jueves, 2 de septiembre de 2010

A FESTA QUE DESENVOLVE A LUTA !! AFIRMAÇÁO DO PROJECTO COMUNISTA !!

Jerónimo de Sousa saudou os construtores Festa do Avante!
A Festa que desenvolve a luta


No último fim-de-semana antes da abertura da 34.ª Festa do Avante!, o secretário-geral do PCP foi à Quinta da Atalaia saudar os construtores da maior iniciativa político-cultural nacional, lembrando que aquele é o espaço e o momento para aliar à Festa o desenvolvimento da luta e a afirmação do projecto comunista.


Quando Jerónimo de Sousa chegou à esplanada do bar de apoio já aquele espaço se encontrava completamente repleto de camaradas e amigos que, generosa e voluntariamente, iniciaram, manhã cedo, mais uma jornada de trabalho da Festa do Avante!.

O cenário repetia o que se havia passado ao longo dos últimos meses na Quinta da Atalaia. Militantes comunistas de todas as idades, trabalhadores e democratas que ainda não fizeram o caminho que os leva a assumir partido, ali estavam dizendo «presente!». Ali estavam dando o corpo ao manifesto como estiveram em tantos outros sábados, fins-de-semana inteiros, jornadas semanais e, até, períodos de férias especialmente reservados para contribuir na construção da iniciativa com maior índice de fraternidade por metro quadrado.

Na memória fica uma prática só possível de observar no grande colectivo que é o PCP. Operários e intelectuais, homens e mulheres, jovens e idosos, provenientes das zonas urbanas ou rurais, trabalharam lado a lado em cada uma das fases da implantação. Em cada uma delas – preparação do terreno; levantamento das estruturas; colocação das madeiras e toldos; fornecimento de água e electrificação dos pavilhões; pintura, decoração e colocação das exposições políticas –, os construtores da 34.ª Festa do Avante! mostraram uma outra forma de estar na vida e de encarar o presente e o futuro: valorizando quem trabalha e cria riqueza, passando saberes e experiências, resistindo e expressando solidariedade para com quem resiste, afirmando com alegria e confiança a luta contra a exploração como o caminho mais sólido na construção da política alternativa e do socialismo.

A participação de milhares de camaradas e amigos em milhares de horas de trabalho voluntário durante as jornadas de implantação confere à Festa do Avante! «uma carácter ímpar», faz dela um exemplo «praticamente único na Europa e no mundo» e reflecte o «grande colectivo partidário» que é o PCP, afirmou Jerónimo de Sousa na sua intervenção.

Mas, valorizando os que no terreno realizam sem complexos as mais diversas tarefas, «não seria justo esquecer os construtores que aqui não estão. Os camaradas que vendem a EP, organizam os transportes ou criam escalas de serviço para os dias da Festa», até porque, insistiu o Secretário-geral do Partido, «é tão valioso esse trabalho como este, aqui no terreno».

«E é por isso que nós temos um profundo orgulho em dizer que “não há Festa como esta”.

Uma Festa que pela forma como é construída e realizada; pelo empenhamento e disponibilidade no quadro de uma sociedade onde os valores prevalecentes são o egoísmo, o individualismo, o salve-se quem puder, demonstra como queremos construir o nosso devir colectivo, o futuro do País, do povo e dos trabalhadores», continuou.

Irradiar os objectivos que nos animam

«Uma Festa que já vale só por este processo de construção e realização», frisou o dirigente comunista, mas que «é ainda um momento importante para irradiarmos os objectivos que nos animam no contexto de uma situação nacional tão complexa e perante a ofensiva em curso».

«Num quadro de retrocessos económicos, de aumento das injustiças e das desigualdades sociais, em que até a própria Constituição da República se encontra ameaçada por esta política de direita – encabeçada pelo PS com a cumplicidade do PSD –, a Festa é a força motriz que pode irradiar os nossos objectivos», é o espaço e o tempo ideais para «afirmarmos o nosso Partido e a alternativa que defendemos» e reforçarmos «a necessidade objectiva do desenvolvimento da luta contra esta situação», expressou Jerónimo de Sousa, obtendo como resposta da multidão um convicto «a luta continua».

«Até há partidos que vão denunciando a situação, que a vão caracterizando e analisando», prosseguiu, «mas só há um Partido que não se limita à denuncia e à proposta, mas que se empenha na luta mobilizando os trabalhadores e o nosso povo», concluiu.

Não dar tréguas

Antes de terminar a sua intervenção, o Secretário-geral do PCP deixou um apelo final aos construtores da Festa. «Não descansemos sobre o trabalho já realizado neste constante fazer e refazer. Ainda há muitas tarefas que exigem esta dimensão solidária», disse. «Vamos fazê-lo, vamos contribuir para que esta Festa do Avante! seja de novo um grande sucesso», respondendo com vigor militante aos que «com ódio não suportam o seu êxito, o seu conteúdo político-cultural, de convívio popular, de abertura democrática, e tudo farão para comprometer a Festa».

«Francisco, avança, com toda a confiança!»

Ponto alto da saudação de Jerónimo de Sousa aos construtores da 34.ª Festa do Avante foi, ainda, a referência às eleições presidenciais que se aproximam a passos largos.
A candidatura de Francisco Lopes, apresentada a poucos dias da abertura das portas da Quinta da Atalaia, «não é um acto próprio, mas uma decisão colectiva que terá tanto mais êxito quanto mais cedo se transformar na candidatura do grande colectivo partidário, que é preciso mobilizar. Este é um factor determinante», frisou.

«Andam já por aí a dizer que esta é uma candidatura que fecha, uma candidatura sectária», sublinhou ainda o Secretário-geral do Partido. «Mas haverá outra candidatura capaz de responder, em primeiro lugar, ao desenvolvimento da luta?», questionou.

«Não, só esta candidatura do PCP assumida pelo Francisco Lopes é capaz de responder aos anseios e aspirações do povo», sobretudo porque os trabalhadores nela encontram «uma candidatura que não está em cima do muro, que não dá tanto para aqui como para acolá, que não é ambígua nem roída por indefinições».

«Esta candidatura, patriótica e de esquerda, assumindo os valores de Abril, é aquela que dá garantias aos trabalhadores e aos democratas. É o voto certo e seguro na procura da ruptura e da mudança».

Por isso, «empenhemo-nos também nesta batalha sem a dissociar das tarefas centrais que estão colocadas aos trabalhadores e ao nosso povo – o desenvolvimento da luta, a afirmação do nosso ideal, do nosso projecto, a defesa dos valores consagrados na Constituição da República», pois será «pela luta concreta em defesa dos interesses dos trabalhadores; no combate ao desemprego e pelo emprego com direitos; na defesa dos salários, das reformas e pensões; na defesa do Serviço Nacional de Saúde, da educação, da escola pública e da segurança social, que podemos enfrentar este desafio com a confiança que nos caracteriza».

Se assim o fizermos, bem podemos afirmar nesta pré-campanha e na campanha das presidenciais, «Francisco avança, com toda a confiança», lembrou Jerónimo de Sousa.

Fuente: Avante/PrensaPopularSolidaria
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LA RECONSTRUCCIÓN Y AVANCES DEL MOVIMIENTO COMUNISTA Y REVOLUCIONARIO EN RUMANIA

Actualmente hay un gran interés en la población, entre los comunistas y revolucionarios, por conocer el destino y trabajo actual de los Partidos Comunistas de los Países del Este de Europa donde anteriormente existieron gobiernos encabezados por los comunistas.Varios de esos Partidos Comunistas están hoy perseguidos e ilegalizados, se desarrollan campañas anticomunistas e intentos por prohibir la doctrina, símbolos, y la organización comunista.

Dentro de todo este interés se centra la atención en la búsqueda de información al respecto. En este sentido tiene una gran importancia la labor que ha venido desarrollando la Página, Periódico en Internet "Un Vallekano en Rumania", con la Dirección del camarada José Luis Bermeo, que desde ese País nutre información muy importante.

PrensaPopularSolidaria publica con frecuencia materiales tomados de El Vallekano, que nos han ayudado a ir formando una visión sobre las luchas en crecimiento, y la acción de los Partidos Comunisdtas en el Este de Europa. Hoy reproducimos de El Vallekano la interesante entrevista al Camarada Petre Ignatenco, sobre la situación del Movimiento Comunista en Rumania. Agradecemos la iniciativa al Camarada Bermeo, por este material que nos sirve no sòlo de información sino de un interesante tema de discusióin y estudio.

Redacción de PrensaPopularSolidaria/Ferrebé

Entrevista a Petre Ignatencu, presidente del Comite de Reconstitucion del Partido Comunista Rumano

A continuacion transcribimos la entrevista que hemos realizado al camarada Petre Ignatenco, presidente del Comité de Reconstitución del Partido Comunista Rumano, en relación a diversas cuestiones relacionadas con el comunismo rumano y la historia y la actualidad del pais.

