend angereichertes Instrument, welches sich auf die Dialektik stützt, was ihm die ständige Erneuerung ermöglicht. Wie Marx ihn zu seiner Zeit nutzte, in jenen damals herrschenden Bedingungen. Wie Lenin ihn auch nutzte, zu seiner Zeit, in den damals herrschenden Bedingungen. Und gegenwärtig dient er den kommunistischen Parteien weltweit für das Studium der ökonomischen und gesellschaftlichen Bedingungen, der Entwicklung für den Klassenkampf und für die Formulierung ihrer Politik ausgehend vom Klassenkampf und der Verteidigung der Interessen der Arbeiterklasse, des Proletariats, in den unmittelbaren Kämpfen in jedem Land, zielführend in ihrem Voranschreiten hin zum Sozialismus und zum Kommunismus.

Man kann nicht sprechen vom Marxismus-Leninismus als „Dogma“, man kann nicht von Dogmatikern sprechen, und auch nicht davon, dass der Marxismus-Leninismus „schon vorbei“ ist. Er ist nicht vorbei, denn er erneuert sich, er aktualisiert sich, er wird ständig entsprechend den Realitäten angewendet. Er ist dialektisch, dynamisch, in ständigem Verstehen der Realitäten des Klassenkampfes. Und darin ergreifen wir Marxisten-Leninisten die Partei auf Seite der Kämpfe des Proletariats und der Arbeiterklasse gegen den Kapitalismus. Wir sind Antikapitalisten gegenüber allen kapitalistischen Formen und allem, was Kapitalismus erzeugt.

Wenn, wie gesagt wurde, die neue Partei „nicht die Banner des Marxismus-Leninismus ergreifen (wird), denn er ist ein Dogma, denn er ist schon vorbei“, geht dies nicht per Dekret. Man müsste es wissenschaftlich nachweisen. Was aber niemand gemacht hat oder wird machen können. Denn der Marxismus-Leninismus ist nicht vorbei. Und er ist kein Dogma. Dass ihn die neue Partei PSUV nicht aufgreift, dass sie ihn nicht nutzt, dass sie ihn befremdet oder ausschließt aus ihren Reihen, - das ist Sache derjenigen, die diese Partei bilden. Wo wohl ist in der Vergangenheit immer wieder wiederholt worden, dass die Beschlussfassung ihrer theoretischen, politischen Orientierungen , des organisatorischen Modells usw. horizontal und kollektiv erfolgen würde, diskutiert werden würde von den Kandidaten für die Mitgliedschaft, die im Prozess der Versammlungen der Bataillone zu Mitgliedern würden. Wo in den Bataillonen kollektiv die theoretisch-doktrinären Orientierungen der politischen und gewerkschaftlichen Linie usw., der Statuten, Organisation und Funktionsweise diskutiert und beschlossen würden. Und dies ist nicht geschehen! Das heisst, dies geht durch Betrachten und Diskutieren horizontal, so hat es geheissen.

Auf jeden Fall gab es viele Aufrufe an die KP Venezuelas, sich aufzulösen und in die PSUV zu integrieren. Dies geschah, damit wir sagen, dass wir uns abwenden von unserer Verfasstheit als Kommunisten und Marxisten. Einfach so, weiter nichts? In Wirklichkeit ist dies das Aufzeigen der Notwendigkeit der Existenz der KP Venezuelas als Partei der Arbeiterklasse, des venezolanischen Proletariats, als Garant der Anwendung des Marxismus-Leninismus in der Orientierung des Klassenkampfes und des Kampfes für den Sozialismus. Und es wirft die Notwendigkeit der ideologischen, politischen und organisatorischen Stärkung auf. Um eine grosse KP Venezuelas aufzubauen, die alle Hindernisse überwindet.