En ella, Ignatenco repasa los puntos de union entre los diferentes movimientos comunistas que pugnan por salir de la clandestinidad, a la que practicamente les ha condenado la censura mediatica de los medios de comunicacion capitalistas y la imposicion de una ideologia anticomunista, criminalizando a los partidos de los trabajadores, a pesar de que la mayoria de los rumanos reconocen cada vez con mas claridad que antes de 1989, con un sistema socialista, su nivel de vida era bastante mejor que el que les ha traido el paraiso capitalista.

A su vez Ignatenco nos agradece el esfuerzo por dar a conocer el comunismo rumano en el mundo y reconoce el interes de su partido de entrar en relacion con otros partidos comunistas españoles, e igualmente latinoamericanos, especialmente los de ideologia marxista-leninista.

La situación real de Rumania no se conoce fuera de sus fronteras, en otros paises del mundo, ni siquiera entre el resto de los ciudadanos europeos. En España la imagen se limita a la de los datos macroeconomicos y la propaganda electoralista de caracter xenofobo.

¿Cual es la situacion real de Rumania despues de 20 años de ausencia de un partido comunista?

La situacion de Rumania es grave y solo la alimentacion con el dinero de las instituciones internacionales hace que en Rumania no se produzca una revuelta de proporciones que barra del pais a la clase politica corrupta y mentirosa que gobierna. El fin de los creditos internacionales determinaria que Romania se declarara en bancarrota. Despues de 20 años la capacidad de la economia rumana de producir riqueza es escasa, por lo tanto el pais es incapaz de devolver los creditos recibidos. Esta es la consecuencia de la politica constante de los gobernantes postdecembristas, de destruccion de la economia socialista creada durante 40 años de gobiernos comunistas, en nombre de la modernizacion, la democracia, y la economia de mercado.

En 1989 la economia rumana aseguraba un puesto de trabajo a l0 millones de ciudadanos, practicamente la mitad de la poblacion, de entre los cuales 4,5 solo en la industria. Hoy se asegura el trabajo solamente para 4.5 millones de rumanos, entre los cuales 3 en sectores no productivos y solo 1 millon en la industria. Esta es la tragedia que tiene lugar en Rumania despues de diciembre de 1989, que se ha ejecutado en nombre del anticomunismo. Creo que la existencia en este periodo del Partido Comunista Rumano habria atenuado este verdadero cataclismo economico y social.

¿Como se define el Nuevo Partido Comunista Rumano en su proceso de transformacion en Partido Comunista Rumano? ¿Se puede decir que es un partido de ideologia marxista-leninista? ¿Cual es su autodefinicion ideologica?

El Nuevo Partido Comunista Rumano ha funcionado hasta ahora solo como Comite de Iniciativa para la constitucion de un nuevo partido comunista sin relacion con el viejo PCR. Sin embargo, se ha transformado en Comite de Reorganizacion del PCR el 27 de marzo de 2010. Hablamos de la fecha de nuestra iniciativa de reorganizar el viejo PCR, partido creado el 8 de mayo de 1921 y conducido por ultima vez por Nicolae Ceausescu.

Hago esta precision para eliminar la confusion que podria surgir al referirse a este sujeto. Queremos continuar la tradicion de este partido, como partido revolucionario marxista-leninista en la realidad politico-social actual. Actualmente, no podemos hablar mas de Nuevo Partido Comunista Rumano, sino del Comite de iniciativa para la reconstitución del PCR. ¿Por que la division entre los comunistas rumanos?

¿Puede hacer una descripcion panoramica y concisa de las diferencias que separan a los diferentes movimientos comunistas de Rumania en estos ultimos 20 años y en la actualidad?

La division de los comunistas se da en primer lugar en cuanto a su forma de ver la asuncion de responsabilidades frente al pasado comunista del pais. Muchos querrian apartarse y asumir solo los meritos de aquella epoca. La reunificacion de los comunistas y sus acciones comunes en la escena politica rumana se producira un dia, que espero no este lejos. Asistimos al Primer Congreso del Partido Comunista Rumano (organizado por el Partido Alianza Socialista).

¿Que parecer tiene el PCR-historico, si se nos permite denominarlo asi, sobre la nueva formacion?

Esta formacion que se llama a si misma Partido Comunista Rumano, PCR, y que ha tenido su congreso el pasado tres de julio, no es nueva, sino que es el mismo Partido Alianza Socialista, creado en el año 2003, que ahora ha hecho un congreso para cambiar su nombre en Partido Comunista Rumano, solamente por razones electoralistas, sin relacion alguna con el antiguo e historico PCR, que como se sabe ha tenido catorce congresos.

El Comite de Reorganizacion del PCR (el historico) ha contestado este mero cambio de nombre. No nos molesta el deseo del PAS de transformarse en Partido Comunista, sino solo el uso del nombre que es y debe permanecer siendo el del viejo partido conocido en todo el mundo y que nosotros queremos reconstruir. De hecho, la ley de partidos politicos de Rumania prohibe el uso por un nuevo partido del nombre de otro que haya existido anteriormente.

¿Estan dispuestos a unirse a un proyecto comun con el PAS-PCR? ¿Tienen alguna exigencia en relacion al programa del posible frente unido, si surgiera el caso?

Nosotros hemos hecho propuestas en este sentido al PAS antes de su congreso y de su transformación en PCR, para asociarnos en vistas a la realizacion de este importante proyecto, que deberia ser un proyecto comun de todos los comunistas de Rumania -la refundacion del PCR historico-, pero como se ve, han sido rechazadas.

Desde la perspectiva actual, y despues de 20 años, que errores cometio el PCR historico, tanto en el periodo de Ceausescu como en el de Gheoghiu-Dej? ¿Se puede decir que era entonces un partido comunista o era mas nacionalista, como algunos le critican?

Los dos periodos citados necesitan un amplio, complejo y objetivo analisis. Debe tenerse en cuenta de donde se ha partido, tras la Segunda Guerra Mundial, y cual ha sido la situacion el 22 de diciembre de 1989, desde el punto de vista social, economico y politico. El analisis debe hacerse comparativamente con la epoca anterior, prebelica, y posterior, durante los ultimos 20 años.

Solo asi se puede ofrecer una imagen correcta en lo que se refiere al regimen comunista de Rumania y apreciar si fue una epoca progresista de Rumania o no. No podemos afirmar que el PCR hiciera una politica nacionalista, pero podemos decir que puso en aplicacion, consecuentemente, el principio de que cada partido comunista tiene derecho a construir el socialismo segun las condiciones objetivas existentes en su pais, de modo independiente y soberano.

¿Que opinion adopta su partido en cuanto al proyecto de la Union Europea?

La Union Europea es una construccion artificial y forzada iniciada por los paises capitalistas de Europa Occidental con el fin de poner bajo las mismas reglas, economicas y politicas, capitalistas, a la mayor parte del continente europeo, para compensar el poder economico norteamericano, y otorgar a los paises europeos una identidad comun, y aplicando politicas imperialistas hacia el resto del mundo.

¿Y frente a los movimientos comunistas actuales, por ejemplo, el KKE griego, el Partido Comunista de Rep. Moldova, la revolucion bolivariana, Cuba, China, Corea del Norte?

Deseamos reconstruir las relaciones tradicionales del PCR historico con cuantos mas de entre los partidos y movimientos comunistas y trabajadores de antes de 1989.

¿Como ven el futuro del comunismo en Rumania? ¿El pueblo rumano, asi como dice su himno, se despertara de la miseria y la crisis o va a continuar dormido?

El futuro va a ser como nosotros lo hagamos. Debemos organizarnos y reconvencer al pueblo rumano de que la opcion comunista es la mejor solucion politica para Rumania. El Partido Comunista ha demostrado, durante el tiempo que ha dirigido nuestro pais, que es capaz de movilizar los recursos creadores de la sociedad para lograr unos objetivos fundamentales para el desarrollo acelerado en multiples planos, economicos, sociales, culturales y nacionales.

En este ultimo aspecto quiero remarcar el hecho de que Rumania ha llegado a ser, en marzo de 1989, un estado totalmente independiente y soberano, al pagar toda la deuda exterior pendiente , hecho unico en la historia, y los rumanos se enorgullecen de ello todavia hoy.

En relacion a la situacion actual, ¿cree que el FMI, UE y el gobierno Basescu-Boc estan cometiendo un genocidio social en Rumania, como dice por ejemplo el Partido Social Democrata?

La palabra "genocidio" es un termino comprometido para nosotros despues de haber sido invocado en el proceso postdecembrista perpetrado contra los dirigentes comunistas !Ellos hacen lo que mas saben hacer, como ha experimentado el pueblo rumano!

¿Cuanto mas se podra soportar esto? Esta es la pregunta. ¿Tiene el PCR actualmente relaciones con partidos marxista-leninistas de Europa o del mundo? ¿Conocen la Conferencia Internacional de Partidos y Organizaciones Marxistas Leninistas (CIPOML)?

El PCR ha retomado las relaciones establecidas por el Nuevo Partido Comunista Rumano (NPCR), y tiene la intencion de hacer esfuerzos para retomar las establecidas antes de 1989, en la medida que le sea posible. Desgraciadamente, no hemos establecido relaciones con la Conferencia Internacional de Partidos y Organizaciones Marxista Leninistas, pero estamos dispuestos a hacerlo.Trasmite a todos los comunistas españoles e hispanohablantes nuestro saludo.

!Solo juntos podemos vencer!

Fuente: Un Vallekano en Rumania/PrensaPopularSolidaria
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EL PUEBLO IRAQUÍ ES QUIEN DEBE CONSTRUÍR SU PROPIA DEMOCRACIA

Miembro del anterior gobierno iraquí, del que fue ministro de Ciencia y Tecnología y representante del Partido Comunista Iraquí, Raid Fahmi analiza la retirada de las tropas estadounidense y el estado político y social del país.

HD.- ¿Cómo analiza usted la retirada de las fuerzas combatientes ?

Raid Fahmi.- La retirada es en sí mismo un hecho positivo. Constituye un paso suplementario hacia el retorno a la soberanía total del país y hacia la retirada total de las fuerzas extranjeras. Al mismo tiempo, plantea desafíos mayores al gobierno y a las fuerzas políticas iraquís para que no se produzca un vacío político y de seguridad.

A una parte de la opinión y de los medios políticos le preocupa porque la retirada se desarrolla mientras los esfuerzos para constituir un nuevo gobierno todavía no han tenido resultados y las relaciones entre las diferentes fuerzas políticas se han deteriorado. Yo creo que a pesar de todo Iraq tiene los medios para llenar este vacío y para garantizar la seguridad. Es necesario que las fuerzas políticas cambien de actitud unos frente a otras, y que los esfuerzos para crear un nuevo gobierno con una amplia participación obtengan resultados positivos.

Con esta premisa el Estado podrá hacer frente a las exigencias del pueblo iraquí. Corresponde a los iraquís crear todas las condiciones para favorecer el retorno a su total soberanía, para formar un gobierno estable y eficaz. El problema es multidimensional : político, regional e internacional. Ya que, desgraciadamente, existen injerencias. Hoy, Iraq es un país en el que cada grupo fuerza la evolución de las cosas en función de su calendario, de sus propios intereses. Ahora bien, el interés del pueblo iraquí, corresponde defenderlo a los iraquís.

HD.- ¿Cuáles son los desafíos del próximo gobierno ?

R. F.- Afectan a todos los terrenos, política, economía e internacional, y en primer lugar a la seguridad. Hay que poner fin a las tensiones de carácter confesional y étnico. Hemos tenido éxito en el campo de la seguridad, pero estos avances son frágiles. Cuando la situación política se deteriora, el número de atentados aumenta considerablemente. Es preciso reforzar nuestros efectivos policiales, el ejército, mejorar su entrenamiento y sus condiciones laborales.

A nivel político, hay que asegurar el acuerdo nacional solucionando los contenciosos que existen entre las fuerzas políticas y las minorías. También es necesario clarificar la naturaleza del Estado federal y de la región de Kurdistán. El gobierno debe permitir una participación general y efectiva. Tercer elemento capital : atacar los problemas fundamentales a los cuales se enfrenta la población, a saber los servicios públicos esenciales, la vivienda, el desarrollo de la economía, el desempleo, la educación, las infraestructuras.

Hay que mejorar la gobernanza asegurando la lucha contra la corrupción, la reforma de la administración y del sector público. Uno de los desafíos es el retorno de la soberanía nacional con la retirada total de las fuerzas norteamericanas a finales de 2011. Por último, permitir a Iraq recobrar su lugar en la escena internacional.

HD.- ¿Qué responde usted a las personas que continúan pensando que la invasión norteamericana ha llevado la democracia ?

R.F.- Lo que sucedió en 2003 a nuestro país, es un acontecimiento múltiple. La invasión norteamericana ha engendrado una ocupación con el pretexto de traer la democracia. Una de las consecuencias fue la caída de una de las dictaduras más brutales. Al librarse de esta dictadura, corresponde al pueblo iraquí tomar el destino en sus manos para construir su propia democracia.

Hoy, hemos dado pasos significativos en este sentido (instituciones, partidos, leyes), pero estamos muy lejos de haber finalizado. Para conseguirlo, es preciso extirpar el confesionalismo, y las divisiones, poniendo por delante la ciudadanía con derechos iguales para todos, sin distinción de religiones ni de comunidades.

Fuente: L"Humanité/PrensaPopularSolidaria

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martes, 31 de agosto de 2010

7 septembre : TOUS DANS L’ACTION !La section de Béziers du Parti Communiste soutient l’appel à l’action du le mardi 7

7 septembre : TOUS DANS L’ACTION ! Communiqué de la section de Béziers du PCF

La section de Béziers du Parti Communiste soutient l’appel à l’action du le mardi 7 septembre lancé par toutes les organisations syndicales contre le projet de réforme des retraites concocté par l’équipe Sarkozy-Woerth-Fillon.

Allant au devant des désirs du MEDEFet de la Banque Centrale Europénne (BCE), Nicolas Sarkozy et son équipe a donc décidé de briser le système de retraite. Ni le départ à la retraite après 60 ans, ni la baisse des pensions, ne peuvent faire l’objet de négociation avec le gouvernement et le patronat. C’est le système social français fondé sur la solidarité nationale qui est en cause.

Le PCF fait quatre propositions clés pour garantir le financement par répartition :

- Une réforme de l’assiette des cotisations patronales,

- Une cotisation nouvelle sur les revenus financiers des entreprises et des institutions financières,

- Sécuriser l’emploi et la formation tout au long de la vie,

- Supprimer des exonérations de cotisations patronales qui ne créent pas d’emploi et tendent à tirer les salaires vers le bas....

Pour faire reculer le gouvernement et le patronat l’action ce jour-là et les suivants sera déterminante. La mobilisation (manifestations,grèves...) contre le CPE l’a bien démontré...

La section du PCF de Béziers appelle les salariés, les retraités,les chômeurs, les jeunes... à se joindre à la manifestation de 10 heures mardi 7 septembre devant la Bourse du Travail de Béziers et à envisager rapidement la suite à donner... (les perspectives des luttes politiques et sociales seront naturellement abordées lors des débats à la fête de la Plantade des 4 et 5 septembre)

Fuente: PCF section de Béziers/Bellaciao.Org.Fr/ PrensaPopularSolidaria
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Le 7 Septembre la FSM* appelle à une journée de grève MONDIALE.

Le 7 Septembre la FSM* appelle à une journée de grève MONDIALE.

*note du publicateur : La FSM (Fédération syndicale Mondiale) c’est l’anti-CES.

La CGT portugaise parle d’y adhérer, prenant le risque de se faire exclure de la CES.

"(...)La FSM [5] forte de ses 64 nouvelles et récentes affiliations qui sont le signe éclatant que son renouveau décidé en 2006 est devenu une réalité, vient de décider de faire du 7 septembre une journée mondiale d’action avec comme thème la crise et les travailleurs. Si en France aucune confédération n’est affiliée à cette fédération internationale, il n’en va pas de même ailleurs.

En Grèce, au Portugal, dans nombre de pays de l’Est, un tel mot d’ordre devrait trouver un écho certain.

En Afrique, en Asie, au Moyen Orient, en Amérique du sud et même en Australie, toutes régions du monde où la FSM est forte, il y a fort à parier que cette journée marquera le paysage.

Au-delà des organisations affiliées ou amies de la FSM il n’est pas impossible que d’autres organisations syndicales de par le monde répondent à cet appel comme cela a été le cas récemment quand la FSM a appelé les dockers du monde à refuser de décharger les bateaux israéliens, appel qui a eu un écho jusque dans les pays scandinaves et aux Etats Unis même.

Ce 7 septembre mondial, venant juste avant les temps annoncés de mobilisation internationale contre l’OTAN et les risques de guerre que font courir les puissances impérialistes à notre planète, vient à point nommé.

Si l’appel de la FSM prend de l’ampleur, on aura alors, pour la 1ère fois depuis longtemps si on excepte le 1er mai au contenu spécifique, une journée d’action mondiale au contenu de classe clair. Une journée où se feront entendre celles et ceux qui refusent le capitalisme comme modèle économique. Une journée contre les crises inhérentes à ce système qui n’est pas aménageable et dont il faut changer avant qu’il ne détruise tout et fasse sombrer notre planète dans les guerres et la barbarie pour le profit de quelques-uns.

Oui décidément le 7 septembre,

Peuples du monde, soulevons-nous

Fuente: Bellaciao.Org.Fr/ PrensaPopularSolidaria
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Le 7 Septembre 2010 : Journée Internationale d’Action

Le 7 Septembre 2010 : Journée Internationale d’Action

La Fédération Syndicale Mondiale –FSM- appelle le mouvement syndical et les organisations progressistes du monde à agir en se joignant à nous le 7 Septembre 2010 pour participer à cette journée d’action.

En 2009-2010, nous vivons une période de crise globale du système capitaliste.

Cette crise est profonde et embrasse toutes les sphères du système, l’économie, les politiques, la culture, l’environnement et même les relations personnelles du peuple.

Le Fonds Monétaire International ( FMI) attaque les pays par le biais de la dette et impose, avec les gouvernements de ces pays, des politiques profondément hostiles au monde du travail.