Und wenn die Sache die ist, dass „wer damit nicht einverstanden ist, und nicht hier sein will, der soll zur Kommunistischen Partei Venezuelas gehen“, - da bin ich sicher, dass dies gleichfalls nicht ein Beschluss der Basisverbände der PSUV gewesen ist, die, wie man sagt, ihre Politik dort bestimmt. Aber, in jeglicher Hinsicht, wenn es sich um einen angestrebten Ausschluss der Marxisten-Leninisten aus dem Schoße der PSUV handelt, dann wird es viele geben, die draussen bleiben werden. Viele Marxisten-Leninisten, die früher nicht in der KP Venezuelas waren. Es bleibt in ihren Händen, zur KP Venezuelas zu kommen oder nicht, wie es ihnen empfohlen worden ist. Und diejenigen, die die KP Venezuelas verlassen haben und den Weg der PSUV gehen, deren gegenwärtige Lage ist arg bedauerlich. Wir erwarten, dass sie überlegen und in ihrer Entscheidung objektiv sind.

Auf seine Art ist das alles nichts Neues. Schon bei der Bildung der PDN in der Epoche von López Contreras wurde eine ähnliche Situation hervorgerufen, aus welcher heraus Eduardo Gallegos Mancera, Pedro Ortega Díaz und weitere wertvolle revolutionäre Kader zur KP Venezuelas kamen. Argument: ein sehr ähnliches gegenüber dem gegenwärtigen, aber mit mehr inhaltlichem Eigenverbleib oder verbaler Vorhaltung, wie es Uslar Pietri nannte: das, wonach der Marxismus-Leninismus „obsolet“ war.

Der Imperialismus liegt auf der Lauer. Die Gefahren für die Bolivarianische Revolution sind gegenwärtig: Der Putschplan rührt sich in allen Teilen zurecht: Man spricht mit Militärs. Man bringt Paramilitärs hinein. Man bringt, transportiert und verlegt Waffen. Man beschleunigt die Vorbereitung neuer Strassenaktionen. Im Plan werden neue ausländische Stars eingebettet mit ihren Erklärungen. Die Erklärungen von Funktionären des State Departments werden wiederholt. Es hetzen im Lande die Katzenjammerer von Presse und Fernsehen wegen der Verfassungsreform. Für September bereiten sie die neuen Auseinandersetzungen der Bildungsinstitute vor. Der Imperialismus mobilisiert sich mit all seinen Kräften. Und heute in Venezuela haben sie einen Botschafter und Medien. Denn der vorige hat nach Kolumbien gewechselt, was nichts weiter ist, als ihn indirekt hier zu lassen, ihn im Plan gegen Venezuela zu halten. Sicherlich mit López Sisco dicht dran und zur Verfügung und operierend gegen Venezuela ganz direkt, mehr als dass er in Kolumbien Botschafterarbeit macht, wo sie schon USA haben mit genug Kontrolle über die dortigen Streitkräfte. Sie machen weiter mit demselben Plan, von dem wir Einzelheiten in unseren Artikeln „Destabilisierungskampagne gegen Venezuela leiten Regierende aus den USA“ und anderen sagten, die wir auf www.tribuna-popular.org veröffentlicht haben.

In jeglicher Hinsicht ist die Einheit aller antiimperialistischen Venezolaner wichtig, um die bolivarianische Regierung und den Präsidenten Chávez vor allen imperialistischen Gefahren und Machenschaften zu verteidigen, einschliesslich Mord. Und zu dieser antiimperialistischen Einheit über all den Dingen hinweg rufen wir Kommunisten auf, um die venezolanische Heimat zu verteidigen. Die KP Venezuelas hat ständig in verschiedenen Dokumenten und Aufrufen seines ZK und Politbüros dies vorgeschlagen. Somit ist sicher, dass wir Kommunisten in der ersten Reihe stehen werden gegen jeglichen Destabilisierungsversuch.

übersetzt: Jens-Torsten Bohlke, Brüssel
Quelle: http://www.tribuna-popular.org
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ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO

ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO
La Organización Intermunicipal Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela invita a nuestra militancia, afiliados, amigos y simpatizantes a los Actos de Celebración del 80 Aniversario de nuestro Glorioso Partido Comunista de Venezuela, a realizarse según datos ubicados en la Gráfica. Los esperamos para nuestra celebración, con espíritu y combatividad comunista, revolucionario y patriótico!!! Asiste!!

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