L’espoir pour les travailleurs réside dans les luttes, dans l’engagement des jeunes, des femmes et des migrants, des peuples de tous les pays dans ces combats.

En Europe, en Asie, en Amérique Latine les peuples manifestent dans les luttes et revendiquent pour leurs droits.

Aujourd’hui, chacun comprend que la crise concerne tout le monde.

La crise est partout.

Aussi la coordination devrait s’organiser.

Coordination, coopération - internationalisme et solidarité. Pas tout seul mais tous ensemble, dans tous les pays, tous les travailleurs, tous les chômeurs. Tous ensemble pour combattre, avec des revendications modernes qui répondent aux besoins élémentaires des travailleurs.

Pour sortir de la crise, nous demandons  :
· Les travailleurs ne doivent pas payer la crise. Les licenciements doivent être interdits.

· L’arrêt des dépenses d’équipement militaire. Cet argent doit profiter aux chômeurs et aux plus pauvres.

· Action pour annuler la dette des pays du Tiers Monde

· Gratuité de la santé publique, de l’éducation, de la nourriture et de l’eau, pour tous.

· Investissement public pour la création d’emplois. Satisfaction des besoins élémentaires des travailleurs.

Par des petites et des grandes luttes, la classe ouvrière internationale comprendra que l’avenir de l’humanité se trouve que dans l’abolition de l’exploitation de l’homme par l’homme.

Parce que le capitalisme ne peut s’amender !

Joignons nos forces et nos voix dans les mobilisations de la Journée d’Action du 7 Septembre 2010.

Syndicats et organisations sociales dans leur pays respectif, leur région et les lieux de travail ajoutez vos revendications à l’appel de la FSM. Tenez des activités sur les lieux de travail et dans les branches professionnelles.

Le 7 Septembre, chaque syndicat peut choisir la voie de son action.

7 Septembre Journée Internationale d’Action - Tous les travailleurs unis  !

LE SECRETARIAT


Fuente: Bellaciao.Org.Fr/ PrensaPopularSolidaria


7 Settembre 2010: Giornata d’Azione Internazionale.

7 Settembre 2010: Giornata d’Azione Internazionale.

La Federazione Sindacale Mondiale - FSM- invita il movimento sindacale e le organizazioni progressiste del mondo a agire e a participare alla giornata d’azione del 7 Settembre 2010.

Nel 2009-2010 stiamo vivendo un periodo di crisi globale del sistema capitalista. Questa crisi e profonda e abbraccia tutte le sfere del sistema:l’ economia, le politiche, la cultura, l’ambiente, e anche les relazione personale del popolo. Il Fondo Monetario Internazionale (FMI) sta atacando i paesi con i debitti finanziari e impone con la collaborazione dei governi dei rispettivi paesi una politica profondamente antisociale.

La soluzione per i lavoratori e situata nelle lotte, nella militanza dei giovani, delle donne, degl’immigranti, e dei popoli nei paesi nel mondo.

In Europa, in Asia, e nell’America Latina, i popoli manifestano nelle strade e rivendicano.

Oggi tutti capiscono che la crisi tocca ogni uno di noi. La crisi è dapertutto. Dunque la coordinazione si deve generalizare. Coordinazioni, cooperazioni - internazionalismo e solidarità. Non restiamo soli ma uniamoci, in tutti i paesi, tutti i lavoratori, e tutti i disoccupati. Tutti insieme nella lotta con delle riposte corrispondente ai bisogni attuale.

Domandiamo per uscire dalla crisi:

- I lavoratori non devono pagare la crisi. I licenziamenti devono essere vietati.

- Fine delle spese militare. I disoccupati e i lavoratori i piu modeste devono profitare di questi finanziamenti .

- Azioni per annulare la dette dei paesi del terza mondo.

- L’educazione, la salute publica, il cibo e l’acqua devono essere gratuiti.

- Investimenti publici per la creazione dei posti di lavoro e la sodisfazione dei bisogni elementari dei lavoratori.

Tramite le piccole e le grandi lotte, la classa operaia internazionale capirà che il futuro dell’umanità non puo passare per il sfruttamento dell’uomo sull’uomo. Perche il capitalismo non puo essere modificato.

Uniamo le nostre forze e le nostre voci in questa giornata d’azione del 7 Settembre 2010.

Sindacati e organizazioni sociali, nei paesi rispettivi, nelle regioni e nei luoghi di lavoro, agiungete le vostre rivendicazioni a l’appello della FSM. Organizatevi nei vostri luoghi di lavoro e nelle vostre settori professionali.

Il 7 Settembre ogni sindacato puo scegliere la sua forma d’azione.

7 Settembre Giornata Internazionale d’Azione.

Tutti i lavoratori uniti!

Il Segretariato



Fuente: Bellaciao.Org.it/PrensaPopularSolidaria






SEPTEMBER 7TH 2010 INTERNATIONAL ACTION DAY

The World Federation of Trade Unions -WFTU- calls upon the trade union movement and progressive organizations of the world to act, to participate, to join us on the on September 7th 2010, International Action Day.

In 2009-2010, we live in a period of global crisis of the capitalist system. This crisis is deep and embraces all areas of the system: the economy, politics, society, culture, environment, even the personal relationships of the people. The International Monetary Fund (IMF) is attacking the countries with debts and it is imposing, together with the governments of those countries, deep antilabour policies.

The hope for workers lies on the struggles, on involving young people, women, immigrants, indigenous people in these fights. In Europe, Asia, Latin America, the people march on the streets and demand.

Today everybody understands that the crisis concerns everyone. The crisis is everywhere. So the coordination should be generalized. Coordination, cooperation - Internationalism and solidarity. Not each one alone but all together, in all countries, all workers, all the unemployed. All together to fight with modern demands to respond to the current needs.

We demand now in order to get out of the crisis:

· Workers not to pay for the crisis. Dismissals to be prohibited.
· To stop the expenditure on military equipments and this money to be granted to the unemployed and the poor.
· To take action now on erasing the debts of Third World Countries.
· Free and Public health, education, food and water for all.
· Public investment for the creation of jobs. Satisfaction of workers’ current needs.
Through small and big struggles, the international working class will understand that the future of humanity can be drastically improved only through the abolition of the exploitation of man by man. Because capitalism cannot be amended!!!

Let’s join forces and voices in the mobilizations on the International Action Day,

September 7th 2010

Trade union and social organizations in their respective countries, regions and

workplaces to add their demands in the WFTU call.

To hold activities in workplaces and professional branches.

On September 7th each trade union can chose its way of action.

ALL WORKERS UNITED ON SEPTEMBER 7TH, INTERNATIONAL ACTION DAY

THE WFTU SECRETARIAT

Fuente: Bellaciao.Org.en/PrensaPopularSolidaria
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SOLIDARIDAD CON LOS TRABAJADORES DE CEMEX MANIFIESTA PARTIDO COMUNISTA DE VENEZUELA INTERMUNICIPAL MIRANDA CENTRO

""Desde la Organización Intermunicipal Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela nos solidarizamos con las luchas de los trabajadores de la Empresa CEMEX, declara el camarada Javier C. Hernàndez, de" Trabajadores en Lucha Comunistas Miranda Centro". Sigue el camarada Javier C. Hernández, diciendo que: ""En las Inspectorías del Trabajo se producen retardos hasta para la solución de mínimos problemas y reclamos justos de los trabajadores. Entonces no es extraña para nosotros la decisión de la Inspectoría del Trabajo de Barcelona, en la que desconocen el proceso eleccionario democrático realizado limpiamente por los trabajadores de CEMEX"".

Se refiere el Camarada Hernández a la situación de los trabajadores de CEMEX , ""quienes se han visto obligados a estar en movilización permanente para defender sus derechos, la negociación colectiva, las libertades sindicales, el control obrero que garantice participación permanente, protagónica, y la dirección política y en la producción por parte de la clase obrera para garantizar un proceso productivo al servicio del pueblo.""

Igualmente el camarada Javier C. Hernández indica que: ""en las Inspectorías del Trabajo todavía se producen situaciones contradictorias con el proceso revolucionario en marcha, donde se confronta a la clase obrera con decisiones que favorecen a burócratas sindicales, como en este caso donde tratan de mantener a émulos de los bueyes cansados dirigentes sindicales adecos, de los que muchos se disfrazan de "revolucionarios" pero siguen con sus procesos antiobreros anteriores, y de entrega a los patronos, esta vez en CEMEX tratando de eternizar a "dirigentes sindicales" que se negaron a realizar elecciones por más de seis años, sin rendir cuenta de los fondos sindicales, al más puro estilo adeco-copeyano"".

El camarada Javier C. Hernández plantea asimismo que: "Los procedimientos de connivencia entre patronos y obreros se mantiene vivo, y no sólo en las Empresas de Capital privado, sino también en las Empresas denominadas Socialistas, y/o en transición, y en estas últimas las negociaciones son entre los cogollos sindicales corrompidos y los burócratas tecnócratas, que no sólo niegan los derechos de los trabajadores, sino que se convierten en una quinta columna que sabotean la organización socialista de la producción, el intercambio y la distribución socialista, y se alían con las roscas comercializadoras tradicionales y especuladoras""

Al respecto, complementa el camarada Javier C. Hernández:"Estos procedimientos nos hacen presente la necesidad de la Ley de los Consejos de Trabajadores, que el Partido Comunista de Venezuela ha venido luchando con el respaldo de las organizaciones de los trabajadores, para garantizar la participación de la clase obrera como sujeto fundamental interesado en el desarrollo del proceso revolucionario y el avance al Socialismo, y su participación en la Dirección y Administración de las Empresas Socialistas y en proceso de transición, e incluso en las Empresas Privadas".

Otra de las preocupaciones de los trabajadores, señala en camarada Hernández, es el de la Contratación Colectiva. Nos dice que: "Muchos burócratas dirigentes de Empresas Socialistas o en transición, se aprovechan del carácter socialista, para negar la contratación colectiva, por decir que las empresas "son de los trabajadores" .

Dice Hernández que este: ""Es el caso en la CEMEX, donde se intenta paralizar la negociación de la Contratación Colectiva, que ya lleva dos años de vencida, que los burócratas directivos del departamento de personal de CEMEX querían manejar y discutir con los dirigentes corruptos con los cuales han maniobrado por mucho tiempo, que fueron echados en las elecciones por los trabajadores, con lo cual la nueva Directiva es la que debe discutir el Contrato"

""En este último caso es importante recordar--dice el camarada Hernández--que también está pendiente la discusión de la Ley Orgánica del Trabajo, que pondrá en orden los componentes necesarios para resguardar los Derechos de los Trabajadores, la Contratación Colectiva, e impedir situaciones como la de los trabajadores de CEMEX, actual, y que se reproduce en otras empresas socialistas y/o en transición"

Estos son hechos a tener en cuenta en la lucha de los trabajadores y en la participación decisiva y protagónica de la Clase Obrera como sujeto dirctivo en el desarrollo del proceso socialista.

Es bueno recordar como en días recientes nuestro periódico PrensaPopularSolidaria Comunistas Miranda recogió informaciones acerca de conflictos presentados en la República Popular China, en varias fábricas, algunas de capital privado, en otras del sector socialista, por situaciones relativas a la Contratación Colectiva y la Administración, llegándose incluso a huelgas y paralizaciones, conflictos que trajeron como consecuencia la participación de secciones y dirigentes de la llamada ala izquierda del Partido Comunista Chino, para ponerle un correctivo a esa situación.

Por nuestro Correo se ha redcibido una Declaración de Prensa del Sindicato Único de los Trabajadores del Cemento y sus Similares del Estado Anzoátegui (SINTRACEA), y allí señalan sus planteamientos, pedidos y el conjunto de actividades a realizar, de las cuales se han cumplido:

Ocupación de la Inspectoría del Trabajo el lunes 23 de agosto, el viernes 27 de agosto, Asamblea en la Plaza Bolívar de Guanta, donde aprobaron la Proclama de Guanta y un plan de lucha, que incorpora igualmente a los trabajadores tercerizados, y una actividad inicial en la carretera Guanta-Cumaná.

LOS TRABAJADORES DE CEMEX TIENEN UNA PLANIFICACIÓN QUE ESTÁ DETALLADA A CONTINUACIÓN.

Los trabajadores y trabajadoras de la empresa en transición Cemex S.A.C.A. Planta Pertigalete, en asamblea de afiliados y afiliadas al Sindicato Único de Trabajadores del Cemento y sus Similares del Estado Anzoátegui, realizada en la Plaza Bolívar de Guanta (Anzoátegui) el jueves 26 de agosto de 2.010, aprobamos realizar acciones de movilización e información con la siguiente programación:

1. Lunes 30 de agosto, desde las 6 a.m. hasta las 6 a.m. del martes, Vigilia con Ocupación Pacífica de los márgenes de la carretera nacional Guanta-Cumaná, sin interrupción del tráfico, respetando el derecho de los usuarios a circular por dicha vía.

2. Martes 31 de agosto, 7 a.m. marcha desde la carretera nacional (Alcabala) hasta el Edificio Administrativo de la Planta Pertigalete para presentar documento ante el Director de Planta, Ing. Orlando Ocanto, y el Departamento de Recursos Humanos, en el cual entre otros solicitaremos, respeto a la organización sindical e incorporación inmediata de los trabajadores tercerizados y trabajadoras tercerizadas todavía excluidos y excluidas de la Orden Presidencial que ordena su ingreso como el personal permanente y fijo.

3. Miércoles 01 de septiembre 2.30 p.m. Caravana desde la Planta Pertigalete hasta la Sede de la Gobernación del Estado en Barcelona.

4. Jueves 02 de septiembre, 4.30 p.m. Asamblea en la Plaza de Guanta para evaluar acciones de protesta y movilización.

5. Viernes 03 de septiembre, desde las7 a,m. hasta las5 p.m. Recolecta de colaboraciones frente a las Oficinas Administrativas de la Planta Pertigalete

Estas acciones las hemos acordado, ante la falta de respuesta a nuestros planteamientos durante estos dos años de instalada la Junta de Transición nombrada por el Presidente de la República, los cuales hemos realizados ante varias instancias y autoridades competentes, Junta de Transición, Ministerio del Trabajo, Ministerio de Infraestructura y Obras Publicas, Ministerio de Ciencia y Tecnología, Secretario de Gobierno del Estado Anzoátegui, Diputados del Consejo Legislativo Regional, Defensoría del Pueblo, Asamblea Nacional y los candidatos revolucionarios del P.S.U.V. Nelson Moreno y Franklin Rondón, ante los cuales hicimos denuncias sobre las pésimas condiciones de la Planta producto de las acciones de saboteo y paro técnico emprendidas por la cúpula gerencial y tecnocrática, violaciones a nuestros derechos humanos y laborales, que se traducen en el desconocimiento a la libertad sindical, falta de atención a los enfermos ocupacionales y falta de voluntad para negociar y discutir la convención colectiva.

La situación de indefensión en que nos encontramos, nos obliga responsablemente denunciar ante el pueblo venezolano estas situaciones que irrespetan nuestra dignidad y a solicitar la revisión, rectificación y reimpulso de la Junta de Transición, bajo la incorporación de representantes de los trabajadores y trabajadoras de las diferentes Plantas del país, bajo un esquema que transite hacia el control obrero, para asegurar que producción sea distribuida e intercambiada en forma socialista para asegurar la satisfacción de la necesidades de infraestructura estratégica y de viviendas populares a favor de nuestro pueblo. La aplicación de las 3R resulta urgente cuando, lejos de cumplirse y acatarse las instrucciones y directrices del comandante Presidente de la República, Hugo Chávez Frías, para profundizar el proceso revolucionario, en la industria cementera nacional la realidad es:

• Cero Control Obrero, niegan la participación de los trabajadores y trabajadoras en la gestión directa de la empresa.

• A pesar de la orden presidencial, se han producido dos (2) aumentos en el precio del cemento y se mantienen las mismas mafias que distorsionan la distribución y comercialización en perjuicio del pueblo y del desarrollo nacional.

• Aumento la contaminación por falta de control ambiental.

• La Tecnocracia Cementera antiobrera, juega al fracaso del Proceso Revolucionario y niegan la ejecución del Plan nacional Simón Bolívar 2.009 -2.013.

• Desconocen a la organización sindical, violando los procesos de elecciones democráticas adelantadas por los trabajadores y trabajadoras para elegir a su dirección, consagrada en la Constitución de la Republica Bolivariana de Venezuela.

• Por la vía de los hechos, la empresa estableció una alianza con la burocracia sindical, la misma que no realizó elecciones por más de 6 años y cuyos integrantes fueron inhabilitados por decisión del Consejo Nacional Electoral en enero pasado, al negarse a rendir cuentas de los fondos sindicales que administraban a espaldas de los trabajadores y trabajadoras. Esa burocracia sindical es la que precisamente adelanta, junto con la vieja tecnocracia, un plan contra el avance del socialismo y el control obrero.

• NO permiten la organización de los Delegados de Prevención, desconociendo lo establecido en la Ley Orgánic de Prevención, Condiciones y Medio Ambiente de Trabajo.

• NO acatan las medidas de reenganche ordenadas por la Inspectoría del Trabajo a favor de los trabajadores y trabajadoras.

• NO han cumplido en su totalidad con incorporación trabajadores tercerizados y trabajadoras tercerizadas a pesar de la orden del presidente Chávez

Para poner fin a esta situación, nuestra propuesta sigue siendo el diálogo entre revolucionarios y revolucionarias, al cual convocamos más en esta hora de unidad para derrotar las amenazas de la derecha sobre la Asamblea Nacional. Así pues, se trata de una llamado a todos los actores sociales y políticos afines al proceso revolucionario, con la instalación de una comisión conformada por la Junta de Transición, Ministerio del Trabajo y Seguridad Social, Ministerio de Ciencia y Tecnología, Secretario de Gobierno del Estado Anzoátegui, Diputados del Consejo Legislativo Regional, Defensoría del Pueblo, Asamblea Nacional, la Junta Directiva Sindical y los Delegados y Delegadas de Prevención.

Refrendado por:

Junta Directiva y Asamblea de Trabajadores del Sindicato Único de Trabajadores del Cemento y sus Similares del Estado Anzoátegui (SINTRACREA)

Fuente: Envíos a Nuestro Correo/SINTRACREA/ PrensaPopularSolidaria
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DIA INTERNACIONAL DE ACCÌÒN EL 7 (Siete) DE SEPTIEMBRE LLAMA LA FEDERACIÒN SINDICAL MUNDIAL (F.S.M.)

7 DE SEPTIEMBRE DE 2010 DÍA INTERNACIONAL DE ACCIÓN

La Federación Sindical Mundial (FSM), hace un llamamiento al movimiento sindical y las organizaciones progresistas del mundo a actuar, a participar, a unirse a nosotros en el 7 de septiembre de 2010, Día Internacional de Acción.

En 2009-2010, vivimos una época de crisis mundial del sistema capitalista. Esta crisis es profunda y abarca todas las áreas del sistema: la economía, la política, la sociedad, la cultura, el medio ambiente, incluso las relaciones personales de la gente. El Fondo Monetario Internacional (FMI) está atacando a los países con deudas y está imponiendo, junto con los gobiernos de esos países, graves políticas antilaborales.

La esperanza de los trabajadores se encuentra en las luchas, en la participación de los jóvenes, mujeres, inmigrantes y poblaciones indígenas en estas luchas. En Europa, Asia, América Latina, el pueblo se manifiesta en las calles y reivindica.

Hoy en día todo el mundo entiende que los problemas de la crisis nos afectan a todos. La crisis está en todas partes. Por eso la coordinación debe ser generalizada. Coordinación, cooperación - internacionalismo y solidaridad. No cada uno por sus propios medios, sino todos juntos, en todos los países, todos los trabajadores, todos los desempleados. Todos juntos para luchar con reivindicaciones actuales para responder a las necesidades de hoy.

Reivindicamos para salir de la crisis:

• Que los trabajadores no paguen la crisis. Que se prohíban los despidos.

• Que se corte el gasto en equipos militares y este dinero se destine a los desempleados y los pobres.

• Que se adopten medidas inmediatas para perdonar la deuda de los países del Tercer Mundo.

• Sistemas públicos gratuitos de salud y educación, alimentos y agua para todos.

• Inversión pública para favorecer la creación de empleo. Que se satisfagan de las necesidades actuales de los trabajadores.

A través de pequeñas y grandes luchas, la clase obrera internacional entenderá que el futuro de la humanidad puede mejorarse drásticamente únicamente a través de la abolición de la explotación del hombre por el hombre. ¡¡¡Porque el capitalismo no puede rectificarse!!!

Unamos nuestras fuerzas y voces en las movilizaciones en el Día Internacional de Acción,

7 de septiembre de 2010

Sindicatos y organizaciones sociales en sus respectivos países, regiones y lugares de trabajo

agregarán sus demandas a la convocatoria FSM.


Llevarán a cabo actividades en los lugares de trabajo y las ramas profesionales.

El 7 de septiembre cada sindicato elegirá su modo de lucha.

TODOS LOS TRABAJADORES UNIDOS EL 7 DE SEPTIEMBRE, DÍA INTERNACIONAL DE ACCIÓN 

EL SECRETARIADO DE LA FSM

PARTIDO COMUNISTA DE ESPAÑA_ANDALUCÍA EN LA HUELGA GENERAL DEL 29 DE SEPTIEMBRE EN ESPAÑA

Moción en apoyo de la Huelga General de IULV-CA a la que se adhiere el PCA
El grupo municipal/provincial de IULVCA, eleva al Pleno del Ayuntamiento/Diputación Provincial, la siguiente PROPOSICIÓN/MOCION, relativa al RECHAZO DE LOS RECORTES SOCIALES Y LA REFORMA LABORAL Y EL APOYO A LA HUELGA GENERAL DEL 29 DE SEPTIEMBRE.

Desde que comenzó esta crisis financiera, que inmediatamente después se extendió a la economía real y productiva causando unas terribles consecuencias millones de hombres y mujeres, especialmente entre las clases populares, IULVCA trabaja para desenmascarar a los que la han provocado, los especuladores, banqueros y rentistas y los responsables de instituciones y gobiernos que los apoyaron con las políticas neoliberales. Esta crisis del sistema financiero está provocando en la sociedad española una situación de emergencia social, con más de 4.500.000 de parados y paradas y miles de pequeñas y medianas empresas cerradas. Las medidas adoptadas hasta ahora por el Gobierno no sólo no han puesto coto al descontrol del poder financiero, sino que se han alineado con ellos, los causantes de la crisis económica. Los trabajadores y trabajadoras están explotados en el trabajo, expropiados por los Bancos y por el Gobierno.

El Gobierno del PSOE ha tomado desde que comenzó el año 2010 medidas antisociales:

1. Restrictivos Presupuestos Generales del Estado de 2010.

2. Plan de Austeridad de 29 de enero en el que se aprueba un recorte de 50.000 millones de euros.

3. Propuesta de alargar la edad de jubilación de 65 a 67 años.

4. Subida del IVA.

5. Plan de Ajuste de 12 de mayo que supone un recorte del gasto de 15.000 millones de euros adicionales, afectando a los pensionistas, a las mujeres, a los dependientes y a los funcionarios y funcionarias.

6. Ha aprobado por decreto‐ley la reforma del mercado de trabajo que supone: el despido más fácil, más rápido y más barato, perpetúa la contratación temporal como vía de entrada al mercado de trabajo, da mayor poder a los empresarios, cuestiona la negociación colectiva facilita la modificación sustancial de las condiciones de los contratos de trabajo, incluidas las pactadas en los convenios colectivos, disminuyendo el control judicial. Facilita en la empresa el descuelgue salarial previsto en los convenios colectivos. Legaliza las agencias privadas de colocación con ánimo de lucro, a las que no sólo se da acceso para la realización de funciones de intermediación laboral sino que también se les otorga competencias que van a afectar a las prestaciones por desempleo de los trabajadores y trabajadoras. Se va permitir sacar dinero de los desempleados y desempleadas. Se amplia el ámbito de actuación de las empresas de trabajo temporal dejando al mínimo las limitaciones por razones de seguridad y salud, y se deja en papel mojado la Ley para la Igualdad efectiva de mujeres y hombres, ya que las medidas de Igualdad son pura retórica.

En los últimos 18 años, con Gobiernos del PSOE y del PP, se han llevado a cabo 8 reformas del mercado de trabajo, incluyendo la actual. Una reforma cada 2 años y 3 meses no es un buen indicador de la estabilidad de algo tan fundamental, más bien parece que estamos metidos dentro de un proceso de improvisación continua. De hecho, es a todas luces un periodo ridículo, en el que no parece que sea factible la puesta en marcha de las medidas propuestas y mucho menos la maduración de las mismas y la evaluación de su efectividad. Esa sensación de provisionalidad permanente es aplicable a la normativa básica, el Estatuto de los Trabajadores, que ha sufrido 4 reformas, lo cual parece excesivo. Además, solo 2 de esas 8 reformas han sido pactadas o consensuadas, otras 5 son decisiones unilaterales del gobierno de turno. Todas las reformas han consolidado la temporalidad, la precariedad y los recortes de los derechos de los trabajadores y trabajadoras, y han aumentado el poder los empresarios.

El causante de la crisis económica no ha sido ni es el mercado de trabajo, no es la baja productividad de los trabajadores ni los desmesurados salarios que perciben. Todas estas medidas aprobadas por el Gobierno del PSOE son innecesarias, injustas y antisociales.

Estas medias están enmarcadas dentro de una política económica vinculada al Tratado de Lisboa, a las políticas neoliberales que nos traído esta crisis, políticas que son compartidas por el PP y practicadas en las Comunidades Autónomas donde gobiernan: más Mercado menos Estado y corrupción frente a transparencia y calidad democrática. El Partido Popular no es alternativa a las políticas aprobadas por el PSOE, es más de lo mismo: seguir desmantelando el Estado del Bienestar.

Estas medidas que desmontan el Estado Social y Democrático y de Derecho y que se alinean claramente con la patronal, los banqueros, los especuladores y los rentistas, han obligado a los sindicatos de clase, CC.OO y UGT a convocar una Huelga General para el 29 de septiembre de 2010 bajo el lema ASI, NO. Huelga General que se realiza en el marco de una movilización europea contra las medidas de ajuste. La Huelga General convocada para el 29 de septiembre que tiene como objetivos:

1. La reconducción del plan de ajuste, restableciendo los derechos de los pensionistas, los empleados públicos y el mantenimiento de la inversión pública.

2. La retirada de una reforma laboral lesiva que facilita el despido y empeora las condiciones de trabajo.

3. La negociación colectiva como marco de protección de las condiciones de trabajo, frente a los intentos de devaluarla y de individualizar las relaciones laborales.

4. El mantenimiento del sistema público de pensiones como eje central de protección social, y su adecuación a la evolución social, a través del acuerdo político y social.

IU comparte estos objetivos y considera necesaria la convocatoria de la Huelga General, es por ello que elevamos al Pleno del Ayuntamiento, una de las administraciones que conforman el Estado Social Democrático y de derechos la adopción de los siguientes,

ACUERDOS

1. El Pleno del ayuntamiento apoya la convocatoria de la Huelga General para el 29 de septiembre y hace un llamamiento a todos los trabajadores y trabajadoras a secundarla. Aprobará un bando municipal de apoyo de la Huelga General del 29 de septiembre. (esto último es opcional).

2. El Pleno del Ayuntamiento exige a los empresarios a respetar el derecho a la huelga que asiste a los trabajadores y trabajadoras.

3. El Pleno del Ayuntamiento exige al Gobierno Central y al Congreso de los Diputados la retirada de las medidas de ajuste aprobadas y a retirar la tramitación parlamentaria del Decreto‐Ley de Reforma del Mercado de Trabajo, por considerarlas injustas, innecesarias y antisociales.

4. El Pleno del Ayuntamiento/Diputación insta al Gobierno a mantener la edad de jubilación en los 65 años.

5. El Pleno del Ayuntamiento/Diputación insta al Presidente del Gobierno al mantenimiento del sistema público de pensiones como eje de la protección social.

6. El Pleno del Ayuntamiento/Diputación insta al Presidente del Gobierno a realizar una reforma fiscal progresiva, a realizar un plan contra el fraude fiscal y la economía sumergida.

7. Dar traslado de los acuerdos a los secretarios locales y provinciales y generales de los sindicatos CC.OO y UGT, al Presidente del Gobierno y a la Mesa del Congreso de los Diputados.

Fuente: PCA-Sevilla/PrensaPopularSolidaria
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lunes, 30 de agosto de 2010

VIETNAM COMO LECCIÒN

Por Jerónimo Carrera

En estos ya muy próximos días, el 2 de septiembre, estará el pueblo de Vietnam celebrando junto con sus numerosos amigos de todos los demás países en todo el mundo, los 65 años de haber proclamado su independencia nacional. Un hecho histórico, que en la mayoría de casos de otros países luce como algo natural hasta para sus propios pueblos, bien puede decirse que en este caso de Vietnam sí tiene y mantendrá siempre una significación mundial.

Esa proclamación de independencia de un pueblo de los que acá sólo conocíamos con la denominación de Indochina, como parte del extenso mundo colonial entonces bajo la dominación de Francia, pasó prácticamente desapercibida aquí y en otros países como el nuestro, del mundo neocolonial controlado por Estados Unidos y bautizado en forma despectiva como el traspatio yanqui.

Recuerdo bien, en lo personal, que estando yo en Francia para el año 1946, por primera vez pude leer en la prensa el nombre de Vietnam, y luego con mayor énfasis lo escuché en Praga, el siguiente año, durante el Primer Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes.

Acá en nuestra Venezuela, sin embargo, fue en los años ’60 y con motivo de nuestros fallidos intentos de lucha armada, ya enfrentados los jóvenes comunistas y miristas -con las armas en la mano- a toda una gama de pitiyanquis encabezados por Rómulo Betancourt y Raúl Leoni, cuando se empezó a hablar, bastante y elogiosamente, del caso de Vietnam.

En verdad el pueblo de Vietnam le ha brindado a la humanidad un extraordinario ejemplo de la más alta moral, en muchos sentidos, y valioso en especial para los revolucionarios, pero también para la gente de sentimientos patrióticos en general. Lo he escrito yo en otras ocasiones, la lección de ética que con sabiduría y sencillez nos ha legado Ho Chi Minh, el gran Tío Ho, en mi opinión es ya y será para siempre insuperable.

Veamos como explican hoy los propios vietnamitas aquella lucha suya. En un formidable libro de 906 páginas recién publicado allá lo encontramos: “El pueblo vietnamita comenzó la guerra contra la intervención yanqui para liberar el sur y unir a su nación (1954-1975) en condiciones internacionales muy complicadas. Los países socialistas, particularmente la Unión Soviética y China, estaban divididos y sostenían puntos de vista diferentes; el movimiento internacional comunista y de trabajadores se sumió en crisis, y el movimiento nacional de liberación estaba siendo debilitado por el neo-colonialismo.”

Y se añade: “Vietnam libró las dos guerras de resistencia: desde 1945 a 1954 y desde 1954 hasta 1975. Durante ese periodo, la Guerra Fría reinaba a través del mundo.” Para luego agregar esto: “En esa lucha a vida y muerte, el pueblo vietnamita bajo la dirección del Partido Comunista, gradualmente logró su propia experiencia y alcanzó finalmente una victoria gloriosa. Varios factores contribuyeron a esta victoria. Entre ellos estuvo la sabia y visionaria conducción de Ho Chi Minh, quien creativamente aplicó una política independiente y propia en asuntos exteriores, y supo cómo manejar estas relaciones con tacto y prudentemente.

Gracias a su conducción y la del Partido Comunista de Vietnam, lograron las guerras de resistencia de Vietnam gran apoyo y estímulo de la Unión Soviética, China y otros países socialistas, de países nacional-independientes, y de las fuerzas amantes de la paz y progresistas en el mundo, incluso de gentes de Francia y Estados Unidos.” (Mai Ly Quang, Viet Nam from past to future o sea Vietnam del pasado al futuro, de ediciones Thé Giói, editado en Vietnam, 1ª edición de 2007 en inglés). Huelgan comentarios, digo yo.

Muy breve P.S.- También por esta vía van mis condolencias a toda la querida familia de los Villegas, por la muerte reciente de María, la viuda del inolvidable camarada Cruz Villegas.---

Fuente: PrensaPopularSolidaria
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sábado, 28 de agosto de 2010

MIRANDA. UN ESTADO, DOS REALIDADES Y ELECCIONES A LA ASAMBLEA NACIONAL

Por: Faustino Rodrìguez Bauza/

Muy cerca ya de la apertura oficial de la Campaña Electoral, los comunistas de Miranda Centro, como los del Estado Miranda y Venezuela, nos aprestamos a realizar el mayor esfuerzo por garantizar el triunfo popular, el triunfo de la Alianza Comunista-Socialista, con la suficiente holgura para garantizar una futura Asamblea Nacional con una sòlida mayorìa y capacidad para aprobar las leyes que permitan la profundizaciòn y avance del proceso revolucionario hacia el socialismo.

En oportunidad anterior, haciendo un anàlisis de la situaciòn polìtica del Estado, señalamos en un comentario titulado "Miranda, un Estado, Dos Realidades", cuyo tìtulo reusamos como parte del Tìtulo para este Artìculo, como en el Estado Miranda se presentaba una situaciòn de dominio compartido, por lo cual habìa dos realidades:

1.- El sector con un gobierno de las fuerzas bolivarianas, donde ademàs del Poder Nacional, y el Regional-- representado por el Gobernador entonces bolivariano-- se presentaban tambièn los poderes municipales con Alcaldes y Concejos gobernados por los sectores integrantes de las fuerzas bolivarianas, es decir, un poder bolivariano en todas sus escalas.

2.- Un sector con la referencia del Poder Nacional Bolivariano, el Regional Bolivariano, pero con Alcaldes y Concejos Municipales de la Derecha Complotadora y fascistizante, de los cinco Municipios: --Baruta, Carrizal, Chacao, El Hatillo, Los Salias--los cuales, señalamos se reunen y conforman una unidad, desde entonces, un virtual segundo poder regional.

Para ello, usan todos los recursos de los Municipios de este sector, unificadamente, para una toma integral: polìtica; econòmica, en connivencia con factores econòmicos poderosos, a fin de entregarles los grandes y sustanciosos negocios generados en los Municipios; manejos policiales, unificando las policìas para usarlas, ademàs de en represiòn a los sectores populares, en las operaciones conspirativas, en las de protecciòn a conspiradores enconchados, de protecciòn a la entrada y penetraciòn de paramilitares y en actividades de quinta columna en general, como la organizaciòn de las llamadas redes populares, que no son otrea cosa que grupos preparados para la violencia al estilo de los porristas fascistas y nazistas.

Para aquel momento señalamos igualmente la situaciòn que se presentaba por el fortalecimiento de la derecha en estos cinco Municipios, mientras que el movimiento revolucionario aquì estaba en una situaciòn casi que de "retirada", realizando una acciòn polìtica relativamente dèbil. El desarrollo de la acciòn polìtico organizativa del Partido Comunista de Venezuela en este sector, en nuestra Organizaciòn Intermunicipal Miranda Centro, obedece, precisamente, a la revisiòn autocrìtica del tema y a la correcciòn respectiva.

En el Artìculo publicado al respecto anteriormente, con el mismo tìtulo del actual: "Miranda, un Estado...Dos Realidades" señalamos como:

""Las consecuencias a corto, mediano y largo plazo, necesariamente ,serán las de que estando cómodos aquí, en estos cinco Municipios, la derecha y fascistizadores, podrán trabajar màs còmodamente en otros sectores --y ya lo vienen haciendo en Petare y Los Teques--, como se comprobó en el Referendo, cuando se perdió en estos dos Municipios, y las consecuencias, repetimos, serán las de que ellos, aquí , se consoliden más , y donde dominan las fuerzas revolucionarias, ellos avancen porque trabajan mas comodos y tienen ya una base firme. En futuras elecciones correremos el peligro de perder posiciones Municipales importantes y hasta del mismo Estado.""

El pàrrafo entrecomillado es sacado del Artìculo anterior, escrito en relaciòn con la elecciòn de Gobernadores y Alcaldes. Y la formulaciòn final resaltada en color, se cumpliò con el avance de la derecha al ganar el Municipio Sucre y el Estado Miranda como un todo, lo cual significa una lamentable pèrdida de influencia gubernamental regional como un todo, importatìsima en lo Municipal al perderse entonces el principal Municipio del Estado, el Municipio Sucre.

Persiste el Estado Miranda con la formulaciòn de "Miranda, un Estado dos Realidades", pero ahora, en vez de Poder Regional Bolivariano, està en manos de la derecha fascistizante, y en el Poder Municipal, en vez de los cinco Municipios anteriores, ahora son seis, incluyendo a Petare, Municipio Sucre.

Esta nueva correlaciòn coloca, entonces, a la Unidad Comunista-Socialista, en una situaciòn de relativa desventaja inicial, en Circuitos, que incluyen a los tres Municipios màs importantes: Sucre, en uno; Baruta, en otro, y Guaicaipuro que abarca a la Capital, Los Teques, en otro. Destacando, igualmente, que es en estos Municipios de dominio de la derecha donde la penetraciòn paramilitrar, esfuerzo de preparaciòn para opciones de violencia, con participaciòn y de Comando Unido de sus Policìas--al estilo de lo que hicieron en Abril del 2.002-- organizaciòn de redes, y demàs esfuerzos quintacolumnistas es donde estàn màs avanzados y organizados.

Lo cual no obsta para que tambièn, vìa la acciòn desde la Gobernaciòn, tales preparativos se comiencen a ver en otros sectores del Estado, especialmente y de manera intensiva en Los Teques y otras Parroquias aledañas del Municipio Guaicaipuro, usando las mismas tàcticas anteriormente aplicadas en Petare, Municipio Sucre, de lo cual ya hay conocimiento.

Contra todas esas desventajas, las cuales hay que ver claramente, ocuparnos de ellas, estar conscientes de su existencia, sin caer en triunfalismos bobos, es que necesitamos los integrantes de la unidad Comunista-Socialista realizar una Campaña Electoral intensa y a fondo, no sòlo allì donde se domina la situaciòn hasta ahora --Municipios del Tuy, Barlovento y Eje Guatire Guarenas--sino, en los sectores donde la derecha hasta ahora tiene mayorìa, y principalmente en los Municipios donde estamos en tèrminos mà o menos paritarios y de fuerte disputa por lograr la ventaja electoral y en otras formas de lucha.

Estamos obligados a mantener y superar la mayorìa en Circuitos y en Lista en todos los Municipios del Tuy y Barlovento, en el Eje Guatire Guarenas, y recuperar el Circuito que abarca al Municipio Sucre, ganar allì y recuperarnos, asì como en el Circuito Uno que abarca Los Teques.
Debemos avanzar sustancialmente en Carrizal y Los Salias, asì como mantener y ampliar la ventaja en Los Teques.

Aquì --Carrizal y Los Salias--es posible operar con una acciòn estratègica, con una actividad al mismo tiempo puesta la vista en la Operaciòn Rescate de ambos Municipios, donde, por cierto, el Partido Comunista de Venezuela, en ambos Municipios , las Organiozaciones Comunistas del Municipio Carrizal, y del Municipio Los Salias, han presentado sendos Documentos de Llamamiento a la Unidad de los sectores revolucionarios, populares, democràticos, y antifascistas, para integrar un movimiento unificado de Rescate de estos Municipios.

De rescate para el pueblo, para la construcciòn del poder comunal, para la lucha contra los planes de violencia que avanzan paralelos a la acciòn alectoral, de parte de la derecha. Igual ocurre con nuestras Organizaciones en Baruta, El Hatillo y Chacao, todas ellas integradas en la Organizaciòn Intermunicipal Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela

Ese es el tamaño del compromiso de la Alianza Comunista-Socialista del Estado Miranda: avanzar en un triunfo rotundo en los Circuitos y Municipios del Estado donde antes se ha ganado, recuperar posiciones sustanciuales ante la derecha en los Municipios donde ellos han avanzado y la izquierda ha retrocedido, es decir, avanzar en todos los frentes, incrementando la diferencia a favor donde estamos en mayorìa, y rescatando y ganando posiciones en donde todavìa. o hasta ahora, ha ganado la derecha.

Y si tomamos en consideraciòn que, por su situaciòn geogràfica, poblaciòn, y desarrollo de la economìa, Miranda unifica un conjunto de condiciones que lo convierten en Estado decisivo--quizà el que màs-- el compromiso de nuestra unidad Comunista-Socialista Regional, es muy grande e importante. El Partido Comunista de Venezuela en Miranda, -- y por su situaciòn caracterìstica, especialmente en el sector de los Municipios ubicados en el Intermunicipal Miranda Centro--, estamos obligados a un trabajo electoral, organizaciòn de resistencia a todo evento, y organizaciòn general de todo el pueblo para el combate en el terreno que se presente, sin fallas y con una alta precisiòn revolucionaria y que alcance el mayor nivel de eficiencia.

Para este trabajo, la Red de Comunicaciòn Comunista Mirandina (REDECCOMI), viene avanzando progresivamente, y estamos seguros que ayudaremos a cumplir con el compromiso planteado, e igualmente a que, como es la caracterìstica de los Partidos Comunistas en su acciòn electoral, esta no se nos convierta en electorera, sino que sirva a nuestro avance y construcciòn organizativa y de Partido.

En la Organizaciòn Intermunicipal Miranda Centro y los Municipios y Parroquias que cubrimos estamos abocados a cumplir nuestro objetivo. Tenemos que cumplir el compromiso: avanzar en lo electoral; fortalecer nuestra polìtica de unidad y hacia el rescate de los Municipios; ampliar el grado de confianza que nos viene otorgando la poblaciòn; afianzar y fortalecer la Organizaciòn Comunista en cada uno de los Municipios, Parroquias, sectores de producciòn y de vivienda que atendemos; cumplir con la organizaciòn del pueblo para rechazar los planes de violencia; expandir en visitas y lectores la influencia de nuestra Red de Comunicaciòn en Internet y ampliar la participaciòn de camaradas en su elaboraciòn; y, fundamentalmente, que al evaluar nuestra acciòn electoral podamos garantixzar la existencia de un Partido Comunista con mayor poder organizativo, en calidad y cantidad de organismos y camaradas incorporados y haciendo un trabajo de comunistas, de alto nivel, a diario, como debe ser.

Fuente: PrensaPopularSolidaria
http://prensapopular-comunistasmiranda.blogspot.com
Correo: pcvmiranda@gmail.com

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ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO

ORGANIZACIÓN COMUNISTAS MIRANDA CENTRO INVITA A MILITANCIA Y AMIGOS A LOS ACTOS DEL 80 ANIVERSARIO
La Organización Intermunicipal Miranda Centro del Partido Comunista de Venezuela invita a nuestra militancia, afiliados, amigos y simpatizantes a los Actos de Celebración del 80 Aniversario de nuestro Glorioso Partido Comunista de Venezuela, a realizarse según datos ubicados en la Gráfica. Los esperamos para nuestra celebración, con espíritu y combatividad comunista, revolucionario y patriótico!!! Asiste!!

RED DE COMUNICACIÓN COMUNISTA MIRANDINA (REDECCOMI)

REDECCOMI (Red de Comunicación Comunista Mirandina)_Miranda Centro

REDECCOMI (Red de Comunicación Comunista Mirandina)_Tuy

REDECCOMI (Red de Comunicación Comunista Mirandina)_Centro_Norte

REDECCOMI (Red de Comunicación Comunista Mirandina)_Capital

REDECCOMI (Red de Comunicación Comunista Mirandina)_ Barlovento

(REDDECCONAV) Red de Comunicación Comunista Nacional Venezolana-Aragua

REDECCONAV (Red de Comunicación Comunista Venezolana_Amazonas

(REDECCONAV) Red de Comunicación Comunista Nacional Venezolana--Estado Nueva Esparta

(REDECCONAV) Red de Comunicación Comunista Nacional Venezolana--Estado Bolívar

(REDECCONAV) Red de Comunicación Comunista Nacional Venezolana--Distrito Capital

(REDECCONAV) Delta Amacuro

(REDECCONAV) Red de Comunicación comunista Nacional venezolana: Estado Guàrico

(REDECCONAV) Mérida

(REDECCONAV) Red de Comunicación Comunista Nacional Venezolana--Estado Anzoátegui

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